Na minha opinião, é preconceito sugerir que “substituir listas de e-mails por fóruns” e “usar wikis ao invés de sistemas de controle de versão” atrairia mais mulheres aos projetos de software livre – a tese básica em que eu acredito é que as mulheres e os homens aptos a ter interesse em participar de desenvolvimento livre têm a mesma capacidade intelectual relacionada a estas tarefas.

E aí eu concluo, aparentemente diferente da FSM, que adoçar e diluir os projetos não é uma forma equilibrada de buscar trazer o público feminino. Na verdade, nem mesmo acredito que buscar especificamente o público feminino, ou asiático, ou vegetariano, ou de qualquer outra minoria bem-vinda, deva ser uma meta interna dos projetos – para mim, a meta é a participação ser aberta, e aí cada potencial interessado vai encontrar o projeto que lhe atrai.
De qualquer forma, segue trecho e o link do artigo.
“(…) Vamos assumir que você já está de acordo com o valor de convidar mais mulheres à nossa comunidade, ou ao menos comprometido a interromper as coisas que as afastam.
Mas o que você fará a respeito? Como um líder ou fundader de projeto de código aberto, você toma uma série de decisões fundamentais sobre como você irá rodar seu projeto. E é aí que eu penso que as coisas precisam começar: tornar um projeto mais amigável. Depois outro, e assim por diante (…)” (via freesoftwaremagazine.com)
Saiba mais (freesoftwaremagazine.com).