No mesmo dia em que anunciou o programa, em 15 de outubro, o governador José Serra (PSDB) apresentou a Telefônica como principal parceira para comercializar o serviço. A tele de origem espanhola divulgou que venderia Speedy de 200 Kbps por R$ 29,80 em São Paulo.
Semanas depois, no entanto, a Telefônica apresentou uma importante restrição: para ter acesso ao produto é preciso antes assinar uma linha fixa da companhia. Se optar por uma assinatura comum, o usuário terá uma taxa básica para pagar todo mês no valor R$ 40 (além dos R$ 29,90 do Speedy), o que mina a intenção do governo de criar um plano “popular”.
(…) Já o presidente da AET (Associação dos Engenheiros em Telecomunicações), Ruy Bottesi, classificou o decreto como uma medida demagógica. “O governo paulista deveria pressionar as teles para oferecer serviços de qualidade e por preços adequados e não criar planos demagógicos para ajudar algumas teles a ganhar dinheiro com isenção fiscal. Quando alguém tem isenção, toda sociedade paga”, critica o engenheiro(via info.abril.com.br)
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