Transformar um projeto grande como o KDE em um sistema com mais características de cross-platform, suportando ativamente o Windows e o Mac OS X, além das plataformas Unix-Like de sempre, deve ter dado bastante trabalho. E o artigo do Ars analisa como isto ocorreu, em que pé está, e para onde vai.

Detalhes interessantes do processo, como a diferença que fez (para a portabilidade) trocar o venerável Autotools pelo Cmake, e as vantagens que o Qt oferece nestas condições, podem ser interessantes para quem pensa em projetar sistemas multi-plataforma.

O artigo relata também a experiência de instalar e rodar componentes diversos do KDE no Windows hoje, com versões disponibilizadas pelos desenvolvedores – como o editor Kate da tela reproduzida acima, ou o Konqueror, o Dolphin ou o KMahjongg.

Desenvolvedores do KDE citados no artigo defendem que disponibilizar as aplicações do KDE em outras plataformas leva mais liberdade de código e escolhas aos seus usuários, os habilita a adotar padrões abertos e pode facilitar a adaptação em uma migração para o software livre.

Saiba mais (arstechnica.com).