“A Linux Magazine publicou neste domingo o relato de um advogado que montou (curiosamente com a ajuda da esposa, que uma legítima geek) um escritório de advocacia onde utiliza somente software livre.

Tem dois pontos especialmente interessantes neste relato, o primeiro é que ele é uma usuário de programas de computador comum que durante 23 anos utilizou somente Windows e programas Microsoft, e como ele mesmo diz “advogados não sabem a diferença entre código fonte, código de máquina e código Da Vinci”.

O outro ponto muito interessante é o paralelo que ele faz entre a advocacia e o software livre:

(tradução livre)
“Quase tudo na prática da lei é aberto e público. Você não ‘aluga’ a lei de nenhuma corporação e não adquire licença para utilizar qualquer estatuto federal ou estadual, código municipal ou regulamentação administrativa. O que o cliente paga é pelo conhecimento de como utilizar o complicadíssimo conjunto, frequentemente assíncrono, de leis e procedimentos, muito parecido com o que o cliente paga quando contrata um programador.

A especialização na lei é conhecer quais fontes procurar, como ler o código (lei), o que significa, e, mais importante, como aplicar isso criativa e produtivamente no contexto de um problema em particular. Em resumo, advogados não são ‘processadores da lei’, mas ‘programadores do código’ trabalhando da mesma forma que consultores em código livre e aberto. Advogados são nativos para GNU/Linux”.

O texto completo pode ser lido no site da Linux Magazine (http://www.linux-mag.com/id/7187)”

Enviado por Marco Carvalho (marcoacarvalhoΘgmail·com) – referência (linux-mag.com).