Visite também: UnderLinux ·  VivaOLinux ·  Dicas-L ·  NoticiasLinux ·  SoftwareLivre.org ·  [mais] ·  Currículo ·  Efetividade

O que é LinuxDownload LinuxApostila LinuxEnviar notícia


Criador do Ginga anda preocupado com os rumos de sua criação

Trecho do post no Circuito DeLuca:

Troquei vários e-mails hoje com o professor Luiz Fernando Soares, da PUC-Rio, sobre a interatividade na TV Digital e o surgimento de um mercado das implementações do  middleware Ginga já em uso pelos consumidores.

Na conversa, o “pai do Ginga” voltou a revelar alguma preocupação com a  necessidade de testes de conformidade  das implementações do middleware já existentes em relação às normas, para assegurar a compatibilidade das aplicações interativas com os produtos usados para rodá-las.  E também com fato de só uma empresa, até agora, ter desenvolvido uma implementação do Ginga completo. 

Do ponto de vista da disseminação e consolidação do padrão brasileiro de interatividade, seria bom que outras também o fizessem.

Como já há algum tempo venho solicitando uma entrevista com o professor, ele autorizou a publicação da conversa no link a seguir. (via idgnow.uol.com.br)

• Publicado por Augusto Campos em 30/07/2010 às 8:00 am
• Link direto para este post: http://br-l.org/!23665
• Siga no Twitter: @brlinuxblog e @augustocc
• Mais posts do mesmo tema: Aplicações

Comentários dos leitores para “Criador do Ginga anda preocupado com os rumos de sua criação”

Os comentários são responsabilidade de seus autores, e não são analisados ou aprovados pelo BR-Linux. Em algumas notícias os comentários são exibidos de forma paginada, com links abaixo do formulário de inserção de novo comentário. Leia os Termos de uso do BR-Linux.

  1. devnull (usuário não registrado) em 30/07/2010 às 9:38 am

    A inclusão digital no Brasil é feita com PCs velhos com windows, para usar Orkut e MSN.

    Acho que pela TV não vai colar mesmo. Até o próprio criador já percebeu…

  2. Acho que muita água ainda vai rolar nessa história, a questão de inclusão digital é econômica e não propriamente e unicamente de tecnologia. Intereatividade pela tv digital dependerá do uso de um serviço de internet contratado a parte, provavelmente usando a infraestrutura telefônica ou de sistema via satélite usando o conversor. As duas opções ainda estão distantes economicamente de nós.

    Quanto a adoção da tecnologia e a questão da conformidade com padrões essas ainda exigirão um esforço político e de convencimento do padrão, até para evitar atitudes monopolistas sobre a implementação.

    Acho que as gestões junto à ITU-T muito mais promissoras do que somente atuar em questões domesticas, pois nokia e lg são emprsas mundiais, e se houver um padrão mundial será muito mais interessante para elas, e outras empresas, produzirem produtos compatíveis.

  3. James (usuário não registrado) em 30/07/2010 às 1:27 pm

    É uma coisa natimorta, todo mundo que tem um mínimo de percepção já sabia desde que se falou nele a primeira vez. Já há TVs com acesso direto à Internet, e em poucos anos dominarão o mercado, sem que tenha que haver um maior esforço por desenvolver um novo sistema (ainda por cima restrito como o tal Ginga), apenas utilizando o que já existe hoje, como o Android, por exemplo. O custo para ter essa TV com Ginga ou de ter uma TV diretamente plugada na internet hoje é alto, e quem poderia pagar por uma TV com o Ginga, prefere uma TV que já conecte na Internet. Em poucos anos, TV e internet interagirão completamente sem precisar de sistemas “jaboticaba” como esse Ginga.

O prazo para comentar neste post já expirou - visite a capa do site para posts mais recentes.