Em encontro anual, que aconteceu no sul da França, executivos demonstraram otimismo pela primeira vez em anos, após estabelecerem parcerias com a Nokia, a Amazon e o MySpace.

Muitos críticos desse mercado, entretanto, afirmam que ainda é necessário renunciar a tanto controle e, talvez, aproveitar algumas idéias dos “piratas” – pessoas que criaram serviços para download não autorizado de música – com quem estão brigando.

Depois de anos tentando proteger os direitos autorais e precessando qualquer um que baixasse músicas de forma ilegal, as gravadoras agora estão dispostas a firmar acordos com varejistas online, estimuladas pela brusca queda nas vendas de CDs.

Em 2008, cerca de 95% das canções baixadas pela internet – o equivalente a 40 bilhões de arquivos – não eram consideradas legais pela indústria, o que os envolvidos apontam como causa para o mercado de música registrar uma receita 7% menor do que a de 2007. (via info.abril.com.br)

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