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	<title>BR-Linux.org</title>
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	<link>https://br-linux.org/</link>
	<description>Desde 1996 levando o Linux a sério</description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 Jun 2026 10:36:49 -0300</lastBuildDate>
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		<item>
		<title><![CDATA[Desenvolvedor prepara patches para reduzir latência de jogos no KDE e competir melhor com o Windows]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/desenvolvedor-prepara-patches-para-reduzir-latencia-de-jogos-no-kde-e-competir-melhor-com-o-windows.html</link>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:36:43 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Para um usuário de Linux do século XX, como eu, esse tipo de notícia mostra como o mundo mudou: eu demorava semanas para conseguir configurar um PC novo para entrar no modo gráfico, e agora a luta é para reduzir uma diferença de]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mylead">Para um usuário de Linux do século XX, como eu, esse tipo de notícia mostra como o mundo mudou: eu demorava semanas para conseguir configurar um PC novo para entrar no modo gráfico, e agora a luta é para reduzir uma diferença de latência medida em 4 milissegundos – avançamos!</h2>
<p>O desenvolvedor Jakub Okoński tem trabalhado na comparação da latência de jogos entre Linux e Windows e, a partir do resultado, trabalhando para produzir algumas melhorias no compositor KWin, do KDE, para que a latência seja mais competitiva com a experiência de jogo no Microsoft Windows 11.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Uma placa Teensy 4.0 sobreposta a uma janela do editor Kate, no KDE" src="https://static.efetividade.net/img/KWin-Plasma-5-16-902786-png-800-77380.jpg"><br />
	<figcaption>Um Teensy 4.0 em uma janela do KDE</figcaption><br />
</figure></p>
<p>Ele usou um microcontrolador Teensy para comparar a latência de jogos entre Windows 11 e Linux com KDE Plasma 6, medindo o tempo entre clique no mouse e fóton na tela, e encontrou diferenças de até 4 milissegundos entre os 2 sistemas operacionais. </p>
<p>A partir daí, buscou as causas, e desenvolveu patches para o código do KDE que reduzem cerca da metade dessa diferença, especialmente em jogos e aplicativos que rodam em janelas – mas também em alguns jogos que rodam em tela cheia.</p>
<p>Ele ainda não encerrou as pesquisas e o desenvolvimento, mas planeja enviar os patches ao KDE nas próximas semanas.</p>
<p>Referência: <a href="https://farnoy.dev/posts/linux-latency">Linux latency measurements and compositor tuning | farnoy.dev</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/desenvolvedor-prepara-patches-para-reduzir-latencia-de-jogos-no-kde-e-competir-melhor-com-o-windows.html">Desenvolvedor prepara patches para reduzir latência de jogos no KDE e competir melhor com o Windows</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[ReactOS alcança um marco de desenvolvimento: passa a ser capaz de rodar o Half-Life]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/reactos-alcanca-um-marco-de-desenvolvimento-passa-a-ser-capaz-de-rodar-o-half-life.html</link>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:35:29 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O ReactOS, projeto que desde 1996 busca oferecer um sistema operacional open source capaz de rodar aplicativos e drivers desenvolvidos para Windows, alcançou um marco do seu desenvolvimento: passou a ser capaz de rodar a versão do Half-Life]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O ReactOS, projeto que desde 1996 busca oferecer um sistema operacional open source capaz de rodar aplicativos e drivers desenvolvidos para Windows, alcançou um marco do seu desenvolvimento: passou a ser capaz de rodar a versão do Half-Life para Windows (que há alguns anos já conseguia inicializar parcialmente).</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Half-Life rodando em uma janela do ReactOS" src="https://static.efetividade.net/img/image.php-67228.webp"><br />
</figure></p>
<p>O marco não é pela funcionalidade (já que quem quer rodar o Half-Life fora do Windows já tem opções há um bom tempo), e sim pela maturidade do código do ReactOS, que agora já tem todos os recursos necessários a essa mesma tarefa.</p>
<p>Referência: <a href="https://www.phoronix.com/news/ReactOS-Running-Half-Life">ReactOS "Open-Source Windows" Reaches The Milestone Of Being Able To Run Half-Life - Phoronix</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/reactos-alcanca-um-marco-de-desenvolvimento-passa-a-ser-capaz-de-rodar-o-half-life.html">ReactOS alcança um marco de desenvolvimento: passa a ser capaz de rodar o Half-Life</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Nextcloud completa 10 anos e lança versão que inclui o novo Euro‑Office]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/nextcloud-completa-10-anos-e-lanca-versao-que-inclui-o-novo-eurooffice.html</link>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:34:43 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[A nova versão Hub 26 Spring inclui sua já tradicional suíte web Collabora (derivada do LibreOffice), e também o recém-anunciado Euro-Office (fork do OnlyOffice), além dos recursos que o transformam em um substituto open source para]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A nova versão <a href="https://nextcloud.com/blog/nextcloud-hub26-spring/">Hub 26 Spring</a> inclui sua já tradicional suíte web Collabora (derivada do LibreOffice), e também o recém-anunciado Euro-Office (fork do OnlyOffice), além dos recursos que o transformam em um substituto open source para produtos como o Dropbox, Microsoft 365 ou Google Drive.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="banner comercial da NextCloud com várias telas da nova versão" src="https://static.efetividade.net/img/1ed2a4b39c90dd13-png-800-58920.jpg"><br />
</figure></p>
<p>O lançamento marca não apenas o momento em que a União Europeia renova sua ênfase em soberania tecnológica com software open source mantido fora das big techs e foco em privacidade, mas também o 10º aniversário do Nextcloud – originalmente um fork do ownCloud, que por sua vez iniciou em 2010.</p>
<p>Para quem pensa em usar o NextCloud como solução familiar ou pessoal, é possível <a href="https://nextcloud.com/install/#instructions-server">instalá-lo em seu próprio servidor</a>. Interessados em suporte corporativo também podem conhecê-lo usando <a href="https://nextcloud.com/sign-up/">o test-drive de uma hora</a> de uma instalação corporativa.</p>
<p>Referência: <a href="https://fossforce.com/2026/06/nextcloud-marks-10-years-with-hub-26-spring-euro-office-and-expanded-ai/">Nextcloud Marks 10 Years With Hub 26 Spring, Euro‑Office, and Expanded AI - FOSS Force</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/nextcloud-completa-10-anos-e-lanca-versao-que-inclui-o-novo-eurooffice.html">Nextcloud completa 10 anos e lança versão que inclui o novo Euro‑Office</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[GeoLibre chega à versão 1.0, para visualizar e analisar dados geospaciais]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/geolibre-chega-a-versao-10-para-visualizar-e-analisar-dados-geospaciais.html</link>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:30:55 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Saiu a versão 1.0 do GeoLibre, uma plataforma GIS leve e on-line para visualizar, explorar e analisar dados geoespaciais em ambientes desktop e web, que inclui um layout responsivo para telinhas móveis.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu a versão 1.0 do <a href="https://geolibre.app">GeoLibre</a>, uma plataforma GIS leve e on-line para visualizar, explorar e analisar dados geoespaciais em ambientes desktop e web, que inclui um layout responsivo para telinhas móveis.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Print do demo do GeoLibre 1.0 mostrando a área ocupada por um conjunto de edifícios" src="https://static.efetividade.net/img/CleanShot-2026-06-11-09-30-59-6gKAJKIj-png-800-21467.jpg"><br />
</figure></p>
<p>A lista de formatos suportados e recursos disponíveis no GeoLibre impressiona, tanto para quem quer simplesmente usar no navegador, quanto para desenvolvedores interessados em inclui-lo em suas aplicações. </p>
<p><a href="https://viewer.geolibre.app/?url=https://share.geolibre.app/giswqs/3d-tiles.geolibre.json">Este demo</a> pode ajudar a compreender o estágio atual de maturidade do projeto.</p>
<p>Referência: <a href="https://geolibre.app/">GeoLibre 1.0</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/geolibre-chega-a-versao-10-para-visualizar-e-analisar-dados-geospaciais.html">GeoLibre chega à versão 1.0, para visualizar e analisar dados geospaciais</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Alpine Linux 3.24 chega com melhor suporte a instalação remota e IPv6]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/alpine-linux-324-chega-com-melhor-suporte-a-instalacao-remota-e-ipv6.html</link>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 09:59:07 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[A distribuição minimalista Alpine Linux lançou hoje sua nova versão, com pacotes atualizados, mais suporte a instalações remotas, e melhorias no instalador.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>
A distribuição minimalista Alpine Linux lançou hoje sua nova versão, com pacotes atualizados, mais suporte a instalações remotas, e melhorias no instalador.</p>
<p>As melhorias do instalador ‘setup-alpine’ incluem o suporte opcional ao gerenciador de boot Limine e o suporte a IPv6, além do gerenciamento de cenários em que a instalação remota seja efetuada a partir de um console serial, sem teclado, tela ou operador locais.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Logo do Alpine Linux" src="https://static.efetividade.net/img/alpine-linux-65250.webp"><br />
</figure></p>
<p>O Alpine é especialmente popular para aplicações relacionadas a segurança, conectividade, embarcadas e containers, e não tem um ambiente gráfico default, mas os repositórios da nova versão estão atualizados com o GNOME 50, KDE Plasma 6.6, Sway 1.12 e COSMIC. Debaixo do capô, as novidades incluem LLVM 22, Rust 1.96, OpenZFS 2.4.2, Qt 6.11, Ruby 3.4, Nginx 1.30 e mais.</p>
<p>Os downloads estão disponíveis nas opções Standard, Extended, Netboot, Raspberry Pi, Generic ARM e Mini Root Filesystem, para as arquiteturas 64 bits (x86_64), AArch64 (ARM64), ARMv7, 32 bits (x86), PowerPC 64 bits (ppc64le), IBM System z (s390x), e LoongArch64.</p>
<p>O Alpine Linux, você sabe, é uma distribuição diferenciada, que tem seu próprio modelo de pacotes, e usa os modestos musl libc, BusyBox e OpenRC onde as distribuições típicas esbanjam recursos com a glibc, GNU Coreutils e systemd.</p>
<p>Referência: <a href="https://alpinelinux.org/posts/Alpine-3.24.0-released.html">Alpine 3.24.0 released | Alpine Linux</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/alpine-linux-324-chega-com-melhor-suporte-a-instalacao-remota-e-ipv6.html">Alpine Linux 3.24 chega com melhor suporte a instalação remota e IPv6</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[aMule 3.0.0: Nova versão do clássico aplicativo de compartilhamento P2P]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/amule-300-nova-versao-do-classico-aplicativo-de-compartilhamento-p2p.html</link>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 09:38:46 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O aMule, que está na estrada desde 2003, lançou hoje sua nova versão &#39;alive again&#39;, inaugurando a série 3⸱0, e mantendo a compatibilidade com os demais programas que usam o protocolo eMule.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<br />
<h2 class="mylead">O aMule, que está na estrada desde 2003, <a href="https://amule-org.github.io/changelog/3.0.0">lançou hoje sua nova versão &#39;alive again&#39;</a>, inaugurando a série 3⸱0, e mantendo a compatibilidade com os demais programas que usam o protocolo eMule.</h2>
<p>É a primeira versão &#39;major&#39; do aMule em mais de 5 anos (desde a 2.3.3, de fevereiro de 2021), e as principais mudanças são melhorias no desempenho dos downloads, revisão completa do sistema de compilação (sai autotools, entra CMake), executáveis nativos para Linux, Mac e Windows, e uma limpeza completa da API legada.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Um print da janela do aMule" src="https://static.efetividade.net/img/-downloads-png-800-48817.jpg"><br />
</figure></p>
<p>Sobre as melhorias de desempenho, o <a href="https://amule-org.github.io/changelog/3.0.0">Changelog da versão 3.0.0</a> tem uma tabela com números tão grandes a ponto de serem espantosos, multiplicando por 100 (ou mais - até 380x) o desempenho (medido em MB/s de download) obtido na versão 2.3.3. A razão é uma reescrita das rotinas, incluindo separar as threads de comunicação em rede e de escrita em disco.</p>
<p>Há pacotes oficiais para linux nos formatos AppImage e FlatPak.</p>
<p>Referência: <a href="https://neopaquita.es/@sam/116715731047824778">@sam@neopaquita.es</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/amule-300-nova-versao-do-classico-aplicativo-de-compartilhamento-p2p.html">aMule 3.0.0: Nova versão do clássico aplicativo de compartilhamento P2P</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Mais de 70 repositórios da Microsoft no GitHub foram desativados após invasão e inserção de malware]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/mais-de-70-repositorios-da-microsoft-no-github-foram-desativados-apos-invasao-e-insercao-de-malware.html</link>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 09:36:48 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[A Microsoft confirma que desativou mais de 70 dos seus próprios repositórios open source no GitHub, incluindo vários relacionados ao Azure e a agentes de IA, enquanto investiga uma invasão.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft confirma que desativou mais de 70 dos seus próprios repositórios open source no GitHub, incluindo vários relacionados ao Azure e a agentes de IA, enquanto investiga uma invasão. </p>
<p><figure><br />
	<img alt="Logos da Microsoft e do GitHub" src="https://static.efetividade.net/img/ms-plus-github-tn.png-51355.webp"><br />
</figure></p>
<p>Como tem sido frequente na atual onda de ataques, o alvo é roubar credenciais de quem instalar o software dos repositórios: os invasores injetaram malware que coleta as chaves e tokens de acesso ao Claude, Gemini e similares.</p>
<p>Consultada, a Microsoft se recusou a informar quantas pessoas fizeram o download dos pacotes infectados, enquanto estiveram disponibilizados nos repositórios da empresa no GitHub (que também pertence à Microsoft).</p>
<p>Referência: <a href="https://techcrunch.com/2026/06/08/microsofts-open-source-tools-were-hacked-to-steal-passwords-of-ai-developers/">techcrunch.com</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/mais-de-70-repositorios-da-microsoft-no-github-foram-desativados-apos-invasao-e-insercao-de-malware.html">Mais de 70 repositórios da Microsoft no GitHub foram desativados após invasão e inserção de malware</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Fedora 44 para RISC-V está disponível, com suporte para plaquinhas OrangePi, Banana Pi e mais]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/fedora-44-para-risc-v-esta-disponivel-com-suporte-para-plaquinhas-orangepi-banana-pi-e-mais.html</link>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 09:35:22 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O Fedora 44 para hardware RISC-V está disponível nas opções container, servidor e nuvem, em imagens criadas e mantidas pela própria comunidade Fedora.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>
O <a href="Fedora Discourse">Fedora 44 para hardware RISC-V está disponível</a> nas opções container, servidor e nuvem, em imagens criadas e mantidas pela própria comunidade Fedora.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Foto esquemática do OrangePi RV com legendas mostrando seus componentes e conectores" src="https://static.efetividade.net/img/CleanShot-2026-06-09-08-56-944969-png-800-53744.jpg"><br />
	<figcaption>Um OrangePi RV</figcaption><br />
</figure></p>
<p>As imagens do Fedora 44 para RISC-V usam um kernel baseado no Linux 6.19, próximo ao upstream, e foram testadas no Vision Five 2, Orange Pi RV e Milk-V Mars.</p>
<p>O suporte a arquiteturas variadas é consequência do kernel "Omni", criado para suportar um conjunto mais amplo de placas RISC-V, inclusive com recursos que ainda não estão disponíveis no kernel Linux upstream, e por isso a distribuição oferece compatibilidade com o Banana Pi BPI-F3, Bit-Brick K1, DeepComputing fml13v01, Lichee Pi 4A, Milk-V Jupiter, Milk-V Mars, Milk-V Megrez, Milk-V Titan, OrangePi R2S, OrangePi RV, OrangePi RV2, Pine64 STARPro64, SiFive HiFive P550, SiFive HiFive Unmatched, SpacemiT K3 Pico-ITX, StarFive VisionFive 2 e StarFive VisionFive 2 Lite.</p>
<p>Referência: <a href="https://www.phoronix.com/news/Fedora-44-RISC-V-Images">phoronix.com</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/fedora-44-para-risc-v-esta-disponivel-com-suporte-para-plaquinhas-orangepi-banana-pi-e-mais.html">Fedora 44 para RISC-V está disponível, com suporte para plaquinhas OrangePi, Banana Pi e mais</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[O que fazer após instalar o Ubuntu 26.04]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/o-que-fazer-apos-instalar-o-ubuntu-2604.html</link>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 09:34:40 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Os vizinhos do VivaoLinux publicaram hoje um artigo de Xerxes Lins com uma lista prática de sugestões de configuração e personalização para usuários do Ubuntu.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os vizinhos do VivaoLinux publicaram hoje um artigo de Xerxes Lins com uma lista prática de sugestões de configuração e personalização para usuários do Ubuntu. </p>
<p><figure><br />
	<img alt="Um banner do Ubuntu 26.04 Resolute Raccoon" src="https://static.efetividade.net/img/ubuntu-raccoon-26-54613.png"><br />
	<figcaption></figcaption><br />
</figure></p>
<p>Começa assim: “Depois de instalar o Ubuntu 26.04, o desktop já está pronto para uso, mas alguns passos tornam a máquina mais útil, segura e confortável no dia a dia. Atualizações, drivers, codecs, backups, firewall e preferências de privacidade são cuidados básicos que valem a pena logo na primeira sessão.” </p>
<p>Referência: <a href="https://www.vivaolinux.com.br/artigo/O-que-fazer-apos-instalar-o-Ubuntu-2604">vivaolinux.com.br</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/o-que-fazer-apos-instalar-o-ubuntu-2604.html">O que fazer após instalar o Ubuntu 26.04</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Desenvolvedor do rsync pede desculpas, lança versão corrigida, anuncia grupo de testadores]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/desenvolvedor-do-rsync-pede-desculpas-lanca-versao-corrigida-anuncia-grupo-de-testadores.html</link>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 16:31:42 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O LWN trouxe a informação e reproduziu o e-mail em que Andrew Tridgell pede desculpas e informa evoluções positivas, após a descoberta de regressões no código de versões recentes do rsync (depois de ele ter adotado o vibe coding), e]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O LWN <a href="https://lwn.net/Articles/1076989/#Comments">trouxe a informação</a> e <a href="https://lwn.net/ml/all/CAAbv5GYjCWdvALZHZ5B-ep4p7tvMDYrQWKexjM2fLM%2BhtGyVGg%40mail.gmail.com/">reproduziu o e-mail</a> em que Andrew Tridgell pede desculpas e informa evoluções positivas, após a <a href="Novas versões do rsync trazem bugs críticos surpreendentes e foram feitas com IA">descoberta de regressões no código de versões recentes do rsync</a> (depois de ele ter adotado o <em>vibe coding</em>), e de <a href="https://br-linux.org/2026/01/criador-do-rsync-responde-mal-a-controversia-sobre-as-regressoes-causadas-pelo-seu-uso-de-vibe-coding.html">uma primeira reação bem menos positiva</a> da parte dele.</p>
<p>Como eu disse <a href="https://br-linux.org/2026/01/criador-do-rsync-responde-mal-a-controversia-sobre-as-regressoes-causadas-pelo-seu-uso-de-vibe-coding.html">no post que cobriu o capítulo anterior</a> dessa novela, tenho imenso respeito pelo legado dele, e lamento especialmente que isso esteja acontecendo porque ele preferiria estar curtindo a aposentadoria mas não encontrou um mantenedor à altura para herdar o projeto.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Uma vinheta do rsync com o pinguim Tux" src="https://static.efetividade.net/img/rsync-58506.png"><br />
</figure></p>
<p>Nesse sentido, o pedido de desculpas dele também me entristece, por ser pelo fator errado: a reação inicial destemperada mereceria sim um pedido de desculpas, mas ter errado na disponibilização de código (mesmo que por uma imperícia que não é característica do seu histórico) é algo que acontece e não demanda se desculpar. </p>
<p>As notícias do contexto são boas: ele acabou se motivando para lançar uma nova série 3.5 do rsync; lançou uma versão 3.4.3 para corrigir as regressões recentes (que vem acompanhada de um kit para implementar as mesmas correções nas versões usadas em distribuições LTS correntes); para a futura série 3.5, criou um grupo de testadores, como prevenção adicional para novas regressões; não acha mais que seu novo software testador é a garantia universal de compatibilidade de código.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/desenvolvedor-do-rsync-pede-desculpas-lanca-versao-corrigida-anuncia-grupo-de-testadores.html">Desenvolvedor do rsync pede desculpas, lança versão corrigida, anuncia grupo de testadores</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Novidades no BR-Linux: IPv6, reacts aos posts, layout em celulares, mês do orgulho e mais]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/novidades-no-br-linux-ipv6-reacts-aos-posts-layout-em-celulares-mes-do-orgulho-e-mais.html</link>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 08:31:30 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[No final de semana tive tempo de dedicar algumas horas à lista de pendências nas áreas que são mais visíveis pelos leitores, e aqui estão as novidades implementadas, que estarão em testes ao longo desta semana:   Acesso ao BR-Linux via]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No final de semana tive tempo de dedicar algumas horas à lista de pendências nas áreas que são mais visíveis pelos leitores, e aqui estão as novidades implementadas, que estarão em testes ao longo desta semana:</p>
<ol>
<li><strong>Acesso ao BR-Linux via IPv6:</strong> ativado, e cadastrado no DNS. Endereço: 2607:F298:0006:A027:0000:0000:06FA:83EF. Atendendo à <a href="https://mas.to/@UnderEu/116627320463559795">sugestão do @UnderEu@mas.to</a>, que testou e validou. Obrigado!
<li><strong>Celulares X Posts com vídeos:</strong> Consertei o layout em telas estreitas (celulares), que estava alargando demais quando algum post incluía um vídeo do YouTube. Agora o vídeo se restringe à largura da tela, mesmo quando o <em>embed</em> gerado pelo Youtube tenta expandi-lo.
</ol>
<p><figure><br />
	<img alt="Print de um post do BR-Linux mostrando os emojis de joinha, riso, corações, etc., e um número ao lado de cada um deles." src="https://static.efetividade.net/img/CleanShot-2026-06-07-21-51-339243-png-800-46950.jpg"><br />
	<figcaption>Exemplo de interface dos reacts/reações dos leitores</figcaption><br />
</figure></p>
<ol start="3">
<li><strong>Reações (joinha, etc.) aos posts:</strong> ativado, a princípio apenas para posts com até 1 semana de idade. Incluí 6 categorias, representadas subjetivamente, a partir dos emojis a seguir: 👍🏻 🤣 🥰 😮 😤 👎🏻. A sugestão foi do leitor Alexandre Anacleto, via <a href="https://br-linux.org/contato">formulário de contato</a>, e o recurso está em teste, porque caso venha a me gerar esforço de moderação, não vou manter.
<li><strong>Mês do orgulho:</strong> a comunidade LGBTQIAPN+ celebra em junho o Mês do Orgulho, e o BR-Linux reafirma ser a favor da inclusão e da diversidade. Na atualização dos termos de uso do site (que permanece na lista de pendências), procurarei deixar ainda mais claro que aqui se combate a discriminação, e não há lugar para homofobia e transfobia, assim como não se tolera racismo, capacitismo, xenofobia, misoginia, etarismo, gordofobia e várias outras manifestações da mesma espécie.
<li><strong>Metadados dos posts</strong>: ajustes e evolução dos campos de tags, autoria, data, etc. dos posts, nas capas e nas páginas de post individual. A versão anterior era de um layout de 2013, ainda tinha link para compartilhar no Facebook…
<li><strong>Formulário de indicação de notícias:</strong> está funcionando muito bem, e é sempre muito bom receber <a href="https://br-linux.org/indicar">por meio dele</a> as indicações das pautas que vocês desejam ver divulgadas aqui. Agora melhorei as instruções sobre o preenchimento dos campos (com exemplos!), e ajustei o antispam, porque os bots de spam já redescobriram esse recurso.
<li><strong>Posts com texto enviado pelos leitores</strong>: reativação de um estilo de formatação específico para dar destaque especial quando o post é de texto enviado por leitores , que havia sido esquecido quando fiz a modernização do layout, num sprint anterior.
</ol>
<p>A retomada do site é bem trabalhosa, mas faço com prazer (e sem pressa). Ainda há muito a avançar!</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/novidades-no-br-linux-ipv6-reacts-aos-posts-layout-em-celulares-mes-do-orgulho-e-mais.html">Novidades no BR-Linux: IPv6, reacts aos posts, layout em celulares, mês do orgulho e mais</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Soberania Digital: Europa abraça o open source (e o Mastodon)]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/soberania-digital-europa-abraca-o-open-source-e-o-mastodon.html</link>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 08:31:04 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Gostaria de ver similar decolar em nosso país: a Comissão Europeia anunciou na semana passada a sua proposta oficial de pacote de medidas estratégicas de soberania tecnológica, para reforçar a autonomia e resiliência digital da Europa.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>
Gostaria de ver similar decolar em nosso país: a Comissão Europeia <a href="https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_26_1187">anunciou</a> na semana passada a sua proposta oficial de <a href="https://ec.europa.eu/newsroom/dae/redirection/document/129100">pacote de medidas estratégicas de soberania tecnológica</a>, para reforçar a autonomia e resiliência digital da Europa.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Foto do evento em que foi apresentada a estratégia" src="https://static.efetividade.net/img/ed7364774023bae7f85988382d7736ff4a60fc9f-1200x675-53718.png"><br />
	<figcaption>A equipe de soberania digital da Comissão Europeia, no evento que apresentou o pacote de medidas.</figcaption><br />
</figure></p>
<p>A estrutura de governança da Europa reconhece como um problema o fato de, neste momento, depender de fornecedores externos de tecnologia para mais de 80% das infraestruturas digitais críticas. A frase da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen é expressiva: </p>
<blockquote><p>
"Não podemos nos permitir depender de terceiros para as tecnologias que mantêm os nossos hospitais em funcionamento, as nossas redes energéticas estáveis e os nossos serviços seguros. Trata-se de proteger os nossos cidadãos, defender os nossos interesses e fazer as nossas próprias escolhas."
</p></blockquote>
<p>Segundo o comunicado, a nova abordagem da União Europeia aos ecossistemas digitais abertos visa mudar isso, <mark>apoiando soluções de código aberto em todos os níveis</mark>, valorizando a auditabilidade e a segurança, e combatendo o aprisionamento criado pelos sistemas proprietários.</p>
<p>Também há medidas referentes a hardware, nuvem e IA, e menção específica a redes sociais verdadeiramente descentralizadas e soberanas: “Fortalecer o espaço das redes sociais de código aberto apoiando soluções e plataformas de redes sociais abertas e descentralizadas. A Comissão gere atualmente uma instância Mastodon – que hospeda a presença da Comissão – e planeja alargar a base de usuários às instituições da UE”.</p>
<p>Tomara que a moda pegue.</p>
<p>Referência: <a href="https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_26_1187">Commission proposes tech sovereignty package to strengthen Europe&#39;s digital autonomy and resilience</a>.</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/soberania-digital-europa-abraca-o-open-source-e-o-mastodon.html">Soberania Digital: Europa abraça o open source (e o Mastodon)</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[C0XMO, malware ~inclusivo forma uma botnet a partir de dispositivos com DD-WRT]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/c0xmo-malware-inclusivo-forma-uma-botnet-a-partir-de-dispositivos-com-dd-wrt.html</link>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 08:30:07 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O DD-WRT, popular sistema open source para roteadores e dispositivos embarcados, virou alvo do C0XMO, um malware que estabelece uma botnet diretamente dos roteadores (e outros dispositivos, como DVRs e equipamentos de gerenciamento) invadidos,]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://dd-wrt.com">DD-WRT</a>, popular sistema open source para roteadores e dispositivos embarcados, virou alvo do C0XMO, um malware que estabelece uma botnet diretamente dos roteadores (e outros dispositivos, como DVRs e equipamentos de gerenciamento) invadidos, e os usa para gerar ataques de negação de serviço contra alvos selecionados pelos operadores dessa infraestrutura nefasta.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Foto de um roteador Linksys WRT3200ACM" src="https://static.efetividade.net/img/Top-10-Best-DD-WRT-Wireless-Routers-of-2021-77175.jpg"><br />
	<figcaption>O Linksys WRT3200ACM é um dos muitos dispositivos que rodam o DD-WRT</figcaption><br />
</figure></p>
<p>O DD-WRT roda em diversas arquiteturas, e o C0XMO não fica atrás: foram encontradas amostras de código do malware para ARM, MIPS, PowerPC, SuperH, x86, x86_64 e mais. Ele vasculha a Internet em busca de equipamentos vulneráveis a uma falha no serviço UPnP do DD-WRT e com senhas pouco complexas, e se replica para eles automaticamente, ampliando a botnet.</p>
<p>Uma vez instalado, o C0XMO <mark>remove ou desativa outros malwares que tenham se aproveitado da mesma falha para invadir o mesmo equipamento,</mark> e ativa uma série de salvaguardas para garantir a sua própria execução periódica, ao mesmo tempo em que estabelece conexão com um servidor central, do qual recebe comandos para inspecionar redes ou atacá-las. </p>
<p>Para prevenir a infestação, o ideal é começar por ter em seu equipamento a versão mais recente do DD-WRT, e uma senha que não seja fácil de adivinhar.</p>
<p>Referência: <a href="https://www.bleepingcomputer.com/news/security/c0xmo-botnet-spreads-via-dd-wrt-router-flaw-kills-rival-malware/">C0XMO botnet spreads via DD-WRT router flaw, kills rival malware</a>.	</p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/c0xmo-malware-inclusivo-forma-uma-botnet-a-partir-de-dispositivos-com-dd-wrt.html">C0XMO, malware ~inclusivo forma uma botnet a partir de dispositivos com DD-WRT</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[LibreOffice corrige Euro-Office e quer o título de primeiro pacote de escritório open source europeu]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/libreoffice-corrige-euro-office-e-quer-o-titulo-de-primeiro-pacote-de-escritorio-open-source-europeu.html</link>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 08:26:11 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[O Euro-Office é o pacote de aplicativos de escritório que nasceu da positiva onda de soberania tecnológica da União Europeia, vem sendo desenvolvido por um consórcio de empresas e projetos (como Nextcloud, Open-Xchange, OpenProject,]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://github.com/Euro-Office">Euro-Office</a> é o pacote de aplicativos de escritório que nasceu da positiva onda de soberania tecnológica da União Europeia, vem sendo desenvolvido por um consórcio de empresas e projetos (como Nextcloud, Open-Xchange, OpenProject, Proton e Tuta) e tem como principal base um fork do código open source do ONLYOFFICE (que é de origem russa, e cujos desenvolvedores não aderiram ao esforço da União Europeia).</p>
<p>Aplaudimos a existência e desejamos sucesso ao Euro-Office, mas há algo que ele diz ser, e não é – ou, no mínimo, há espaço para contestação, mesmo que não se dê total razão ao <a href="https://blog.documentfoundation.org/blog/2026/06/08/an-open-letter/">incômodo expresso pelo LibreOffice</a> sobre o Euro-Office dizer que é o primeiro pacote de escritório open source europeu.</p>
<p>A carta aberta do LibreOffice, datada de hoje, começa assim:</p>
<blockquote><p>
Nos últimos dias você tem lido vários artigos anunciando a chegada do Euro-Office, que anunciado como o primeiro pacote de escritório de código aberto desenvolvido na Europa. Somos compelidos – com relutância, uma vez que o código aberto deve basear-se na transparência e não na fraude – a corrigir esta afirmação. O primeiro pacote de escritório de código aberto desenvolvido na Europa foi o OpenOffice.org em 2001, baseado no código-fonte do StarOffice, e seguido pelo LibreOffice a partir de 2010.
</p></blockquote>
<p>Eu estou nesta estrada há tempo suficiente para ter usado o StarOffice para Linux (importei uma caixa enorme de discos de instalação e manuais impressos, na época vendidos na Alemanha pela SuSE). Comemorei a abertura do seu código, que veio na virada do século, após a compra pela Sun Microsystems (dos EUA). </p>
<p><figure><br />
	<img alt="uma caixa de CD com rótuoo da StarDivision" src="https://static.efetividade.net/img/DSCN5198-288235-png-800-51192.jpg"><br />
	<figcaption>Uma mídia de instalação do StarOffice, quando ainda era proprietário e pertencente à Star Division</figcaption><br />
</figure></p>
<p>No ano 2000 Sun abriu o código do StarOffice, que comprou em 1999 da empresa alemã que o desenvolvia desde 1985. Esse código deu forma ao OpenOffice, mantido pela Sun até a aquisição da empresa pela Oracle, em 2010. A aquisição pela Oracle acabou dando o ensejo para a criação do fork comunitário LibreOffice (também em 2010), administrado pela The Document Foundation, uma ONG sediada na Alemanha. Em paralelo, no ano seguinte, o código e a marca do OpenOffice foram herdados pela Apache.</p>
<p>Para mim, há pouco espaço para dúvida: o LibreOffice é um pacote de escritório open source europeu, desde 2010. O fato de o código ter sido aberto nos EUA não muda a sua origem, nem interfere na nacionalidade do projeto. </p>
<p>Afinal, se o Euro-Office quer dar importância especial ao país de origem de cada aplicativo, é bom que o faça de forma consistente.</p>
<p>Referência: <a href="https://blog.documentfoundation.org/blog/2026/06/08/an-open-letter/">blog.documentfoundation.org</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/libreoffice-corrige-euro-office-e-quer-o-titulo-de-primeiro-pacote-de-escritorio-open-source-europeu.html">LibreOffice corrige Euro-Office e quer o título de primeiro pacote de escritório open source europeu</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
		<item>
		<title><![CDATA[Armbian Imager 2.0 agora permite configurar o sistema antes de gerar a imagem de instalação]]></title>
		<link>https://br-linux.org/2026/01/armbian-imager-20-agora-permite-configurar-o-sistema-antes-de-gerar-a-imagem-de-instalacao.html</link>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 08:25:51 -0300</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Campos]]></dc:creator>
		<description><![CDATA[Quem tem demanda de instalar com frequência sistemas operacionais em computadores de uma placa só (como o Orange Pi, Banana Pi, Odroid, Raspberry Pi e similares) vai gostar de saber que agora o gerador de imagens de instalação do Armbian]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quem tem demanda de instalar com frequência sistemas operacionais em computadores de uma placa só (como o Orange Pi, Banana Pi, Odroid, Raspberry Pi e similares) vai gostar de saber que agora <a href="https://blog.armbian.com/meet-our-new-armbian-imager-2-0/">o gerador de imagens de instalação do Armbian permite configurar previamente</a> itens como login, senha, Wi-Fi, fuso horário, localização, chaves SSH e shell.</p>
<p><figure><br />
	<img alt="Tela do Armbian Imager 2.0" src="https://static.efetividade.net/img/armbian-imager-2-app-1024x682-2.jpg-34837.avif"><br />
	<figcaption>Armbian Imager 2.0</figcaption><br />
</figure></p>
<p>Ter esses detalhes pré-configurados na imagem permite dar boot com um estado muito mais pronto para uso na máquina de destino, que frequentemente tem menos recursos e usabilidade do que a máquina usada para gerar a mídia de instalação – já que o Armbian Imager roda em Linux, Mac e até Windows. </p>
<p>Na prática, em alguns casos, isso permite ter a máquina acessível e configurável remotamente desde seu primeiro boot, sem que ela precise ter um console local.</p>
<p>Armbian, você sabe, é um projeto que disponibiliza uma plataforma unificada, baseada em software do Debian e do Ubuntu, pronta para produção em mais de 300 computadores baseados no fragmentadíssimo ecossistema do hardware ARM. As imagens de instalação do Armbian incluen o kernel e configurações específicos para cada placa, com drivers testados e grande chance de a placa funcionar de primeira, sem ter que recorrer a forks de cada fabricante.</p>
<p>Referência: <a href="https://linuxiac.com/armbian-imager-2-0-debuts-with-first-boot-setup-profiles/">Armbian Imager 2.0 Flashing Tools Debuts with First-Boot Setup Profiles</a></p>
<p><!-- #remaxe blog: brlinux --></p>
<p style="margin-top:1.5em; border-top:1px solid #d0d0d0;padding-top:0.3em;"><i>O artigo "<a href="https://br-linux.org/2026/01/armbian-imager-20-agora-permite-configurar-o-sistema-antes-de-gerar-a-imagem-de-instalacao.html">Armbian Imager 2.0 agora permite configurar o sistema antes de gerar a imagem de instalação</a>" foi originalmente publicado no site <a href="https://br-linux.org/">BR-Linux.org</a>, de <a href="https://augustocampos.net/">Augusto Campos</a>.</i></p>]]></content:encoded>					
		</item>
	</channel>
</rss>
