Analisando o crescimento da adoção do NoSQL
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O InfoQ publicou uma apanhado de pesquisas que tratam da questão da adoção corporativa do NoSQL.
Os números são interessantes (uma delas mostra que 70% das empresas com mais de 250 empregados planeja ter algum projeto com NoSQL no ano corrente, por exemplo), mas o que mais me chamou a atenção foi um aspecto da motivação. Reproduzo o trecho: “Curiosamente, a maioria dos entrevistados não mencionou escalabilidade como o fator principal para adoção do NoSQL, e sim a falta de flexibilidade dos esquemas de banco de dados, como mostra o gráfico (…)”
Também estão presentes análises sobre expectativas e previsões sobre qual será o crescimento para este mercado. Recomendo o artigo do InfoQ aos desenvolvedores e administradores interessados no tema.
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“Curiosamente, a maioria dos entrevistados não mencionou escalabilidade como o fator principal para adoção do NoSQL, e sim a falta de flexibilidade dos esquemas de banco de dados”
Legal, reforça o que penso a tempos.
Enquanto grandes players pesquisaram (com medida de performance e mais) e tomara decisão baseado nisso, a maioria repudia os Banco de dados relacionais por.. serem relacionais e não OO.
É muito mais por evitar precisar aprender algo fora da sua linguagem, ou seja, manter a zona de conforto.
Acho muito interessante a proposta, e está nova tendencia, recentemente estava buscando mais informações a respeito e acabei não encontrando muita coisa a cerda do assunto.
@Weber
Não deu pra sacar se você achou bom ou não o que foi dito.
Pessoalmente em alguns casos de fato é mais simples usar um banco não relacional do que um relacional.
Google DOCs por exemplo é um tipo de aplicação a qual o banco de dados dos documentos é melhor tratado por algo como MongoDB do que MySQL. Git é um exemplo onde o banco de dados é um CAS read-only.
O bom é ter opções para poder utilizar ferramentas mais especializadas e integrá-las de um modo otimizado e confiável (principalmente confiável).