A questão foi levantada em um post do desenvolvedor Andy Wingo (“gnome in the age of decadence“), cheio de comentários interessantes e seguido de considerações adicionais. A Linux Magazine repercutiu:

“Atualmente, a maior parte dos esforços no projeto Gnome está voltada cada vez mais à manutenção desse ambiente. Por um lado, isso é bom: com toda essa infra-estrutura técnica voltada à manutenção, cada vez mais aumenta a integração do sistema com outros projetos de softwares, e todos sabem que o aumento da integração do sistema leva a uma maior aceitação por parte de todos os usuários, principalmente pelos novatos, que buscam em um ambiente de desktop a constante facilidade de uso.”

Enviado por Rodrigo Amorim (ramorimΘlinuxnewmedia·com·br) – referência (linuxmagazine.com.br).