O inquisitivo artigo do IDGNow cujo trecho inicial reproduzi abaixo, faz referência ao que narramos no recente post ““Android 2.2 não é feito para tablets”, diz executivo do Google“:
Nós, entusiastas do Android, temos esperado pacientemente por um tablet da plataforma desde o lançamento do iPad em abril. O aparelho da Apple é ótimo – sim, eu tenho um – mas vem com todas as limitações que a empresa faz questão de incorporar a seus dispositivos. Veja bem, não pretendo descartá-lo, mas me interessaria por um produto semelhante que contasse com o sistema operacional da Google, e que, consequentemente, não fosse cerceado pela política de desenvolvimento que é peculiar à empresa da maçã.
Na última CES, o que era esperança virou promessa. E agora, às vésperas do lançamento do primeiro tablet com Android que viria para competir de igual para igual com o iPad – o Samsung Galaxy Tab deve aparecer em 16 de setembro – a Google não pensa duas vezes antes de cortar nosso entusiasmo: nas palavras do diretor de produtos para dispositivos móveis da empresa, Hugo Barra, a nova versão do sistema usada no aparelho, a 2.2 (Froyo), “não foi otimizada para tablets”.
Ora, mas o que isso significa? O Galaxy Tab que nos foi apresentado parecia muito bom, não? O Froyo rodava perfeitamente no dispositivo, certo? Requisitos mínimos (…) (via idgnow.uol.com.br)