Um litro de tinta de impressora custa R$ 6000. Depois que a ficha caiu, eu não me revoltei, simplesmente. Eu me alarmei! Muita gente que quebra vidros de carros para roubar aparelhos de som vai se tocar que está perdendo dinheiro. O negócio é arrombar escritórios e roubar cartuchos de tinta!
Brincadeiras à parte, fico estupefata de constatar que, em plena era da documentação eletrônica, muita gente se sente dependente ainda do papel e dos cartuchos. Minha mãe até hoje imprime artigos da internet para ler depois, e os faz como as crianças do século passado faziam com suas pastinhas de recortes.
Felizmente hoje há maneiras de não desperdiçar nosso dimdim com esse líquido tão precioso.
Eu só uso minha impressora quando realmente preciso. Ou melhor, quando sou exigida. Hoje, é apenas para os receituários dos pacientes, que ainda precisam de um papel em mãos para se dirigirem à farmácia. Fora isso, nem para a faculdade. Na UnicenP a maioria dos meus professores tem uma mentalidade totalmente compatível com o mundo digital. Se algum trabalho meu tiver que ir para o papel, os alunos mandam imprimir dos próprios laboratórios para a Central de Impressão. Que só usa impressoras a laser.
Veja o texto completo em
Garota Sem Fio :: A tecnologia móvel no dia-a-dia, por Bia Kunze.
Eu concordo com a visão da Bia Kunze. E embora a minha carga de impressão pessoal e doméstica seja bastante pequena, há um bom tempo estou atraído pela melhor relação de custo por página das impressoras laser mais modestas. Um dia ainda acabo migrando.