Por falar na Lei das Conseqüências Imprevistas, a cobertura do G1 destaca: “Previamente um grupo obscuro de ativistas de causa única, o partido ganhou um salto na popularidade após a condenação de quatro pessoas em abril por operarem o Pirate Bay, um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo.” A mesma cobertura descreve assim a plataforma do partido: “O partido quer a desregulamentação dos direitos autorais, abolindo o sistema de patente e reduzindo a vigilância na internet.”

Partido Pirata no Parlamento Europeu: “Segundo IDG NOW: “O The Pirate Party, um partido que defende os direitos civis online, ganhou ao menos uma cadeira no Parlamento Europeu, após obter 7,1% dos votos em eleição na Suécia. O voto dos mais jovens foi a chave para o sucesso: o partido conquistou o apoio de 24% dos eleitores com menos de 21 anos, de acordo com as pesquisas conduzidas pelo canal de TV Swedish Television.”” [Enviado por Cassaniga (rafael·cassanigaΘgmail·com) - referência (idgnow.uol.com.br).]

Cordel da Pirataria: “Foi lançado em Salvador, durante o III Encontro Nordestino de Software Livre & IV Festival Software Livre da Bahia, o Cordel da Pirataria. E ele já está disponível para leitura on-line. O cordel trata da história do Copyright e de como seu autor acredita que o copyright como está hoje prejudica a sociedade.” [Enviado por Cárlisson Galdino (Bardo) (bardoΘcyaneus·net) - referência (bardo.castelodotempo.com).]