Enviado por Pablo Hess (pabloΘhess·net·br):

“Depois de uma breve pausa para cobrir as novidades do kernel Linux 2.6.35, está de volta a série Bê-á-bá do SSH.

Segue um trecho do último post (X remoto).

X remoto

Conforme afirmado na parte 1 desta série, o SSH permite, entre vários outros recursos, executar aplicativos gráficos remotos. Sim, isso significa estar em um computador e executar, por exemplo, o Firefox que está em outro computador.
Isso significa também que, se a rede do seu trabalho bloqueia alguns sites, você pode abrir, no computador do trabalho, o seu Firefox de casa e navegar sem limitação, como se estivesse em casa. Infelizmente, o uso desse recurso via Internet (em vez de via LAN) torna o processo todo extremamente lento, muitas vezes inutilizável.
Mas vamos aos procedimentos.

Servidor e cliente invertidos

O primeiro aspecto a ser levado em conta para a execução de aplicativos gráficos remotos é a inversão dos papéis de cliente e servidor.
Quando você está no computador ‘casa’ e quer acessar o computador ‘trab’ via SSH, o servidor, neste caso, é ‘trab’. E o cliente, claro, é ‘casa’. No acesso a aplicativos gráficos remotos, esta lógica se inverte: a sua máquina local age como servidor, e a máquina remota é o cliente.” [referência: ]