“Vale a pena virar PJ em TI?”
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Apresentar-se ao mercado como pessoa jurídica, abrindo mão de uma série de dispositivos da CLT, é uma providência ao alcance de muitos profissionais de tecnologia, e desejada (ou mesmo exigida) por muitos contratantes. Para mim não é uma opção, mas há quem goste e prefira, pelas mais variadas razões.
A pergunta do título vem da Info, que responde em um longo artigo de 4 páginas, cuja introdução (e link para a versão integral) reproduzo abaixo:
O PJ ganha mais, paga menos imposto, mas não recebe os benefícios de quem trabalha como CLT, tais como: FGTS, férias, 13º, entre outros.
Mesmo assim, muita gente topa o desafio. Tudo em nome da liberdade de poder fazer o seu horário e sair da rotina de funcionário com carteira assinada. Em regra, a maioria muda para PJ por se cansar da vida de empregado CLT.
Mas, afinal, será que os profissionais estão preparados para essa mudança? (via info.abril.com.br)
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uai, li a matéria e estou meio perdido : meu sentimento é que o mercado está em um movimento de abraçar a CLT e evitar PJ, pela questão de vínculos trabalhistas, aberturda de ações na bolsa, etc. Discordo da questão do inglês, penso que é imprescindível, para material de estudo e consulta, os títulos em inglês são os melhores.
A realidade desse artigo é absurda: A maioria vira pj obrigado pelas consultorias, e não por opção. Os analistas continuam a ter horário, trabalhando em uma empresa só, mas sem benefício algum.
Concordo Plenamente com o J!