A ação é contra nomes bastante conhecidos, como Samsung, Best Buy, Westinghouse e mais. Mas o criador do Busybox veio a público dizer que não está representado nessas ações, e que nenhuma das partes jamais o procurou a respeito.

Trecho inicial do longo artigo no iG Tecnologia:

O SFLC (Software Freedom Law Center), uma organização sem fins lucrativos fundada em 2005 com o objetivo de fornecer apoio legal a desenvolvedores de software livre e open source, está movendo um processo contra 14 grandes fabricantes de eletrônicos por violação da licença GPL. Mais especificamente, por se utilizar de código GPL no “firmware” de seus aparelhos sem redistribuir o código-fonte e modificações associadas, conforme exige a licença.

O software em questão é o BusyBox (www.busybox.net), um utilitário muito usado em distribuições Linux para sistemas embarcados, que de uma vez só substitui inúmeros comandos que o usuário espera encontrar em modo texto, consumindo menos espaço em disco e memória RAM. Originalmente escrito por Bruce Perens, o software atualmente é mantido por Denys Vlasenko, Erik Andersen e Rob Landley, todos conhecidos ativistas na comunidade de desenvolvedores de software livre.

O SFLC alega que o Busybox é utilizado no firmware de produtos que vão de players de Blu-Ray e TVs de alta-definição a câmeras de segurança conectadas à internet, produzidos por empresas como a Samsung, Best Buy, Westinghouse e muitas outras. Como o BusyBox é software livre, não haveria dinheiro envolvido: a única contrapartida que se espera das empresas acusadas, antes que se apele para a via judicial, é divulgar o código-fonte de seu firmware.

Segundo a organização, o processo (em nome de Erik Andersen, um dos desenvolvedores do BusyBox, e da Software Freedom Conservacy, que hospeda o projeto) só foi movido depois que as empresas ignoraram ofertas para uma solução amigável do problema. (via tecnologia.ig.com.br)

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