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	<title>BR-Linux.org</title>
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	<description>Desde 1996 levando o Linux a sério</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Jun 2026 09:16:59 -0300</lastBuildDate>
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		<item>
		<title><![CDATA[Linus Torvalds anuncia o Linux 7.1, com novo driver NFTS, correções para o Steam Deck, e FRED como default]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/linus-torvalds-anuncia-o-linux-71-com-novo-driver-nfts-correcoes-para-o-steam-deck-e-fred-como-default.html</link>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 09:16:52 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Versão 7.1 do kernel Linux foi lançada oficialmente por Linus Torvalds, trazendo suporte renovado a volumes NTFS e correções de áudio voltadas ao Steam Deck.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">Versão 7.1 do kernel Linux foi lançada oficialmente por Linus Torvalds, trazendo suporte renovado a volumes NTFS e correções de áudio voltadas ao Steam Deck.</h2>
<p>O lançamento do kernel 7.1 traz uma mix interessante de atualizações de recursos e drivers, expandindo o suporte de hardware e a estabilidade geral do sistema – e consolidando o fim do suporte a PCs com CPU 486.</p>
<p>O componente técnico mais visível na atualização é o novo driver nativo para o sistema de arquivos NTFS, que Linus chamou de "ressureição do NTFS", e que esteve em desenvolvimento ao longo dos últimos 4 anos. Para o pessoal dos jogos, também há a solução para uma falha persistente no subsistema de som que afetava os usuários do Steam Deck OLED. </p>
<p>Também há novidades em desempenho de servidores, criptografia, suporte a mais arquiteturas, e a ativação por default do suporte ao FRED.</p>
<p>O ciclo de desenvolvimento do Kernel 7.1 também ficou marcado por uma tendência recente observada por Torvalds: um volume de patches acima da média nas fases finais de testes, impulsionado pela crescente utilização de ferramentas de inteligência artificial por parte dos revisores e contribuidores de código.</p>
<p>Referência: <a href="https://itsfoss.com/news/linux-kernel-7-1-release/">Linux Kernel 7.1 is a Feature Release That Could Be Useful For You</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/linus-torvalds-anuncia-o-linux-71-com-novo-driver-nfts-correcoes-para-o-steam-deck-e-fred-como-default.html">Linus Torvalds anuncia o Linux 7.1, com novo driver NFTS, correções para o Steam Deck, e FRED como default</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Hannah Montana Linux 2026.0 está de volta para brilhar]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/hannah-montana-linux-20260-esta-de-volta-para-brilhar.html</link>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 09:10:10 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O fabuloso Hannah Montana Linux apareceu pela última vez por aqui em 2009, mas aparentemente ressuscitou para transformar 2026 no ano do Linux no desktop.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O fabuloso Hannah Montana Linux <a href="https://br-linux.org/wparchive/2009/analise-do-hannah-montana-linux.php">apareceu pela última vez por aqui em 2009</a>, mas aparentemente ressuscitou para transformar 2026 no ano do Linux no desktop.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Tela de terminal exibindo as configurações de uma máquina virtual rodando o Hannah Montana Linux 2026.0" src="https://static.efetividade.net/img/CleanShot-2026-06-14-20.10-536443-66081.png"><br />
</figure></p>
<p>Originalmente um remaster brilhoso do Kubuntu, a <a href="https://gitlab.com/DecaCagle/hannahmontanalinux26">versão de 2026 do Hannah Montana Linux</a> é um novo remaster, desta vez fundamentado no Debian Trixie de 64 bits e no instalador Calamares, e aplicando personalizações ao KDE Plasma. </p>
<p>O autor <a href="https://www.youtube.com/watch?v=VKx5UZsX9jw">fez um vídeo apresentando sua obra</a>, disponibilizou uma ISO (grande demais) no Google Drive, e instruções (relativamente comuns) para quem preferir gerar sua própria ISO a partir do código-fonte. </p>
<p>Agradecemos ao @jedi@bolha.us pela <a href="https://bolha.us/@jedi/116750660635812429">indicação da pauta</a>!</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/hannah-montana-linux-20260-esta-de-volta-para-brilhar.html">Hannah Montana Linux 2026.0 está de volta para brilhar</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Certificado da Microsoft para Secure Boot expira este mês e demanda transição no Linux]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/certificado-da-microsoft-para-secure-boot-expira-este-mes-e-demanda-transicao-no-linux.html</link>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 09:02:32 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[A expiração da chave UEFI de 2011 da Microsoft, agora em junho, exige que distribuições Linux migrem suas assinaturas de inicialização.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">A expiração da chave UEFI de 2011 da Microsoft, agora em junho, exige que distribuições Linux migrem suas assinaturas de inicialização.</h2>
<p>Tende a não ser nenhum fim de mundo: há credenciais mais recentes (de 2023) à disposição, e não há nada de oculto ou misterioso<sup><a title="O que não significa que é algo desejado." name="ret-1_certificado-da-microsoft-para-secure-boot-expira-este-mes-e-demanda-transicao-no-linux"class=rodape_link href="#1_certificado-da-microsoft-para-secure-boot-expira-este-mes-e-demanda-transicao-no-linux">1</a></sup> nesse processo: a Microsoft assina com uma chave própria o <a href="https://github.com/rhboot/shim">shim</a> – que é o software da Red Hat que serve de intermediário entre os PCs com Secure Boot, feitos para o mundo Windows (e que só dão boot em sistemas assinados por chaves criptográficas que eles reconheçam, como as da Microsoft) –, e as distribuições usam esse shim, assinado, como intermediário do seu processo de boot, garantindo que o firmware do PC tope transferir o controle para elas durante o boot (e confiando que esse processo validará também os componentes posteriores, como o próprio kernel).</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Um diagrama com setas entre UEFI, shim e o gerenciador de boot" src="https://static.efetividade.net/img/image8-771300-png-800-63380.jpg"><br />
	<figcaption>Sequência de carregamentos do Secure Boot: a UEFI chama o shim, que chama o gerenciador de boot, que chama o kernel.</figcaption><br />
</figure></p>
<p>A transição para sistemas de boot assinados com chaves modernas é essencial para preservar essa cadeia de confiança que permite ao seu hardware dar boot com o sistema operacional que você escolher, mas esse processo tende a ser transparente para os usuários – ainda mais que não há expectativa de uma interrupção imediata, nas máquinas que hoje estão funcionando, dos boots feitos com a assinatura anterior.</p>
<p>Ou seja: sistemas já instalados tendem a continuar funcionando, e PCs futuros possivelmente rejeitarão as chaves desatualizadas, o que é algo para você ter em mente quando encontrar dificuldades inesperadas com o boot a partir de mídias antigas (ou geradas a partir de imagens antigas), discos de recuperação arquivados, ou versões históricas de distribuições.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<div id="rodapes">
<div id="rodapes_halfline">&nbsp;</div>
<ol>
<li><a class=rodape_numero name="1_certificado-da-microsoft-para-secure-boot-expira-este-mes-e-demanda-transicao-no-linux">&nbsp;</a>O que não significa que é algo desejado. <a href="#ret-1_certificado-da-microsoft-para-secure-boot-expira-este-mes-e-demanda-transicao-no-linux">↩</a></p>
</ol>
</div>
<p><!--id-rodapes--></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/certificado-da-microsoft-para-secure-boot-expira-este-mes-e-demanda-transicao-no-linux.html">Certificado da Microsoft para Secure Boot expira este mês e demanda transição no Linux</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Invasão por IA nos sistemas internos do Fedora reabre debate sobre prevenção]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/invasao-por-ia-nos-sistemas-internos-do-fedora-reabre-debate-sobre-prevencao.html</link>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 08:57:02 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[A invasão de um agente de IA no bugzilla do Fedora teve sucesso em transferir e encerrar vários chamados indevidamente e até em injetar código incorreto no instalador Anaconda.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">A invasão de um agente de IA no bugzilla do Fedora teve sucesso em transferir e encerrar vários chamados indevidamente e até em injetar código incorreto no instalador Anaconda.</h2>
<p>Em mais um incidente que coloca em contato as distribuições populares, a segurança da informação e a ação de agentes de IA, no final de semana circularam os relatos sobre a indesejada ocorrência vivida no projeto Fedora no final de maio.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Uma placa de trânsito com os dizeres: Entering Anaconda" src="https://static.efetividade.net/img/images-34404.jpeg"><br />
</figure></p>
<p>O incidente aconteceu após as credenciais de um colaborador legítimo serem comprometidas, permitindo que o sistema automatizado gerasse correções falsas e insistisse em respostas robotizadas para levar os mantenedores humanos a incluir no instalador Anaconda um patch que introduziu erros no sistema.</p>
<p>Esse incidente de segurança evidenciou os riscos reais que a automação impõe às cadeias de suprimentos de software (de código aberto ou não), servindo mais uma vez de alerta sobre o potencial de dano causado pela sucessão de ataques deste ano voltados a capturar chaves e senhas de desenvolvedores.</p>
<p>No caso concreto, as interações geradas por IA chegaram a causar a inclusão de código falho na versão 45.5 do instalador Anaconda, antes do efeito ser detectado e revertido pela equipe de controle de qualidade. </p>
<p>No âmbito do projeto, o caso reabriu debates intensos sobre a obrigatoriedade de autenticação em duas etapas para colaboradores do projeto, uma discussão que estava estagnada desde o ataque à biblioteca XZ (2024), mas que esbarra em entraves técnicos de ferramentas antigas, como o próprio Bugzilla.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/invasao-por-ia-nos-sistemas-internos-do-fedora-reabre-debate-sobre-prevencao.html">Invasão por IA nos sistemas internos do Fedora reabre debate sobre prevenção</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Arch Linux: Continua a campanha de comprometimento de pacotes do repositório AUR]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/arch-linux-continua-a-campanha-de-comprometimento-de-pacotes-do-repositorio-aur.html</link>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 17:15:31 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[A maré de más notícias para a comunidade Arch Linux permanece, e o gerenciamento da crise por lá não está brilhando.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">A maré de más notícias para a comunidade Arch Linux permanece, e o gerenciamento da crise por lá não está brilhando.</h2>
<p>Quando <a href="https://br-linux.org/2026/01/arch-linux-mais-de-400-pacotes-do-repositorio-aur-infectados-com-rootkit.html">cobrimos essa notícia na sexta-feira</a>, o número de pacotes com rootkit sendo distribuídos pelo repositório da comunidade do Arch Linux era de 400; na manhã de sábado verificamos que havia passado de 1600, e logo depois tivemos a notícia de que o número havia parado de aumentar; mas o o domingo chegou com a informação de que o comprometimento reiniciou, e agora um pouco mais elaborado do que as ondas iniciais.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Um banner do Arch Linux" src="https://static.efetividade.net/img/aur-yay-archlinux-50915.jpg"><br />
</figure></p>
<p>No momento não há muitas informações disponíveis além de <a href="https://lists.archlinux.org/archives/list/aur-general@lists.archlinux.org/message/TND7HA2KBQ46OHHUMMIAHKGXZE4WALM6/">relatos de desenvolvedores</a> e poucas notícias (como <a href="https://www.phoronix.com/news/Arch-Linux-AUR-More-Malware">esta do Phoronix</a>), mas aparentemente agora os novos comprometimentos estão mais para a categoria de vandalismo – com inclusão de mensagens ofensivas nos pacotes – do que para a de rootkits e roubos de senhas (ao contrário dos 1500+ pacotes dos dias anteriores).</p>
<p>Considerando que as ondas anteriores eram baseadas em malwares de roubo de senhas e tokens, é de se imaginar que haja uma quantidade de credenciais de desenvolvedores do Arch nas mãos dos atacantes, e estejam sendo usados para essa segunda onda. Mas isso é suposição, e continuaremos acompanhando a situação.</p>
<p>Quanto ao gerenciamento da crise, vale mencionar que a capa do site do repositório AUR não tem nenhuma informação a respeito até o momento em que escrevo, e as informações na capa do site do próprio Arch Linux a respeito não são atualizadas desde a sexta-feira.</p>
<p>Referência: <a href="https://www.phoronix.com/news/Arch-Linux-AUR-More-Malware">Arch Linux AUR Hit By Another Wave Of Now More Sophisticated Malware Attack - Phoronix</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/arch-linux-continua-a-campanha-de-comprometimento-de-pacotes-do-repositorio-aur.html">Arch Linux: Continua a campanha de comprometimento de pacotes do repositório AUR</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Arch Linux: Mais de 400 pacotes do repositório AUR infectados com rootkit]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/arch-linux-mais-de-400-pacotes-do-repositorio-aur-infectados-com-rootkit.html</link>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 15:11:53 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Em novo capítulo da campanha internacional de comprometimento de repositórios de software, mais de 400 pacotes no ecossistema Arch Linux foram adulterados com um rootkit oculto e um malware focado em roubo de credenciais.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">Em novo capítulo da campanha internacional de comprometimento de repositórios de software, mais de 400 pacotes no ecossistema Arch Linux foram adulterados com um rootkit oculto e um malware focado em roubo de credenciais.</h2>
<p><strong>Atualização na manhã de sábado:</strong> No momento em que escrevo, a <a href="https://md.archlinux.org/s/SxbqukK6IA">lista de pacotes confirmadamente comprometidos</a> está com 1.621 itens, e ainda não parou de aumentar. (13.6.2026 9:45)</p>
<hr>
<p>O comprometimento foi no AUR (Arch User Repository), onde invasores assumiram a responsabilidade por pacotes órfãos, e usaram esse acesso para modificar seus arquivos PKGBUILD, injetando de forma automatizada uma dependência maliciosa (chamada atomic-lockfile, e correspondendo ao malware) durante o processo de instalação.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Logo do Arch Linux" src="https://static.efetividade.net/img/arch-linux-white-41083.jpg"><br />
</figure></p>
<p>O AUR é um repositório mantido pela comunidade da distribuição Arch, e contém scripts de construção de pacotes (PKGBUILDs) com instruções para baixar, compilar e instalar software não disponível nos repositórios oficiais do Arch, tais como aplicativos proprietários, versões beta, utilitários de nicho e versões mais antigas de pacotes que retêm funcionalidades que podem ter sido removidas em versões posteriores.</p>
<p>Este ataque é mais um exemplo da série que vem expondo os limites (em termos de exposição a riscos) do modelo de governança comunitária de repositórios open source. Ao maliciosamente herdar a confiança histórica de softwares legítimos que foram abandonados por mantenedores anteriores, os cibercriminosos conseguiram enganar as ferramentas de detecção convencionais.</p>
<p>No campo estritamente técnico, a infecção ocorre por meio de scripts de pós-instalação que invocam o gerenciador de pacotes npm para rodar o executável malicioso. A ameaça se destaca por utilizar tecnologia eBPF (extended Berkeley Packet Filter), injetando código diretamente no kernel do Linux com privilégios elevados. </p>
<p>O rootkit atua interceptando chamadas de sistema para camuflar processos, arquivos e conexões de rede do sistema afetado. Adicionalmente, ele usa técnicas para tentar impedir análises de segurança, e possui rotinas focadas em colher chaves SSH, credenciais de nuvem (como AWS e GCP) e de VPNs, histórico da shell, cookies de navegadores e outras informações sensíveis.</p>
<p>Se você usa o Arch e o AUR, <a href="https://gist.github.com/Kidev/85756c3dcad3623ca5604a8135bafd14">este script</a> pode ajudar a verificar se você instalou a versão infectada de algum dos pacotes comprometidos.</p>
<p>Referência: <a href="https://www.bleepingcomputer.com/news/security/over-400-arch-linux-packages-compromised-to-push-rootkit-infostealer/">Over 400 Arch Linux packages compromised to push rootkit, infostealer</a></p>
<p><strong>Atualização:</strong> troquei a URL do script de verificação, por uma versão mais recente e que se auto-atualiza conforme a lista de pacotes confirmados como estando comprometidos aumenta.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/arch-linux-mais-de-400-pacotes-do-repositorio-aur-infectados-com-rootkit.html">Arch Linux: Mais de 400 pacotes do repositório AUR infectados com rootkit</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Novo tablet Juno Tab 4 LTE traz Debian, Ubuntu, Intel e conectividade]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/novo-tablet-juno-tab-4-lte-traz-debian-ubuntu-intel-e-conectividade.html</link>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:02:21 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[A Juno Computers anunciou o Juno Tab 4 LTE, um tablet que se destaca por sair de fábrica com distribuições Linux tradicionais e consolidadas no ecossistema de código aberto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">A Juno Computers <a href="https://junocomputers.com/us/product/juno-tab-4-lte/">anunciou o Juno Tab 4 LTE</a>, um tablet que se destaca por sair de fábrica com distribuições Linux tradicionais e consolidadas no ecossistema de código aberto.</h2>
<p>Eu tenho demanda para um dispositivo assim: com opções nativas de distribuições reconhecidas (no caso, a escolha é entre Debian e Ubuntu), altamente portáteis (tela touchscreen 1920x1080 antirreflexo de 10,5 polegadas e chassi de 0,59 kg), com bateria, conectividade, e possibilidade de operar tanto com teclado físico quanto com touch screen. </p>
<p><figure><br />
	<img alt="Foto comercial de um Juno Tab 4 exibindo uma tela de ícones" src="https://static.efetividade.net/img/tab4-lte-png-webp-749-51066.jpg"><br />
	<figcaption></figcaption><br />
</figure></p>
<p>A iniciativa da Juno é relativamente rara em um mercado carente de opções portáteis com Linux que não seja como parte do Android. Ao apostar em distribuições bem estabelecidas e interfaces otimizadas para toque, a fabricante permite a expectativa por um ambiente diferente daquele que se encontra no típico ecossistema fechado dos sistemas voltados ao mercado de dispositivos móveis.</p>
<p>Debaixo do capô, o tablet traz uma CPU Intel Celeron N300 (Alder Lake-N) de 8 núcleos e 8 threads, 12 GB de RAM e SSD M.2 SATA III de 1 TB. O diferencial de conectividade é um módulo LTE que oferece download de até 150 Mbps (além de Wi-Fi 6). No quesito expansão, tem duas portas USB-C (com saída de vídeo 4K!), uma porta micro HDMI, uma entrada para Micro SD, e conector para fone de ouvido.</p>
<p>Referência: <a href="https://linuxiac.com/juno-tab-4-lte-brings-intel-n300-power-to-a-rare-linux-tablet/">Juno Tab 4 LTE Brings Intel N300 Power to a Rare Linux Tablet</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/novo-tablet-juno-tab-4-lte-traz-debian-ubuntu-intel-e-conectividade.html">Novo tablet Juno Tab 4 LTE traz Debian, Ubuntu, Intel e conectividade</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[WordPress Studio agora tem versão oficial para Linux, ou ao menos para o Ubuntu]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/wordpress-studio-agora-tem-versao-oficial-para-linux-ou-ao-menos-para-o-ubuntu.html</link>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:02:09 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O WordPress Studio, ambiente oficial da Automattic para desenvolvimento local, recebeu uma versão nativa para Linux (“começando pelo Ubuntu”, dizem eles).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">O WordPress Studio, ambiente oficial da Automattic para desenvolvimento local, recebeu uma versão nativa para Linux (“começando pelo Ubuntu”, dizem eles).</h2>
<p>A ferramenta promete permitir que desenvolvedores criem sites instantaneamente sem configurações complexas de servidores (“sem configurar Apache, sem Docker, sem &#39;na minha máquina funciona&#39;”, diz <a href="https://wordpress.com/blog/2026/06/11/wordpress-studio-linux/">o anúncio</a>), ao rodar sem dependências locais, eliminando a necessidade de instalar manualmente a sua pilha PHP + MySQL.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Print do WordPress Studio rodando no Ubuntu" src="https://static.efetividade.net/img/wordpress-studio-on-linux-17542.jpeg"><br />
</figure></p>
<p>Os recursos incluem:</p>
<ul>
<li>Domínios personalizados e HTTPS para seus sites locais, para que você possa desenvolver URLs realistas
<li>Links de visualização com um clique para compartilhar seu trabalho em andamento com clientes, colegas de equipe ou testadores
<li>Sincronização bidirecional com o WordPress.com, para que você possa transferir um site de produção ou de teste para o seu laptop e depois enviar de volta as alterações
</ul>
<p>Ele usa o WordPress Playground baseado em WebAssembly (WASM) e SQLite, rodando o CMS diretamente no ecossistema local, e inclui também a interface Studio CLI, para automação de rotinas via terminal (como criação e inicialização de sites).</p>
<p>O lançamento chega junto com a notícia de que <a href="https://www.theregister.com/saas/2026/06/03/automattics-cms-empire-shows-cracks-as-wordpress-share-falls/5250420">a participação do WordPress caiu pelo 6º mês consecutivo</a> (mas permanece dominante), após anos de crescimento consecutivo, com inflexão negativa associada às escolhas controversas da sua governança (ou “meses de ações judiciais, liminares, disputas de plugins e disputas públicas”).</p>
<p>Referência: <a href="https://alternativeto.net/news/2026/6/wordpress-studio-is-now-available-for-linux-users-for-seamless-local-website-development/">WordPress Studio is now available for Linux users for seamless local website development</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/wordpress-studio-agora-tem-versao-oficial-para-linux-ou-ao-menos-para-o-ubuntu.html">WordPress Studio agora tem versão oficial para Linux, ou ao menos para o Ubuntu</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Cliente web: Elk chega à versão estável 1.0.0 e traz novos recursos para o Fediverso]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/cliente-web-elk-chega-a-versao-estavel-100-e-traz-novos-recursos-para-o-fediverso.html</link>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:01:50 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O (ótimo) cliente web open source Elk alcançou oficialmente sua versão estável 1.0.0, introduzindo novos recursos de agendamento de postagens e suporte nativo a citações para usuários da rede Mastodon.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O (ótimo) cliente web open source <a href="https://elk.zone/m.webtoo.ls/public/local">Elk</a> alcançou oficialmente sua <a href="https://github.com/elk-zone/elk/releases/tag/v1.0.0">versão estável 1.0.0</a>, introduzindo novos recursos de agendamento de postagens e suporte nativo a citações para usuários da rede Mastodon.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Print do Elk em duas janelas no GNOME" src="https://static.efetividade.net/img/elk-og-png-800-53141.jpg"><br />
	<figcaption>Interface do Elk rodando no navegador</figcaption><br />
</figure></p>
<p>A atualização adiciona o suporte a citações (“quote RTs”) e um botão dedicado para agendar posts diretamente na interface de publicação, e implementa confortos como ampliar automaticamente os (geralmente minúsculos) emojis personalizados, oferecer novos filtros aplicáveis a respostas e a reposts, e adicionar mais uma confirmação antes de consolidar um bloqueio a toda uma instância.</p>
<p>O lançamento da versão 1.0.0 consolida o Elk como uma alternativa madura no ecossistema de redes descentralizadas. Eu uso ocasionalmente, e recomendo a novos usuários – é uma alternativa de alta qualidade, e frequentemente oferece recursos e usabilidade bem à frente dos que estão presentes no cliente oficial do Mastodon.</p>
<p>Você pode usar <a href="https://elk.zone/m.webtoo.ls/public/local">na plataforma pública</a>, ou instalar em seu próprio servidor, se desejar.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/cliente-web-elk-chega-a-versao-estavel-100-e-traz-novos-recursos-para-o-fediverso.html">Cliente web: Elk chega à versão estável 1.0.0 e traz novos recursos para o Fediverso</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Homebrew: gerenciador de pacotes para usuários lança versão 6.0]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/homebrew-gerenciador-de-pacotes-para-usuarios-lanca-versao-60.html</link>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 16:50:13 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Nova versão traz mais proteção contra a recente onda de ataques a pacotes de repositórios open source, um método mais eficiente para gerenciar os metadados necessários às instalações, e o suporte a sandboxing de pacotes no Linux.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">Nova versão traz mais proteção contra a recente onda de ataques a pacotes de repositórios open source, um método mais eficiente para gerenciar os metadados necessários às instalações, e o suporte a <em>sandboxing</em> de pacotes no Linux.</h2>
<p>O <a href="https://brew.sh/">Homebrew</a> é um gerenciador de pacotes popular no Mac, e há algum tempo disponível também para Linux e para Windows (WSL), com um funcionamento similar aos típicos gerenciadores das distribuições, mas um diferencial: gerencia pacotes do usuário, e não do sistema – no Linux, por default, os pacotes instalados residem numa árvore de diretórias criada em <code>.linuxbrew</code>.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Print do site do Homebrew" src="https://static.efetividade.net/img/CleanShot-2026-06-11-16-46-31-pBN05op6-png-685-70605.jpg"><br />
</figure></p>
<p>A <a href="https://brew.sh/2026/06/11/homebrew-6.0.0/">nova versão 6.0.0</a> traz uma série de atualizações oportunas relacionadas à <a href="https://docs.brew.sh/Supply-Chain-Security">prevenção da atual onda de ataques a pacotes de repositórios open source</a>, não apenas quanto a defender o seu próprio repositório, mas também para mitigar a chance de vir a incluir nele um pacote comprometido em sua origem externa (como o PyPi, npm, RubyGems etc.).</p>
<p>Especificamente para Linux, passa a haver suporte a sandboxing dos pacotes, oferecendo algum isolamento de contexto de execução (com o <a href="https://github.com/containers/bubblewrap">bubblewrap</a>), como também já é default no Mac, e também em caráter mitigatório aos riscos trazidos pela atual onda de comprometimentos.</p>
<p>A nova versão também traz ganhos de desempenho, opções default remodeladas (após uma pesquisa com os usuários) e várias outras novidades.</p>
<p>Referência: <a href="https://brew.sh/2026/06/11/homebrew-6.0.0/">Homebrew: 6.0.0</a><br />
<!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/homebrew-gerenciador-de-pacotes-para-usuarios-lanca-versao-60.html">Homebrew: gerenciador de pacotes para usuários lança versão 6.0</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Desenvolvedor prepara patches para reduzir latência de jogos no KDE e competir melhor com o Windows]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/desenvolvedor-prepara-patches-para-reduzir-latencia-de-jogos-no-kde-e-competir-melhor-com-o-windows.html</link>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:36:43 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Para um usuário de Linux do século XX, como eu, esse tipo de notícia mostra como o mundo mudou: eu demorava semanas para conseguir configurar um PC novo para entrar no modo gráfico, e agora a luta é para reduzir uma diferença de]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">Para um usuário de Linux do século XX, como eu, esse tipo de notícia mostra como o mundo mudou: eu demorava semanas para conseguir configurar um PC novo para entrar no modo gráfico, e agora a luta é para reduzir uma diferença de latência medida em 4 milissegundos – avançamos!</h2>
<p>O desenvolvedor Jakub Okoński tem trabalhado na comparação da latência de jogos entre Linux e Windows e, a partir do resultado, trabalhando para produzir algumas melhorias no compositor KWin, do KDE, para que a latência seja mais competitiva com a experiência de jogo no Microsoft Windows 11.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Uma placa Teensy 4.0 sobreposta a uma janela do editor Kate, no KDE" src="https://static.efetividade.net/img/KWin-Plasma-5-16-902786-png-800-77380.jpg"><br />
	<figcaption>Um Teensy 4.0 em uma janela do KDE</figcaption><br />
</figure></p>
<p>Ele usou um microcontrolador Teensy para comparar a latência de jogos entre Windows 11 e Linux com KDE Plasma 6, medindo o tempo entre clique no mouse e fóton na tela, e encontrou diferenças de até 4 milissegundos entre os 2 sistemas operacionais. </p>
<p>A partir daí, buscou as causas, e desenvolveu patches para o código do KDE que reduzem cerca da metade dessa diferença, especialmente em jogos e aplicativos que rodam em janelas – mas também em alguns jogos que rodam em tela cheia.</p>
<p>Ele ainda não encerrou as pesquisas e o desenvolvimento, mas planeja enviar os patches ao KDE nas próximas semanas.</p>
<p>Referência: <a href="https://farnoy.dev/posts/linux-latency">Linux latency measurements and compositor tuning | farnoy.dev</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/desenvolvedor-prepara-patches-para-reduzir-latencia-de-jogos-no-kde-e-competir-melhor-com-o-windows.html">Desenvolvedor prepara patches para reduzir latência de jogos no KDE e competir melhor com o Windows</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[ReactOS alcança um marco de desenvolvimento: passa a ser capaz de rodar o Half-Life]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/reactos-alcanca-um-marco-de-desenvolvimento-passa-a-ser-capaz-de-rodar-o-half-life.html</link>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:35:29 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O ReactOS, projeto que desde 1996 busca oferecer um sistema operacional open source capaz de rodar aplicativos e drivers desenvolvidos para Windows, alcançou um marco do seu desenvolvimento: passou a ser capaz de rodar a versão do Half-Life]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O ReactOS, projeto que desde 1996 busca oferecer um sistema operacional open source capaz de rodar aplicativos e drivers desenvolvidos para Windows, alcançou um marco do seu desenvolvimento: passou a ser capaz de rodar a versão do Half-Life para Windows (que há alguns anos já conseguia inicializar parcialmente).</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Half-Life rodando em uma janela do ReactOS" src="https://static.efetividade.net/img/image.php-67228.webp"><br />
</figure></p>
<p>O marco não é pela funcionalidade (já que quem quer rodar o Half-Life fora do Windows já tem opções há um bom tempo), e sim pela maturidade do código do ReactOS, que agora já tem todos os recursos necessários a essa mesma tarefa.</p>
<p>Referência: <a href="https://www.phoronix.com/news/ReactOS-Running-Half-Life">ReactOS "Open-Source Windows" Reaches The Milestone Of Being Able To Run Half-Life - Phoronix</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/reactos-alcanca-um-marco-de-desenvolvimento-passa-a-ser-capaz-de-rodar-o-half-life.html">ReactOS alcança um marco de desenvolvimento: passa a ser capaz de rodar o Half-Life</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Nextcloud completa 10 anos e lança versão que inclui o novo Euro‑Office]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/nextcloud-completa-10-anos-e-lanca-versao-que-inclui-o-novo-eurooffice.html</link>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:34:43 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[A nova versão Hub 26 Spring inclui sua já tradicional suíte web Collabora (derivada do LibreOffice), e também o recém-anunciado Euro-Office (fork do OnlyOffice), além dos recursos que o transformam em um substituto open source para]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A nova versão <a href="https://nextcloud.com/blog/nextcloud-hub26-spring/">Hub 26 Spring</a> inclui sua já tradicional suíte web Collabora (derivada do LibreOffice), e também o recém-anunciado Euro-Office (fork do OnlyOffice), além dos recursos que o transformam em um substituto open source para produtos como o Dropbox, Microsoft 365 ou Google Drive.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="banner comercial da NextCloud com várias telas da nova versão" src="https://static.efetividade.net/img/1ed2a4b39c90dd13-png-800-58920.jpg"><br />
</figure></p>
<p>O lançamento marca não apenas o momento em que a União Europeia renova sua ênfase em soberania tecnológica com software open source mantido fora das big techs e foco em privacidade, mas também o 10º aniversário do Nextcloud – originalmente um fork do ownCloud, que por sua vez iniciou em 2010.</p>
<p>Para quem pensa em usar o NextCloud como solução familiar ou pessoal, é possível <a href="https://nextcloud.com/install/#instructions-server">instalá-lo em seu próprio servidor</a>. Interessados em suporte corporativo também podem conhecê-lo usando <a href="https://nextcloud.com/sign-up/">o test-drive de uma hora</a> de uma instalação corporativa.</p>
<p>Referência: <a href="https://fossforce.com/2026/06/nextcloud-marks-10-years-with-hub-26-spring-euro-office-and-expanded-ai/">Nextcloud Marks 10 Years With Hub 26 Spring, Euro‑Office, and Expanded AI - FOSS Force</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/nextcloud-completa-10-anos-e-lanca-versao-que-inclui-o-novo-eurooffice.html">Nextcloud completa 10 anos e lança versão que inclui o novo Euro‑Office</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[GeoLibre chega à versão 1.0, para visualizar e analisar dados geospaciais]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/geolibre-chega-a-versao-10-para-visualizar-e-analisar-dados-geospaciais.html</link>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:30:55 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Saiu a versão 1.0 do GeoLibre, uma plataforma GIS leve e on-line para visualizar, explorar e analisar dados geoespaciais em ambientes desktop e web, que inclui um layout responsivo para telinhas móveis.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu a versão 1.0 do <a href="https://geolibre.app">GeoLibre</a>, uma plataforma GIS leve e on-line para visualizar, explorar e analisar dados geoespaciais em ambientes desktop e web, que inclui um layout responsivo para telinhas móveis.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Print do demo do GeoLibre 1.0 mostrando a área ocupada por um conjunto de edifícios" src="https://static.efetividade.net/img/CleanShot-2026-06-11-09-30-59-6gKAJKIj-png-800-21467.jpg"><br />
</figure></p>
<p>A lista de formatos suportados e recursos disponíveis no GeoLibre impressiona, tanto para quem quer simplesmente usar no navegador, quanto para desenvolvedores interessados em inclui-lo em suas aplicações. </p>
<p><a href="https://viewer.geolibre.app/?url=https://share.geolibre.app/giswqs/3d-tiles.geolibre.json">Este demo</a> pode ajudar a compreender o estágio atual de maturidade do projeto.</p>
<p>Referência: <a href="https://geolibre.app/">GeoLibre 1.0</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/geolibre-chega-a-versao-10-para-visualizar-e-analisar-dados-geospaciais.html">GeoLibre chega à versão 1.0, para visualizar e analisar dados geospaciais</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Alpine Linux 3.24 chega com melhor suporte a instalação remota e IPv6]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/alpine-linux-324-chega-com-melhor-suporte-a-instalacao-remota-e-ipv6.html</link>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 09:59:07 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[A distribuição minimalista Alpine Linux lançou hoje sua nova versão, com pacotes atualizados, mais suporte a instalações remotas, e melhorias no instalador.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>
A distribuição minimalista Alpine Linux lançou hoje sua nova versão, com pacotes atualizados, mais suporte a instalações remotas, e melhorias no instalador.</p>
<p>As melhorias do instalador ‘setup-alpine’ incluem o suporte opcional ao gerenciador de boot Limine e o suporte a IPv6, além do gerenciamento de cenários em que a instalação remota seja efetuada a partir de um console serial, sem teclado, tela ou operador locais.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Logo do Alpine Linux" src="https://static.efetividade.net/img/alpine-linux-65250.webp"><br />
</figure></p>
<p>O Alpine é especialmente popular para aplicações relacionadas a segurança, conectividade, embarcadas e containers, e não tem um ambiente gráfico default, mas os repositórios da nova versão estão atualizados com o GNOME 50, KDE Plasma 6.6, Sway 1.12 e COSMIC. Debaixo do capô, as novidades incluem LLVM 22, Rust 1.96, OpenZFS 2.4.2, Qt 6.11, Ruby 3.4, Nginx 1.30 e mais.</p>
<p>Os downloads estão disponíveis nas opções Standard, Extended, Netboot, Raspberry Pi, Generic ARM e Mini Root Filesystem, para as arquiteturas 64 bits (x86_64), AArch64 (ARM64), ARMv7, 32 bits (x86), PowerPC 64 bits (ppc64le), IBM System z (s390x), e LoongArch64.</p>
<p>O Alpine Linux, você sabe, é uma distribuição diferenciada, que tem seu próprio modelo de pacotes, e usa os modestos musl libc, BusyBox e OpenRC onde as distribuições típicas esbanjam recursos com a glibc, GNU Coreutils e systemd.</p>
<p>Referência: <a href="https://alpinelinux.org/posts/Alpine-3.24.0-released.html">Alpine 3.24.0 released | Alpine Linux</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/alpine-linux-324-chega-com-melhor-suporte-a-instalacao-remota-e-ipv6.html">Alpine Linux 3.24 chega com melhor suporte a instalação remota e IPv6</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
	</channel>
</rss>
