“Uma alegoria em que Tony Stark, a identidade secreta do Homem de Ferro, representa Bill Gates e a Microsoft, e o desconhecido Ezekiel Stane faz o papel do código aberto e do Linux, é o que promete a revista “Invincible Iron Man”, que a Marvel Comics lança em maio, na esteira do filme do mesmo personagem.
Os criadores comentam sobre o dualismo do Homem de Ferro no que diz respeito às tecnologias que cria e distribui: ele quer transformá-las em produtos e levá-las às pessoas, mas ao mesmo tempo fica nervoso quando as pessoas realmente querem usá-las.
A história não se reduz a batalhas e armaduras
Em contrapartida, Ezekiel Stane (filho de Obadiah Stane, supervilão que no passado já derrotou o Homem de Ferro) é um terrorista que adota ideologias associadas ao código aberto, sem ligação a país, raça, credo ou leis específicas. Ele não deseja vencer o Homem de Ferro, mas sim torná-lo obsoleto.
E o autor da história inaugural da série acrescenta: ele é o código aberto em relação à opressividade de código fechado do Homem de Ferro.
E é o vilão da história, um terrorista, de forma parecida com as que já vimos tantas vezes o código aberto ser caracterizado pelos seus detratores, especialmente os monopolistas. Eu acho o Homem de Ferro um personagem chato, e faz tempo que não leio os quadrinhos da Marvel, mas quando sair no Brasil, devo comprar, nem que seja apenas pela curiosidade, ou pelo belo visual, que não se resume a batalhas e armaduras, como dá de ver no fragmento acima.”
Enviado por André Cruz – referência (comicbookresources.com).