Veja o alerta da LinuxMall e ajude a divulgar.
A notícia abaixo é importante, e conto com a capilaridade da comunidade Linux brasileira para reproduzi-la e disseminá-la tão amplamente quanto possível, para que o maior número de pessoas esteja ciente e pronto para oferecer sua contribuição no momento certo.
Já em 2004
a comunidade foi alertada sobre a empresa detentora da marca registrada Open Office no Brasil estar com intenções belicosas contra o projeto internacional OpenOffice.org.
Seguiram-se
manifestos, o pessoal brasileiro do desenvolvimento do OOo sabiamente
mudou de nome para BR-Office.org, distribuidoras comerciais nacionais mudaram o nome do pacote em suas próprias mídias, e o tempo foi passando.
Mas todos os envolvidos suspeitavam que as medidas acabariam não sendo suficientes, dado o valor potencial que a detentora da marca poderia buscar receber de uma empresa como a Sun - ainda que para isto tivesse que se indispor com uma grande comunidade no Brasil.
E agora aconteceu. Veja abaixo a íntegra da mensagem que recebi hoje da LinuxMall. Se puder, ajude a divulgar, para aumentar a conscientização da comunidade sobre esta grave situação, para que estejamos preparados para agir quando os colegas do BROffice (que não é parte nesta ação judicial) ou das várias empresas nacionais (que só vamos identificar se elas assim desejarem) que são rés no mesmo processo, após obter orientação jurídica, chamarem a nossa colaboração.
"Relato da situação atual
Como todos já devem ter ouvido falar, uma empresa brasileira, detentora da marca Open Office no Brasil, vem nos últimos tempos tomando atitudes contra o uso do nome OpenOffice.org, o que obrigou o programa, que é conhecido assim mundialmente a ser chamado de BROffice no Brasil.
Recentemente esta empreitada tomou uma nova dimensão, onde a Sun Microsystems, principal apoiadora do projeto e várias empresas que fornecem no Brasil o software, suporte, soluções ou materiais relacionados ao OpenOffice.org estão sendo processadas.
Estas empresas atuam em varios ramos, como distribuidoras de softwares que vendem os CDs, empresas de suporte e treinamento, editoras que publicaram livros ou revistas sobre OpenOffice.org, fornecedores de acessórios e até mesmo livrarias pelo simples fato de venderem material didático sobre OpenOffice.org.
A empresa alega que o motivo do código do OpenOffice.org ser aberto é apenas uma jogada estratégica da Sun para gerar receita com suporte e receber gratuitamente códigos feitos por programadores ao redor do mundo inteiro para posteriormente serem usados no StarOffice, a suíte paga da Sun. Ela acusa a Sun Microsystems Inc. e a Sun Microsystems do Brasil de estarem se prevalecendo de sua notoriedade no mercado de TI para alavancar a adoção do OpenOffice.org no mercado e cita como um exemplo o fato de até a data do documento o OpenOffice.org já ter sido baixado mais de 61 milhões de vezes do site oficial.
Outras alegações são que pela licença do OpenOffice.org somente a Sun poderia vendê-lo, prestar suporte e treinamento e que cabe a mesma definir o futuro do projeto de acordo com seus interesses comerciais. Como o OpenOffice.org é licenciado atualmente pela GNU LGPL (GNU Lesser Gnu Public License), não se pode afirmar que todas estas alegações tenham fundamento.
Sabe-se que a empresa registrou a logomarca Open Office no Brasil antes mesmo da existência do OpenOffice.org, porém devido às marcantes diferenças entre as duas, como por exemplo a partícula ".org", a tipagem e o posicionamento do texto diferenciado, pode-se facilmente perceber que se tratam de marcas e produtos totalmente diferentes.
Estes tipos de ações podem ser muito negativas à imagem do OpenOffice.org e inclusive dificultar ou até mesmo impossibilitar sua adoção em larga escala em grandes empresas e órgãos governamentais.
É importante que todos os frequentadores deste veiculo largamente utilizado pela comunidade apoiadora do movimento open source fiquem sabendo do ocorrido e que manifestem suas opiniões a esta ofensa à liberdade e à filosofia de vida desta comunidade.
Atenciosamente,
LinuxMall"
Vamos nos manter informados e aguardar o chamado à ação, de modo a não prejudicar o andamento da questão judicial.
Leidson - Popolon Y2k
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Alckmista X Mula - Debate I, II, III e Entrevistas
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