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Do Youtube ao Blender 3D: Reconstrução facial forense de uma múmia bebê

Enviado por Cicero Moraes (cogitas3dΘgmail·com):

“Nesse post escrevi sobre a reconstrução facial forense de um bebê que fora mumificado aos 7 ou 8 meses de idade e viveu entre 40 AC e 130 DC.

A tomografia computadorizada que serviu como base, foi extraída de um vídeo do Youtube. A reconstrução contou com o auxílio de um arqueólogo que é autoridade em egiptologia no Brasil. Mais detalhes, vídeos e imagens no link: Do Youtube ao Blender 3D: [ciceromoraes.com.br/…]

Espero que apreciem, boa leitura!” [referência: ciceromoraes.com.br]

• Publicado por Augusto Campos em 10/01/2013 às 9:00 am
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Comentários dos leitores para “Do Youtube ao Blender 3D: Reconstrução facial forense de uma múmia bebê”

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  1. Gustavo (usuário não registrado) em 10/01/2013 às 10:58 am

    Fantástico!

  2. Patola (usuário não registrado) em 10/01/2013 às 3:02 pm

    Cícero, uma dúvida: essas reconstruções não são completamente computadorizadas, exigem muita intervenção humana. O que garante que a parte recomposta não carrega em si os vieses das pessoas envolvidas na reconstrução, como por exemplo fazer uma face mais – ou menos – simiesca de acordo com seus preconceitos? Ou não acertar certos detalhes de tecidos moles, como contorno das cartilagens?

  3. Cícero Moraes (usuário não registrado) em 10/01/2013 às 3:30 pm

    Valeu Gustavo!

    Olá Patola! A pergunta é bem interessante e muita gente já escreveu sobre isso. Pelo que eu entendi e parte pelo que vivi o negócio funciona mais ou menos assim: Existem programas que fazem reconstrução, mas ficam sem vida, genéricas demais. Existem artistas que colocam vida até demais, inclusive para quem está acostumado, basta olhar para uma reconstrução que você já identifica o autor. O ideal é juntar os dois, arte e ciência na medida certa. A grande maioria das reconstruções é feita por várias pessoas, então não é responsabilidade nem projeção apenas do artista ou do cientista. Não vou me delongar muito aqui, para encurtar, sempre vai existir um pouco do “preconceito” do artista e do próprio especialista e sempre vai existir a frieza dos dados, mas o mais importante é que existam pessoas estudando e melhorando a técnica de modo a fazê-la imparcial no sentido estatístico e compreensível no sentido artístico. Em relação as cartilagens, a do nariz pode-se ter muita precisão, a da orelha muito pouco e a do mole, o que se tem é mais um precisão estatística do que específica. Se quiser eu te passo uns artigos e títulos que debatem isso de forma mais ampla, é só me mandar um e-mail. Grande abraço!

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