“Que tal um videogame portátil, pouco maior que um DS Lite, com uma tela 800×480x4,3? touchscreen, teclado, D-pad E controle analógico, Wifi, saída para TV, dois slots SDHC, USB Host e, no limite, o mesmo poder computacional de um GameCube? Tudo isso por 320 dólares? Então leia o post do Pinguins Móveis sobre o Pandora, o videogame que está sendo desenvolvido pela comunidade do GP2X.”
Grandes empresas só conseguem obter boa marge lucro vendendo hardware quando produzem muito - mas muito mesmo. Enquanto que quando um software está pronto, quase não há custos na produção em massa (são só cópias!). Deve ser por isso que Gates se tornou o cara mais rico do mundo.
E desenvolver tecnologia ainda é muito mais complexo, caro, e leva anos de pesquisa. Utilizar o que já existe também é custoso, por aquela questão de patentes, royalties, etc.
Desenvolver algo assim, só com o apoio de uma grande (tipo multinacional, captou?) empresa. Aí, quando envolve empresas, o povo já perde o senso de comunidade.
Acredito que quando uma ferramenta comunitária recebe o apoio de uma grande empresa, este deveria ter somente razões para crescer. Mas na prática não é isso que acontece. A necessidade por lucro, resultados e metas a serem realizadas dentro dos prazos fazem os projetos irem por "água abaixo".
Mas que eu queria um negócio do tipo, lógico que queria... Torço para dar certo, mas é sempre bom manter um pé na realidade.
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Um homem com opinião é sempre um psicopata em potencial.
Aliene-se!