É difícil prever se o Chrome OS vai chegar a conquistar um lugar ao sol no mercado – francamente acredito que não, pois os tablets vêm embalados pra brigar pela mesma fatia.
Pessoalmente, entretanto, a ideia de um notebook leve, com acesso rápido à web, dispensando tarefas administrativas e baseado em Linux me atrai bastante – é praticamente tudo o que me esforço hoje para realizar com as minhas instalações e configurações de Linux nos notebooks que uso quando trabalho fora do meu escritório.

Por isso, e com base no que as pessoas que já testaram o protótipo de notebook Cr-48, com o Chrome, vêm descrevendo, eu já concluí: quero um.
As razões (e os pontos negativos, porque também há) eu detalhei no meu post dessa semana no TechTudo, do qual reproduzo um trecho:
(…) Conforme o tempo passa e vão se tornando comuns as análises publicadas por quem já teve a oportunidade de analisar um dos protótipos Cr-48 (o primeiro notebook com Chrome OS, que alcançou celebridade instantânea por aposentar a tecla Caps Lock), fica mais fácil antecipar o que esperar das versões que devem chegar ao público junto com as primeiras versões oficiais que fabricantes como Samsung e Acer estariam se preparando para oferecer daqui a alguns meses.
Essas impressões variaram amplamente, desde quem por uma semana usou só o Chrome OS e gostou da experiência, como Kevin Purdy (editor do Lifehacker), passando por quem instalou o Ubuntu nele (e com a bênção oficial do Google), chegando até a quem não usou e não gostou – por objetar à própria idéia da computação em nuvem – como Richard Stallman (presidente da Free Software Foundation).
Devido ao critério geográfico, não posso participar do programa-piloto do Google que dá acesso aos protótipos Cr-48, mas acompanho com avidez os relatos de quem pode.
Baseado nas informações disponíveis, até o momento a minha opinião é bastante favorável a dar uma chance a ele para substituir meu netbook no futuro próximo. Mas tenho algumas considerações e ressalvas, que vou expor a seguir. (via techtudo.com.br)