O que não mudou no Kubuntu
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Enviado por Igor Ramos Tiburcio (irtigorΘyahoo·com·br):
“Outro desenvolvedor do Kubuntu, resolveu falar. Dessa vez, sobre o que não muda no projeto. O texto destaca pontos interessantes pra quem está interessando em saber o que pode vir, entre eles (tradução livre): “…das 25 pessoas que contribuíram notavelmente no ano passado, uma pessoa era empregada pela Canonical para fazê-lo (ou seja, do trabalho geral no Kubuntu, 4% foi financiado pela Canonical).”” [referência: apachelog.wordpress.com]
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• Publicado por Augusto Campos em
10/02/2012 às 7:00 am
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Ótimas informações para aqueles que acham que é o fim da distribuição. Sendo que o Kubuntu andou praticamente com suas próprias pernas esse tempo todo. O que muda aqui são só os serviços da Canonical (suporte, contrato) quem sai perdendo talvez sejam as empresas que precisam desses serviços. Para o usuário comum nada mudam. Sendo assim, quando lançar a verção 12.04 pode baixar sem medo de ser feliz. ;)
Não sei porquê tanto chororô! A Canonical é uma empresa e ela deve ser viável. E para uma empresa ser viável ela deve ter foco e eficiência!
Manter mais de uma distro, é perda de foco e eficiência! A Canonical nunca deveria ter criado os sabores do Ubuntu. Deveria ter lançado só o Ubuntu e deixasse que o usuário instalasse por conta pacotes de interface, como o KDE e outros.
Veja o exemplo do Ubuntu Studio. O Ubuntu Studio nada mais é que o Ubuntu lotado de programas de manipulação de multi-mídia. Vc pode instalá-los todos manualmente no ubuntu normal. Se tem uma comunidade para manter o Ubuntu Studio bem, se não tem, bem também. A única que não pode ter essa responsabilidade é a Canonical, porque não é o foco da empresa.
Boatos de que:
- “A maldita e malvada Canonical parou de investir no Kubuntu e com isso matou o projeto”.
- “A Canonical investia no Kubuntu com o objetivo de enganar os usuários, fingindo que era ‘boazinha’”.
Foram, obviamente, um tantinho só exagerados. Nunca pensei que fosse diferente.