Acredito que haja uma série de razões válidas para qualquer interessado – brasileiro ou não – criar uma nova distribuição quando quiser. Só que muitas vezes a idéia de uma “nova distribuição” é apresentada como se o principal diferencial dela fosse o fato de ser nova ou criada localmente, empregando mal argumentos (muitas vezes circulares) relacionados a adaptabilidade, internacionalização, inovação, independência tecnológica ou fomento à pesquisa, que se aplicariam igualmente a grande quantidade das distribuições previamente existentes. Aí, prejudicial ou não ao contexto geral, ela não agrega valor real a ninguém que não esteja envolvido em sua criação, não desenvolve seu próprio potencial, e não necessariamente é a solução ideal nem mesmo para seu autor..

Neste sentido, o Gustavo Tondello enviou uma contribuição:

“”Duas questões intermináveis no mundo do software livre são: (1) será que o modelo de software livre conseguirá um dia substituir o modelo de software proprietário — principalmente na área de sistemas operacionais? e (2) deveria mesmo haver tantas distribuições de Linux?

Recentemente, encontrei um artigo que me pareceu unir as duas questões. Na verdade, o artigo é um pouco antigo, mas achei que valia a pena apresentá-lo novamente, porque já pode estar um pouco esquecido e também porque, nas referências a ele que encontrei em português, sempre se focou mais em outros aspectos, não neste.””

Enviado por Gustavo Tondello (gustavoΘtondello·com) – referência (blog.tondello.com).