Trecho inicial da longa matéria da Info, cujo título também reproduzi:

O Nokia N900 foi um smartphone muito aguardado. Muito aguardado mesmo. Tão aguardado que, agora que chegou ao Brasil, já está com cara de velho. Disponível no mercado americano desde o ano passado, ele roda o Linux Maemo – sistema fadado à morte, pois em breve dará lugar ao MeeGo, fruto da parceria entre Intel e a empresa finlandesa. De qualquer forma, trata-se de uma baita evolução em relação a qualquer modelo com Symbian vendido hoje. Fora isso, o aparelho é um verdadeiro canivete suíço, com 32 GB de memória interna e a ótima câmera de 5 MP, com lente Carl Zeiss.

O brinquedo chega às operadoras no próximo mês, mas já pode ser encontrado nas lojas, desbloqueado, pela bagatela de 1.999 reais. Preço alto para um celular que não é um fenômeno. A maior virtude da Nokia foi conseguir fazer, pela primeira vez, uma interface agradável para se usar apenas com o toque dos dedos. Em 99% dos casos, a jurássica caneta stylus nem precisa sair de seu compartimento. Mexendo no aparelho, fica a impressão de que o N97 é quem deveria ter ficado assim.

O sistema tem quatro áreas de trabalho distintas, personalizadas com widgets e atalhos. Qualquer semelhança com o Android não é mera coincidência. (…) (via info.abril.com.br)