Atualização: como o Cardoso apontou lá no MeioBit, o texto abaixo é de autoria do Nick Ellis e foi publicado originalmente por lá.

Por alguma razão (acredito que foi descuido, porque o campo da URL de referência veio preenchido com um trecho da notícia), o André Machado mandou para cá sem os devidos créditos, e eu (erradamente) acreditei que era texto dele, e inseri um link para a cobertura internacional.

O troféu “sorvete na testa” de hoje vai para mim. Minhas desculpas ao autor original e a todos os demais prejudicados ou envolvidos por esta óbvia violação do direito do autor.

Atualização 2: o Nick Ellis, autor do texto original, acrescentou algumas informações interessantes ao comentar sobre o ocorrido.

Segue o texto publicado originalmente na sexta-feira:

“Exatamente como foi prometido por Phil Schiller no palco da Macworld Expo em janeiro deste ano, a Apple abandonou o DRM de todas as músicas vendidas na iTunes Store, e instituiu o novo sistema de preços com valores variáveis para músicas individuais e álbuns completos.

Todas as músicas agora estão disponíveis em formato AAC de 256kbps, com um custo de US$ 0.69 ou US$ 0.99 para canções de catálogo e US$ 1.29 para os lançamentos. Segundo a Apple, a grande maioria de músicas vai sair pelo valor mais baixo.

Você ainda pode converter as músicas que já tenha comprado para o formato com maior qualidade fazendo o upgrade para iTunes Plus a um custo de US$ 0.30 por cada faixa. Infelizmente a partir de hoje fica mais caro comprar os últimos lançamentos na iTunes Store. Agora só nos resta esperar para ver que efeito esta mudança vai causar nas vendas de músicas online pelo iTunes.”

Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com).