A objeção de Richard Stallman trata de forma específica os softwares livres sob licenças copyleft (como os que estão sob a GPL), sem menção explícita aos que são licenciados de forma mais permissiva, como os modelos similares à licença BSD, também livre.

A tese se baseia num entendimento de que, na proposta do Pirate Party, após os 5 anos propostos de vigência de direitos autorais sobre as obras (especificamente de software), os produtos cairiam no domínio público, sem a continuidade da vigência das previsões de copyleft contidas em licenças como a GPL, por exemplo – caso específico que provavelmente não preocuparia quem usa as licenças mais permissivas, que não adotam a idéia de copyleft desde o nascedouro.
A preocupação do fundador do projeto GNU também está relacionada à forma como a proposta do Partido Pirata alcança os produtores de software proprietário, considerada insuficiente pelo bom Doutor.
Enviado por Fábio Prudente (fprudenteΘgmail·com):
Especificamente com relação ao copyright, o Partido defende que “o monopólio, por parte do proprietário do copyright, para exploração comercial de uma obra deveria se limitar a cinco anos após sua publicação”, em vez da proteção atual, que garante 70 anos após a morte do autor.
A princípio, a proposta parece bastante razoável mas, para Richard Stallman, criador da GPL – Licença Pública Geral, ela pode trazer consequências indesejáveis para o movimento do Software Livre (…)” [referência: fprudente.blogspot.com]