A cobertura vem dos hermanos do Vivalinux com ar, a partir de um relatório mais longo do NoChoice.ru, e leva à conclusão de que o governo russo poderia ter escolhido melhor a empresa escolhida para levar o Linux a todas as escolas do país – e que não é só por aqui que os planos governamentais de levar software livre à população e às escolas assumem ares de opereta.

Segundo o relato, do qual não encontrei confirmação em outras fontes ainda, ocorre que depois de gastar mais de um ano em pesquisas, e uma boa soma em dinheiro, as coisas não estariam nada bem: uma empresa chamada IBS foi contratada para duplicar CDs da distribuição russa ALT Linux e entregá-los às escolas – mas sem suporte nem material impresso.

Aí, quando os CDs chegaram às 57.000 escolas, descobriu-se que a IBS havia modificado as imagens originais do ALT Linux, de modo que os CDs não eram bootáveis, e os nomes longos de arquivos estavam truncados, etc.

Nova fornada foi produzida e distribuída – usando o correio, e não a transportadora contratada originalmente. Agora os CDs dão boot, mas os nomes de arquivos de documentação estão gravados com a codificação errada, dificultando sua localização e acesso pelos professores. (via vivalinux.com.ar)

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