A notícia vem da Reuters:
Os militares descobriram que o projeto de fonte aberta adotado pela Mozilla permitia que a França instalasse extensões de segurança, enquanto o software fechado e exclusivo da Microsoft não admitia alterações.
“Começamos com um projeto militar, mas o generalizamos rapidamente”, disse o tenente-coronel Frederic Suel, do Ministério da Defesa, um dos encarregados do projeto.
A Gendarmeria Nacional, força policial francesa que na época integrava as forças armadas e cuidou do projeto, oferece parte do seu trabalho ao público sob o nome TrustedBird, e divide os créditos de marca com a Mozilla. (via info.abril.com.br)
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