Membro do CyanogenMod planeja um Android Market alternativo
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Koushik Dutta, integrante do projeto que mantém o firmware alternativo CyanogenMod, divulgou seu plano de criar uma alternativa ao Android Market abrigando inclusive apps que o Google rejeita no seu Market oficial, como determinados emuladores, ferramentas que facilitam o processo de rootear os aparelhos, que burlam as restrições desejadas pelas operadoras quanto a usar o celular como modem/roteador, etc. (via tech.slashdot.org – “Alternative Android Market To House Banned Apps – Slashdot”)
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Um desafio que eu identifico com isso é relativo a legislação, algo que os mercados “oficiais” (não só do Android) enfrentam.
No caso do “CyanoMarket” (gostaram do nome?), o uso dos aplicativos oferecidos obviamente devem ter garantia semelhante ao das ROM: Use POR SUA PRÓPRIA CONTA E RISCO… Mesmo! Você é o responsável pela sua própria vida!
Da mesma forma, a equipe também não é responsável pelo uso que os clientes fazem do software: se um cliente usa um app pra alguma forma de contravenção ou quebra de contrato ou direito autoral, quem deve responder é o usuário, não a equipe do CM.
Será que tem como garantir essas coisas á luz da legislação de cada país? Alguém pode dizer algo sobre isso?
No Brasil isso não vale dois tostões furados. Forneceu serviço inadequado, mesmo de graça, é passível de punição. Isso já foi discutido no início do Software Livre no país.
Eu vejo com reservas, principalmente com esse papo de “pacotes rejeitados do Market”. Um Market com muito menos critério que o Market oficial vai acabar como um ninho de malware ainda pior do que o primeiro.
@Spif, não sei se você entendeu direito a proposta, mas ela subentende que os aplicativos publicados nesse mercado serão restritos aos criados pelo CM Team. Nunca ouvi eles falando de abrir esse Market a colaborações. Dessa forma, só vão haver malwares se eles mesmos o colocarem lá.
Em relação aos serviços não digo que vc. está necessariamente errado, mas isso é um ponto de discussão. O que qualifica um serviço (comercialmente falando)? Se eu disponibilizo um link de download em uma página, sem fins lucrativos, e vc. o usa, isso é um serviço? Lembre-se que esse market não vai vender os aplicativos.
Não estou qualificando você, mas gostaria de ouvir alguém um pouco mais envolvido com a legislação brasileira, coisa que nenhum de nós dois é.