Enviado por Carlos E. Morimoto (morimotoΘgdhpress·com·br):

“Apesar da enorme variedade de aplicativos disponíveis no Linux, sempre existem situações em que você precisa de algum aplicativo específico, ou precisa usar algum dispositivo que tem drivers apenas para Windows. A solução mais comum para o problema é simplesmente manter uma instalação do Windows em dual-boot e usá-lo quando necessário. O grande problema com essa abordagem é que ela é bastante imprática, já que você precisa fechar todos os programas e reiniciar o micro cada vez que precisa usar alguma coisa no Windows. Outra opção, cada vez mais comum hoje em dia, é usar o Windows dentro de uma máquina virtual. Essa é a opção mais prática para quem precisa executar apenas alguns aplicativos específicos, ou precisa do Windows apenas para testes (como um administrador de redes, que precisa testar todas os recursos da rede tanto no Linux quanto no Windows, ou um desenvolvedor web que precisa testar a visualização das páginas no Explorer) já que você pode rodar o Windows dentro de uma janela, sem precisar reiniciar o micro. Mas enquanto o VMware e outros softwares de virtualização criam um ambiente virtual, que permite executar uma cópia do Windows e rodar os programas sobre ela, o Wine usa uma abordagem mais direta: simplesmente rodar os programas diretamente. Isso é enfatizado pelo próprio nome do projeto, onde o Wine é abreviação de “Wine is not an emulator”, ou seja, “o Wine não é um emulador”.

Leia em: http://www.guiadohardware.net/guias/windows-linux/” [referência: guiadohardware.net]