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Sobre a Microsoft, suas patentes de software que abrangeriam trechos do Linux, e sua presença como membro da Linux Foundation

A situação de uma empresa que cobra de outras empresas que usam Linux royalties sobre patentes que estariam sendo infringidas pelo Linux, e que ao mesmo tempo tornou-se membro - na categoria mais elevada - da Linux Foundation foi descrita e questionada em um longo artigo do editor-chefe do veteraníssimo Linux Journal.

Em grande parte são os mesmos argumentos que já vimos no artigo Microsoft na Linux Foundation, mas continua captando receitas de patentes do Linux no Android, mas há detalhamentos e considerações adicionais, para os interessados.

Pessoalmente, a posição da Microsoft me parece exatamente a que eu esperaria do histórico da empresa: de um lado paga uma anuidade de US$ 500.000 à Linux Foundation e ganha assento nas suas discussões que orientam posicionamentos e desenvolvimentos de produtos que cada vez mais ela usa em suas estratégias, e de outro continua mantendo, com a discrição que as cláusulas de confidencialidade de seus pactos garante, a mesma coleta de receitas de quem distribui produtos baseados nesse mesmo Linux. Nada de novo quanto aos aspectos gerais.

O que me surpreende um pouco é o posicionamento discreto da Linux Foundation a respeito dessa questão da continuidade do exercício dos pactos de patentes. Torço para que haja uma carta na manga para ser jogada em breve e apague a impressão que no momento tenho.

(via www.linuxjournal.com - “From vs. to + for Microsoft and Linux | Linux Journal”)

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