Rotas e DNS

Linux in Brazil

Documentação original
e de qualidade
em bom português

O texto abaixo foi publicado no BR-Linux antes de 2005, e está mantido aqui por razões históricas. Veja o material atualizado diariamente do BR-Linux em http://br-linux.org
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  • A semana no BR-Linux: 17 anos de Linux, Debian Lenny postergado, Stallman contra as nuvens, foto do Tux nas urnas eletrônicas
  • Concurso do Serpro: edital para analistas e técnicos
  • Lançado o Linux 2.6.27
  • Stallman contra as nuvens
  • Usuários que se conectam apenas por ppp via modem dificilmente vão precisar se preocupar com rotas. Entretanto, usuários conectados em redes locais segmentadas (com roteadores, bridges, etc.) precisarão con figurar as rotas de sua máquina. Este documento não pretende ensinar técnicas de roteamento, mas abordarei um caso simples, a título de exemplo. Caso você precise de informação adicional, leia o net-3-howto.

    A minha máquina pessoal opera em uma rede local segmentada, e tem acesso à internet através de um modem de linha discada (ppp). A arquitetura desta rede é como segue: qualquer endereço IP que comece com 10.9 deve ser tratad o como local. Endereços IP que comecem com 10, mas cujo segundo token não seja 9, devem ser tratados pelo roteador interno, cujo IP é 10.9.1.20. Qualquer outro endereço é considerado como externo, e portanto deve ser enviado pelo modem. Por questões de se gurança e de otimização, os protocolos de roteamento (routed, gated...) estão desativados, e a máquina opera com rotas estáticas. Na inicialização eu ativo as duas rotas locais e a rota remota, com comandos semelhantes aos seguintes, incluidos no /etc/rc. d/rc.local:

    route del default                    
    route add -net 10.9.0.0 eth0         
    route add -net 10.0.0.0 gw 10.9.1.20 
    route add default ppp0               
    

    Nota: se sua máquina Linux for atuar como roteador, outras preocupações de segurança e configuração devem ser lavadas em conta. Consulte a documentação adicional.

    Resolução de nomes (DNS)

    Toda máquina conectada à Internet costuma usar algum mecanismo que permita converter os nomes de hosts em em endereços IP. Este serviço é provido por um servidor de nomes (name server, domain name server, DNS server). Seu p rovedor internet deve fornecer a você o endereço de um ou mais servidores DNS. Inclua-os com o comando nameserver no arquivo /etc/resolv.conf - por exemplo, no provedor Matrix eu utilizo os servidores de nomes 200.202.17.1 e 200.202.7.1 - as entradas corr espondentes no arquivo são:

    nameserver 200.202.17.1
    nameserver 200.202.7.1
    

    Você pode incluir até 4 servidores neste arquivo, e eles são consultados na ordem em que aparecem.

    Após configurar a resolução de nomes, se o seu link ppp estiver ativo, experimente dar um ping em um nome de host do seu provedor. Por exemplo:

    ping -c 4 www.matrix.com.br

    Se o comando for bem-sucedido, sua configuração DNS está ok. Se algo der errado, verifique sua conexão PPP e também o resolv.conf.