Pelo menos é o que diz a ComputerWorld, que também afirma que “o setor de espionagem virtual de funcionários é um segmento que deve crescer bastante nos próximos anos e será uma das atividades fundamentais do departamento de tecnologia da informação”.
O artigo começa assim:
Tem crescido o número de departamentos de TI que incorporam a tarefa de rastrear as atividades dos funcionários na internet. O objetivo é monitorar se os profissionais divulgam informações não autorizadas da empresa, acessam conteúdos inapropriados, usam o nome da organização de forma indevida ou, ainda, perdem a produtividade por conta de redes sociais, blogs e outros canais de comunicação.
Para a diretora-executiva da ePolicy Institute, consultoria focada em vigilância cibernética, Nancy Flynn, a TI representa a área mais adequada para esse tipo de tarefa, uma vez que tem as ferramentas e o conhecimento necessários para executar essa função de ‘espionagem’. E o trabalho não se restringe apenas à internet, mas passa por mensagens de texto no celular, conversas telefônicas e até rastreamento por meio de GPS embutido nos smartphones. (via computerworld.uol.com.br)