Para o usuário, as principais mudanças são a capacidade de reorganizar as abas com arrastar-e-soltar, suporte ao Keychain para armazenamento de senhas, bloqueio automático de incômodos como janelas pop-up e animações Flash, proteção contra “Phishing” através da integração com o Google Safe Browsing e o “Tab Overview”, u ma espécie de “Exposé para abas” que permite ver de uma só vez o conteúdo de todas as abas abertas.
Por debaixo dos panos, o Camino agora usa o engine HTML Gecko 1.98, o que o torna tecnicamente compatível com o Firefox 3.0. Se por um lado isso é uma boa notícia (já que o browser é mais moderno), também é ruim dado o fato de que o Firefox já está na versão 3.5, com um engine recheado de recursos não presentes no Camino, como o interpretador JavaScript mais rápido.
A decisão entre usar o Camino ou o Firefox depende do que o usuário espera de seu navegador. Se é importante que ele pareça “feito para o Mac” desde o começo, o Camino é a melhor opção. (…)(via tecnologia.ig.com.br)
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