Na minha opinião, a presença de distribuições Linux montadas da forma tradicional (lembrando a organização do Unix e se aproximando das recomendações gerais do LSB) nos netbooks é um fenômeno interessante dentro de um nicho restrito (talvez percentualmente maior que o do Linux nos desktops, mas ainda assim restrito, mesmo considerando apenas o universo dos netbooks), e as expectativas de que fosse se transformar em números enormes já estão superadas por aqui – embora a presença do kernel Linux (sem estar associado a uma distribuição “tradicional”) aparentemente está mesmo a caminho de se tornar bem mais presente em outros dispositivos móveis, ainda que muitos de seus usuários nem cheguem a perceber que o Android, Web OS e congêneres incluem este kernel.

Dito isto, vamos ao material enviado pelo leitor, que não necessariamente concorda com a minha opinião:

Enviado por Edson Matias Junior (ematiasjrΘgmail·com):

“No final do ano passado, nós afirmamos que o seu próximo computador poderia ser um com o Linux instalado, devido ao crescimento constante do mercado de computadores para usuário final e também relacionado ao estrondo feito pelos “Netbook”, na epoca isso parecia que realmente ira acontecer.

Mas, então o diretor de venda da MSI Estados Unidos Andy Tung acabou com a nossa alegria dizendo que a taxa de retorno dos computadores com Linux era alta em relação às maquinas com Windows. Por um tempo, pareceu que seria o fim das esperanças do novo boom do Linux para o usuário final.

Ou foi até o fim desse mês quando Todd Finch, gerente sênior de marketing da Dell, fez uma afirmação muito diferente. Ele percebeu que a taxa de retorno do Linux são praticamente iguais as do Windows. Será uma segunda chance para o Netbook Linux? Possivelmente.” [referência: dropstech.org]