Diretora da EFF destaca software livre no combate à censura na web
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Via info.abril.com.br:
Uma das estrelas do terceiro dia de debates na Campus Party São Paulo, a diretora da Eletronic Frontier Foundation (EEF), Rainey Reitman, defendeu que o uso de soluções não proprietárias protegerá o usuário da censura e do controle de corporações e governos.
De acordo com Rainey, programas e protocolos abertos como o HTTPS, TOR e Pigdon (que encriptam os dados dos usuários) são soluções para combater a censura na internet e evitar, por exemplo, que órgãos policiais e de imigração possam acessar todo seu histórico na internet e ainda impedir que o usuário encontre determinados termos na web.
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Durante sua apresentação, Rainey citou exemplos de controle da web adotados em países do Oriente Médio e China, que impedem os usuários de acessar livremente os dados disponíveis na internet. Ao invés de centrar críticas contra os governos destes países, Rainey mirou os Estados Unidos ao lembrar que a nação americana, que defende a democracia, fornece os equipamentos que permitem à China, por exemplo, implementar filtros de dados online. “O governo chinês usa equipamentos da americana Cisco para controlar sua internet”, disse Rainey
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Doce ilusão.
As pessoas, cada vez mais, escolhem principalmente por conveniência.
Povo do Software Livre e de entidades como a EFF precisam oferecer essas soluções de forma fofolete e bem atraente.
Oferecer as vantagens(liberdade, proteção, segurança, etc) como qualidades “escondidas”.
Infelizmente poucos escolhem com critério.
Por que a EFF usa Mac hein?
Boa parte dos defensores da privacidade usam Mac e não param de falar sobre “software livre”, “ferramentas livres”…
Não vejo EFF, Creative Commons, Wikimedia e outras instituições sendo tão radicais como FSF, todas essas também deveriam ser.
Todos os seus “líderes” só aparecem com o logo da Maçã estampado nas palestras: Lawrence Lessig, Jimmy Walles… e ainda tem contas no Google+ e Facebook.
Todos os seus “líderes” só aparecem com o logo da Maçã estampado nas palestras: Lawrence Lessig, Jimmy Walles… e ainda tem contas no Google+ e Facebook.
Existe um equilíbrio pessoal entre o que você consegue manter, pragmaticamente, realizável dentro da sua ideologia no “mundo real” e o que prega que seja feito. Isso varia de pessoa pra pessoa. Talvez essas pessoas não tenham habilidades técnicas suficientes para, por exemplo, usar somente software livre, especialmente no que concerne ao sistema operacional.
Se bem que o Jimmy Wales nem mesmo prega isso…
Sou mais pragmático ainda, uso Windows.
Eu não vejo lógica em possuir conta no Google, Facebook ou qualquer outro site centralizador e ainda falar mal desses. Um dos únicos que conheço que faz tudo que todas as instituições dizem ser o certo é o famoso RMS (“o radical e louco”).
Eles mesmo não praticam o que falam. É puro discurso para criar eventos e palestras de “como empresas do mal estão de olho em você”.
ìcaro
Por falar em radical: ‘É puro discurso para criar eventos e palestras de “como empresas do mal estão de olho em você”.’
Rede social é uma das armadilhas mais brabas que tem justamente porque é difícil escapar. Porque afinal de contas, deixa de participar da vida dos amigos.
E nesse ponto dá sim para conciliar discurso e prática. Usa a própria ferramenta para divulgar o que tem de ruim. E não seja um dos bobos que descreve tudo que acontece em sua vida.
@Renato
Meus pêsames para você e seu pragmatismo bovino.