Colocar uma manivela para dar carga na bateria do laptop XO foi um erro, mas o maior erro do projeto foi não ter feito a interface Sugar ser um aplicativo comum, rodando sobre uma distribuição Linux qualquer, afirma Nicholas Negroponte, proponente inicial do projeto, nesta entrevista da ZDNet.

Como acontece com tantas organizações que optam por desenvolver sua própria distribuição Linux para uso interno, Negroponte informa lamentar ter deixado o Sugar ser responsável por cuidar do gerenciamento de energia, cuidar das conexões sem fio, comunicar-se diretamente com o BIOS do equipamento, e tantas outras tarefas que provavelmente estariam melhor localizadas se fossem implementadas em camadas mais separadas.
Segundo ele, o fato de os desenvolvedores (pós-OLPC) do Sugar on a Stick terem feito essa separação talvez tenha o efeito adicional de no futuro o XO ser comercializado “pelado”, para que o usuário rode o sistema via pen drive.
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