Passados três dias de evento, a conectividade sem fio (wireless) que deveria funcionar com perfeição, foi o ponto fraco do FISL 9.0 O espeto é de pau. Dentro de um universo tecnológico rico como o FISL, a conectividade deveria ser o primeiro item com poucos ou nenhum problema. Segundo alguns participantes da organização, a PUC-RS ficou responsável pela montagem da rede WiFi, subcontratando uma empresa privada. No FISL 8.0, ocorrido na FIERGS em 2007, a conectividade sem fio ficou a cargo da própria equipe da Associação Software Livre.ORG e os problemas foram somente de gargalo de conexão, que saturaram o link de 6 megas. Em 2008, com um aumento para 32 megas, o uso se deteriorou.

Ficar conectado na principal rede, chamada FISL, era uma tarefa para malabarista. Em determinados pontos do Pavilhão da PUC, como a sala de imprensa, o monitor de rede acusava sucessivas quedas. Essa inconsistência de sinal gerava multiplicidade de conexões. Cada usuário que conseguia se sustentar criava uma outra rede a partir do seu notebook ou acess point (ponto de acesso), distribuindo sinal ao seu redor. Com isso, pelo menos 30 redes ficavam ativas em diversos pontos.

Foi o que aconteceu na sala de imprensa. Diante da falta de cabos e da conexão sem fio ruim, para quebrar o galho foi montado um AP improvisado para divisão do sinal. Ano que vem, a organização deve ficar atenta e montar uma estrutura WiFi que atinja todos os cantos do evento.

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