Jeremy Allison, um dos cabeças do veterano projeto Samba, aproveitou o ensejo das comparações (às vezes mal-informadas) que analistas fazem entre o Mono e o seu projeto para publicar um artigo razoavelmente extenso expondo sua opinião sobre o Mono e a “monomania” recente, causada por preocupações de participantes das comunidades de software livre sobre os possíveis perigos e ameaças associados a ele.

Jeremy começa apresentando um resumo da siatuação e das posições, sem esconder de que lado ele está (para descrições neutras, procure em outro lugar!). Em seguida ele começa a tecer as suas próprias considerações, que os interessados devem ler na íntegra, mas cujos aspectos que mais me chamaram a atenção eu vou pontuar:

No final ele conclui com um ponto interessante: usar o Mono é um risco que muitos usuários estão dispostos a correr, e é opção deles. O importante, na sua opinião, é que esta escolha não ocorra por acidente, pelo fato de ser um default da distribuição. Sua sugestão é que as distribuições tratem o Mono como tratam as demais aplicações que têm risco de patentes em determinadas jurisdições, como os codecs MP3 e os sistemas para assistir DVDs com DRM, até que uma situação mais sólida com relação a estas patentes seja alcançada.