“Eu gostava de MS-DOS”
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Sempre que sinto nostalgia dos programas que usava no DOS na década de 1980, eu procuro o DOSBOX e em 5 minutos a vontade passa ;-) Mas compartilho da opinião do Tiago, autor do artigo do link abaixo, de que o ambiente DOS (incluindo aí o Turbo Pascal, Sidekick, Norton Commander, Clipper, Prince of Persia, etc.) ajudou a formar – ou seria deformar, no caso dos clippeiros? ;-) – uma geração.

Não sei se minha turma é típica ou não, mas curiosamente muitos dos amigos “micreiros” da minha época de DOS que ainda estão na área de TI profissionalmente hoje atuam em ambientes de código aberto ou com ferramentas de desenvolvimento idem.
É fim de semana, e veja abaixo o texto enviado por Tiago Baciotti Moreira (baciottiΘgmail·com):
Enviado por Tiago Baciotti Moreira (baciottiΘgmail·com):








Faltou fechar alguma tag, Augusto ? A formatação da matéria tá meio estranha.. Link pra todo lado
=P
Gostava da época anterior ao MS-DOS (no Brasil), com os PCs fabricados pela Sinclair. :’)
Ops, vou corrigir!
Putz, eu fiz curso de BASIC (!) num CP-500, e depois tive um TK-90X. Tô véio mesmo…
O primeiro SO que eu usei… Na minha infância eu podia mecher muito pouco nessas coisas, sempre trancafiadas num laboratório da minha escola. Era pouco o tempo que eu podia gastar digitando comandos para navegar na árvore de diretórios, limpar a tela, listar arquivos e acessar vários joguinhos como o Prince of Persia.
Era tudo o que eu sabia fazer naquela época. Já pensei certa vez em instalar o FreeDOS na minha máquina para matar saudades dos velhos tempos.
Eu acho Dos-Box muito pesado, com dosemu da pra ter uma velocidade bem melhor, mas a compatibilidade não é a mesma….
PS: @Elessar ta usando meu avatar. :P
Engraçado, estes dias eu estava pensando no mesmo assunto.
Aprendi a programar num CP-500 e TK-90X como o Helvio, mas o que realmente me agregou conhecimento foi “brigar” com o sistema para rodar os jogos. Como era divertido ( e frustrante ) espremer cada byte disponível.
Uma das coisas que mais me atrai no linux é justamente a possibilidade de aprender e mudar o sistema conforme a minha necessidade.
O “usuário final” da atualidade é bem mais mimado do que os anteriores. Isto é bom porque mais pessoas utilizam um computador. E ruim pelo mesmo motivo ;-)
Ah.. outra coisa que lembrei… vírus de disquetes! Eu até colecionava alguns para presentar os “amigos”.
Bons tempos que eu precisava de um disquete de boot para rodar algum jogo (malditos 640kb de memória convencional!)
Essa recaída passa. Imagine, tem gente que gosta até de windows!!!
Mais um para a lista… Eu também fiz curso de Basic num CP-500.
Mas eu tinha um MSX-Expert. Aliás, tinha não… tenho! E funciona até hoje… hehehe
Lembro da briga que era para carregar os jogos pelas fitas K7 (se não me engano, comando cload no basic)…
Bons tempos… hehehe
“Gostava da época anterior ao MS-DOS (no Brasil), com os PCs fabricados pela Sinclair. :’)”
Verdade, também comecei nessa época. Os computadores aqui no Brasil eram fabricados principalmente pela Microdigital, mas também pela Sharp, Gradiente e outras. Como todo mundo naquela época, comecei programando em BASIC.
Depois disso, já com o MS-DOS, fui clippeiro, como disse o Augusto, e também programei em Pascal, C/C++ e nos diversos sabores de BASIC disponíveis para esse sistema operacional. Outro programa que eu usei muito foi o PC-Tools.
Hoje em dia sou programador Java e desenvolvo em plataforma de software livre.
Ainda em lembro das inúmeras gambiarras para rodar jogos no DOS, corrigir e ajustar problemas de memória com o memmaker (acho que é assim que se escreve), editar o autoexec.bat e config.sys para liberar mais memória e por aí vai.
Nessa mesma época aprendi a fazer milagres com o ARJ e o PKZIP/PKUNZIP.
Meio que na contramão eu comecei a “programar” utilizando BATCH mesmo.
Bateu saudade agora, me lembrei de:
Win 3.x;
MS-DOS;
Time Commando;
Age of Empires (o primeiro, já no final dessa época, pois só rodava no Win95);
Regret (esse só rodava no DOS mesmo);
Kit multimídia;
as feiras de informática de minha cidade;
Red Baron;
Word of Warcraft (primeira versão);
Dune II;
e é bom parar por aqui.
CP-500? Bah. O meu curso de BASIC eu fiz num Dismac D8001! (Equivalente ao TRS-80 Model I, ao passo que o CP-500 era Model III)
Fantástico! Eu achava que eu era o único a jogar o command.com em um ramdrive e dai dar um SET COMSPEC apontando para o novo command.com e assim não ter que ficar trocando de disket.
Nossa! Fui procurar e descobri que a tela do SideKick era azul! Eu não fazia ideia! Eu só tinha monitores de fosforo branco naquela época (SVGA com 256 tons de cinza um luxo!) nunca vi ele em tela colorida.
Puts… Que M.. Eu Comecei num CP-700 Empresárial, console conjugado em fibra com teclado e monitor, com duas unidades de disquete e já fasia a folha de pagamento, bem depois é que veio uma unidade de disco tijolão, com os fantásticos 5M RLL, com 64Kb de RAM, divididos em 4 partições C:,D:,E:,F:
Ai comessou a contabilidade em Basic.
Meu primeiro foi um TK2000 Estamos velhos, mesmo.
Ha! … Hoje é linux+++, rede, DNS e etc, mais e estou pensando em voltar a rever meus velhos programas em C para ajudar meu filho na facul. Afinal de contas o fruto nunca cai longe da arvore mesmo. :D
” … escrever nas etiquetas e tomar cuidado para não dobrar os discos.” – Me identifiquei com essa parte… :)
Peguei o trem andando na fase um pouco mais atual, com MSDOS 5 e 386’s já com HD e monitor colorido… :)
Perdia muito tempo fazendo múltiplas configurações de config.sys/autoexec.bat (com menu colorido e tudo mais) pra rodar todos os joguinhos ao mesmo tempo (EMS, XMS, QEMM386, LOADHI…). Comprava disquetes de 720K e fazia o outro furo pra poder copiar mais jogos… :)
Gostava de ficar olhando pra tela rodando o Dazzle (ficava muito doido… XD), vendo as letrinhas caindo na tela dum disquete de boot infectado com ping-pong, batendo um papo com o lúcifer e de vez em quando lendo o Help do MSDOS.
Então chegaram os BBSs e a era da conexão discada…(PIINN…WIIIIINN…WIIIIINN…WIIIIINN…SHHHHHHHHH…PÁÁÁÁÁÁRUUUN…SHHHHHHHHH…PÁÁÁÁÁÁRUUUUUN…………………………………………………………………………TU-TU-TU-TU….
NO CARRIER) lol
PS: Acho que o atalho pro Sidekick era CTRL+SHIFT
[]’s
Se minha memoria ainda funciona as teclas de atalho do SideKick eram ^alt.
@Cesar Gimenes
O default era¹ mesmo ctrl + alt , mas no curso onde fui apresentado acho que a cópia estava setada pra usar ctrl + shift.
¹ – http://74.125.113.132/search?q=cache:0OwTkugYkTQJ:www.smartcomputing.com/editorial/article.asp%3Farticle%3Darticles%252F1995%252Fmay95%252Fpcn0525%252Fpcn0525.asp+%22sidekick%22+TSR+shortcut+%22CTRL%22&cd=2&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&client=firefox-a
[]’s
Vivi essa época (MSX, TK-95X, CP400, etc..).
O DOS era o pior dos piores, mas curiosamente virou o mais utilizado no segmento dos 16 bits.
O Amiga era o melhor (até mais que o Mac), mas virou peça de museu.
As voltas que o mundo dá…
Puxa… tenho saudade de muita coisa que foi lembrada aqui…
Mexi com quase tudo isso e ainda com CP/M e máquinas (“mini-computadores” com 512 KB de RAM e que atendiam 32 usuários).
Sistemas Operacionais foram tantos além do CP/M… MUMPS, SOD, SOM, SP/M, MP/M, Minix, Sox, Edix, AIX, HPUX, DOS e finalmente Linux e um pouco de BSD (eu não conto windows como S.O.).
Já programei em MUMPS, Basic, Turbo Pascal (aquela IDE compatível com as teclas do saudoso WordStar foi uma baita evolução na época ehehe) e em umas linguagens estranhas como LPS e LTD.
Conheci coisas que já eram antigas na época em que comecei, como a 129 da IBM que perfurava cartões e uma máquina com memória de núcleo de ferrite, cujo sistema operacional ficava em uma fita magnética e controlava duas impressoras de linhas.
Mexi com rede Amplus, que usava um cabo vermelho, e outras redes bem diferentes, LanTastic, PromiseLAN, um pouco de NetWare e uma made in Taiwan, muito boa, chamada TopWare.
MSX ? Ainda tenho o meu, e um CP200 também :-)
Adimiro (e uso volta e meia) projetos como o FreeDOS e o excelente FreePascal.
Muito legal ter visto, mexido e vivido tudo isso, e o melhor, ainda estar aqui pra ver o Software Livre, o Linux e o que há de vir por aí !!!
O.O.
Não podemos nos esquecer do antecessor do DOS, o CP/M. rsrs
Comecei num DGT100 (TRS80) com um televisor como monitor e unidade de fita k7, o sistema se chamava DIGDOS. Depois veio o DGT1000 com monitor de fósforo verde (um clone do CP500), sistema operacional CP/M, DBase II – isso mesmo “2″ – planilha visicalc e editor de textos WS. Fiz muita mala-direta e etiquetas para cheque. A impressora se não me engano era uma tal de “Margarida” e tinha tb a “Monica”… kkkk quanto tempo… que saudade!!!
O primeiro PC que trabalhei foi um SCOPUS 1600, que maravilha!!!
MS-DOS, DBase III, WS, CLIPPER Autumn’86, Lotus 123, XTree, PC-Tools… Tudo isso num baita Winchester de incríveis 5 Megas… rsrs Detalhe, era uma enorme caixa externa. E a impressora então, uma super veloz “Emilia”. GOOD TIMES!!!
Povo que se alvoroçou com as memórias do passado, recomendo que visitem o site do podcast Retrocomputaria, que é um podcast sobre retrocomputação. Eu sou um dos participantes, e temos recebido muitos elogios. Espero que vocês também ouçam e comentem.
–
Retrocomputaria: Porque velho é o seu PC!
@RJP
Pô, que barato saber desse podcast! E até lembraram de falar do TRS Color e seu inigualável OS-9. Parabéns mesmo, e muito obrigado pela dica!
RJP, quem sabe não aproveitas o podcast pra revelar o que constaria no capítulo final do MSX-Files? ;-)
Retrocomputaria… O nome é terrível! Pelamordedeus! Registra esse domínio! hehe
eu continuo não gostando do ruído das impressoras matriciais, mas bem que eu gostaria de ter de novo aquele velho gabinete da microtek.
Engraçado… Eu fiz basic em um cp-500. Na SOS Computadores, recem inaugurada… DETESTEI aquilo !!! Puta lixo…rs Só voltei a me interessar por computadores depois que conheci o Macintosh. O primeiro que tive foi um Performa 630CD. O ultimo foi um PM-G4. Depois disso eu comecei a usar Linux em PC’s… Me viro bem no terminal apesar de tudo… Mas eu ainda prefiro a interface gráfica. HJ Gnome, ontem Wmaker, e amanhã…Quem sabe !!!
na faculdade o povo ainda usa impressora matricial para gerar provas, e na escola em que minha irmã leciona ela é usada para gerar a matriz mimiográfada. Inclusive afirmo! É o melhor custo/benefício.
pergunta. Será que daqui a uns vinte anos eu também estarei aqui postando sobre, que saudade do GNU/Linux…, como era bom programar orientado a objeto…, os velhos scripts do shell…, na minha época existia windows XP…, etc…, etc… a velha usb…. Sim não sou tão novo assim ainda peguei a época do disquetes e computadores pentium mmx e amd k6 acho que era isso.
Parabéns a todos pelas belas recordações eu mesmo tenho saudades dos fliperamas com King of Figther 95 em meados de 98, agente pedia pro meu pai deixar-nos no shoping só pra enfrentar os ratos que faziam sequências insanas, inclusive eu e meu irmão adaptamos um velho amd athlon 2800+ com placa nvidia fx 5500 para servir de arcade. Só pra nos acabarmos nesse clássico.
Sim! uma curiosidade, até hoje é quem decide quem vai lavar o carro. Quem perde tem que lavar o carro na unha.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Como é bom reviver o passado.
Poxa ninguem falou do TK 82-C, e depois veio o TK 85… nossa… achei que só eu lembrava dessas coisas….. Era muito bom programar em Basic… CP 200, CP 500 etc, etc….
Não sei se minha turma é típica ou não, mas curiosamente muitos dos amigos “micreiros” da minha época de DOS que ainda estão na área de TI profissionalmente hoje atuam em ambientes de código aberto ou com ferramentas de desenvolvimento idem.
Talvez porque naquela época as pessoas já costumavam trocar ideias e experiências. Ajudava-mos uns aos outros com muito prazer. Já os que começaram na era Windows 98/NT/2000 entendiam que código-fonte era pra ser guardado a sete chaves. Muitos programadores que conheci nessa época não gostavam de revelar o código que desenvolviam. Esses hoje em dia costumam ser fãs do Windows e defensores da Microsoft.
Putz, mais um na lista de “velhos informáticos”, embora eu não tenho experimentado a época do Cartão perfurado. MSX, TRS-80, CP500, disquetes de 360KB, DOS, BASIC eram siglas que faziam parte de minha infância nerd.
Lembro do meu primeiro curso de informática que começava com digitação em um MSX sem drive de disquete e que o instrutor precisa escrever linha por linha de um programinha em BASIC que contava os acertos e erros no exercício pré-definido. Depois veio o MS-DOS, programação BASISC, banco DBase III Plus e outras velharias. AHAHA muito bom.
A garotada da geração “mouse ótico” nunca vai entender estas coisas, mas acredito que um dia elas vão dizer aos seus filhos e netos: “A garotada desta geração com ‘interação mental’, nunca vai entender o que era um mouse ótico”.
E viva a evolução tecnológica!
eu sou de outra época ^^’
meu primeiro OS foi windows 98…. num pIII 600mhz, 64mb de ram, placa SiS, modem HSP56 micromodem (maldito winmodem).. e o provedor era ig! a lembrança mais marcante era o som do modem, que o nosso amigo @curioso representou bem.. *_* e depois disso, mirc.. mas tem outras coisas, como winamp, zsnes..
eu comprava uma revista, a geek, e lembro de ter usado o mozilla, de lá, me parecia ser um browser ‘underground’.. e usado o netscape.. e simplesmente não associar os dois!
eu gostava do opera.. @.@ até eu ver o firefox 0.9 (acho que já tinha nome firefox), e achar fantasticamente rapido, era o chrome da época..
quando chegou adsl aqui, passei a usar kurumin!
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e sim, parece que o DOS foi da época dos hobbystas, existia uma comunidade, que talvez tivesse pontos em comum com a comunidade open source, por isso a migração, ainda que parcial.. o bill gates tem uma célebre passagem onde ataca-os, dizendo que software nao pode ser desenvolvido por hobby, precisa ser desvolvido por profissionais.. @.@ e onde ele pedia pra os tais hobbystas pararem de
piratearcompartilhar software :) acho que isso acabou estimulando o software livre o.ohttp://en.wikipedia.org/wiki/Open_Letter_to_Hobbyists
Luis Alberto, também tive um tk85 e programei muito no BASIC in ROM daquela coisa. Bons tempos!
Meu primeiro contato foi com um 8086 com monitor de fósforo verde. Meu primeiro DOS foi 4, depois DOS 5, DOS 6 e 6.22 (acho que essa foi a ultima versão). Aprendi muita coisa com um programa chamado “Professor PC”, alguem conheceu?
Me lembro que era possível fazer CONFIG.sys com multiplas configurações para rodar um jogo X ou Y… era um parto configurar um jogo para rodar no DOS.
Utilizava Carta Certa, Formax, Pc Tools e o XtreeGold. Deixei meu pai furioso quando destrui 2 mouses para construir um cabo serial para transferir informações usando o Lap Link Pro e jogar Doom (ou foi Heretic?) em rede.
Havia um editor de texto poderosíssimo que utilizava para programar em Clipper chamado “Q Editor”.
Tb tenho saudades daqueles tempos…
No meu velho TK95/90X aprendi muito sobre lógica. Mas a memória dele(44k, parece) era bem insuficiente para meus programas que cada vez mais pediam um computador novo.
Nossa… lembrei agora dos meus CP-500, Atari 2600 e um 486-DX que tenho guardados na casa de meus pais e não pude trazer na mudança… minha esposa disse que eram “velharias de solteiro” e não tinha espaço em casa pra isso… =P … saudade imensa dessa época… hoje emulo muita coisa no meu PSP, mas nada igual ao ver uma tela de fósforo verde brilhando com o prompt…
Aliás… usei muito o Wordstar e um que para mim foi o primeiro editor decente, em GUI para Win3.1… UNITEXTO… quem souber onde baixar ele me dá uma dica desse abandonware, e ajudem um velhote de 33 anos a lembrar do passado, por favor! =P
Comecei com um CP200, que vendi (infelizmente) depois de comprar um TK90X que tenho até hoje, funcionando. Devido à influência do Sinclair BASIC, até hoje gosto mais de linguagem interpretada do que compilada. Essa é uma das coisas que me fez gostar do Ruby (se bem que programo só como hobby, não trabalho com isso).
Sobre o DOS, eu não tenho saudade nenhuma. Gosto muito mais do shell do Unix e Unix-likes.
Era um inferno organizar o CONFIG.SYS e AUTOEXEC.BAT instalava um joguinho e tinha que quebrar a cabeça pra liberar memória.
Ops eu tenho um CP 500 com 2 Driver (xique) hahaha funcionando ainda com alguns programas heeh funcionando. Detalhe que consegui comprar essa relíquia num leilão do Banco do Brasil a 4 anos na caixa pois ficou guardado assim como outros equipamentos e nunca foi utilizado.
Pooo.. Como ninguém comenta sobre o Fácil?? Ou só eu que fiz curso e utilizava esse editor de textos? Era bom demais..
Hehe!
Eu tenho uma VM com o DOS 6.22 e Win 3.1 e Norton Commander só para lembrar…..
nenomolina, ué.. http://www.google.com/search?q=abandonware+Wordstar tem vários lugares pra download..
fui ver na wikipedia, tem um escritor que falou sobre o wordstar
“I’m told there are better programs, but I’m also told there are better alphabets.”
hahaha
E do Redator Eletrônico da Itautec, alguém lembra? Fiz muitos trabalhos da universidade nele… e depois imprimi tudo na minha EPSON LX-810.
Para ficar como registro:
Entre 1982 e 1984 eu fazia curso técnico em eletrônica e a Revista Nova Eletrônica (leitura obrigatória na época) lançou um kit com um microcomputador Sinclair (clonado) para montar em casa (sim: soldar os componentes na placa). Ele não tinha gabinete (a “motherboard” ficava exposta), o teclado era de membrana na própria placa e era voltado a hobbistas e estudantes. Nunca tive dinheiro para comprar um, mas, na esteira do lançamento veio um curso de BASIC nos números seguintes da revista. Resultado: aprendi a programar em BASIC sem nunca ter mexido em um computador!
Só fui colocar a mão na massa quando, numa feira de ciências da escola, alguém conseguiu um PC-500 (ou algo parecido) para demonstração. Sentei na frente dele e saí programando o que eu sabia.
Foi então que decidi trabalhar com informática. Primeiro foram os sistemas com CP/M (todos Prológica: Sistema 600, Sistema 700, S-700, Super 700, etc…), depois os computadores de 16 bits (SP-16 e Solution – o “arrastável”) que rodavam DOS mas que em 90% dos clientes era instalada uma placa com um Z80 para continuar rodando os programas CP/M de 8 bits, já que não havia programas comerciais em 16 bits, o SP-32 (“supermicro” com uma versão de UNIX) e o resto já foi contado aqui.
Naquele tempo não tínhamos a noção que um programa tinha copyright, então a “pirataria inocente” corria solta, raros programas eram originais. A Microsoft veio nos “educar” nesse sentido, mas concordo que a atração pelo software livre veio de poder “trocar figurinhas” de consciência tranquila.
Bom relembrar aqueles tempos!
Para matar minha saudade baixei a imagem do FreeDOS e instalei no VirtualBox. Para ficar ainda melhor adicionei o OpenGEM. O visual retrô ficou fino.
Para quem não conhece dê uma olhada: http://pt.wikipedia.org/wiki/OpenGEM
O projeto está ativo no sourceforge: http://sourceforge.net/projects/opengem/
Quanto ao post do Davi Dalben acima, eu também fui leitor da Nova Eletrônica, entre 1977 e 1986, quando a revista acabou. Foi nela que conheci pela primeira vez uma linguagem de programação e eletrônica digital. Havia na revista uma seção chamada de “Caderno Byte”. Ainda me lembro do kit ao qual você se referiu. Mas também houve outro projeto interessante tempos depois, o Nestor, com base no Z80.
Putzz!!! Meu primeiro curso Windows 3.11 em 1995 quando eu tinha 5 aninhos. Vida de nerd desde criança. =D
elias, você não entendeu… perguntei do UNITEXTO… o WS é fácil achar.
Barra -> Worksheet.. grande lotus-123, programa poderoso que cabia num disquete, feito por programadores dos bons.
Hoje em dia o que se vê? Aplicações Java com 90MB de tamanho que não funcionam direito porque os programadores não têm noção, acham que otimização é coisa de babaca, afinal memória e processador são tão baratos hoje em dia… aff
Eu gostava de MSX. pronto, estamos quites.
poke usr 15360