A ação é contra nomes bastante conhecidos, como Samsung, Best Buy, Westinghouse e mais. Mas o criador do Busybox veio a público dizer que não está representado nessas ações, e que nenhuma das partes jamais o procurou a respeito.
Trecho inicial do longo artigo no iG Tecnologia:
O software em questão é o BusyBox (www.busybox.net), um utilitário muito usado em distribuições Linux para sistemas embarcados, que de uma vez só substitui inúmeros comandos que o usuário espera encontrar em modo texto, consumindo menos espaço em disco e memória RAM. Originalmente escrito por Bruce Perens, o software atualmente é mantido por Denys Vlasenko, Erik Andersen e Rob Landley, todos conhecidos ativistas na comunidade de desenvolvedores de software livre.
O SFLC alega que o Busybox é utilizado no firmware de produtos que vão de players de Blu-Ray e TVs de alta-definição a câmeras de segurança conectadas à internet, produzidos por empresas como a Samsung, Best Buy, Westinghouse e muitas outras. Como o BusyBox é software livre, não haveria dinheiro envolvido: a única contrapartida que se espera das empresas acusadas, antes que se apele para a via judicial, é divulgar o código-fonte de seu firmware.
Segundo a organização, o processo (em nome de Erik Andersen, um dos desenvolvedores do BusyBox, e da Software Freedom Conservacy, que hospeda o projeto) só foi movido depois que as empresas ignoraram ofertas para uma solução amigável do problema. (via tecnologia.ig.com.br)
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