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Bricscad para Linux

Enviado por Fábio de Albuquerque Vilalba (fabiovalinhosΘgmail·com):

“A versão final do Bricscad (10.6.3) foi lançada para o linux. Foi ultrapassado o estágio beta graças a colaboração de centenas betas testers, segundo as palavras de Erik De Keyser, CEO do Bricsys. No link é mencionando que serão oferecidos pacotes para 3 sabores de linux: Fedora 12, Open Suse 11.1 e Ubuntu 9.10. Destas versões para cima.

Achei a notícia muito boa e depois de um pouco mais de um ano, me vejo na situação de instalar e voltar novamente para o pinguim. Acredito que irei fazer um dual no laptop para por no ambiente de trabalho, qualquer coisa volto a usar o Autocad.

Pensei na possibilidade de fazer no desk de casa mas não, em um ambiente de trabalho será obrigatório o uso do software para avaliá-lo, testá-lo e fazer um review para vocês. Esta semana e a última que passou, foram para mim as semanas do DWG: a Autodesk faz o anuncio oficial do Autocad para o OSX, e hoje o lançamento da versão final do Bricscad para o linux. Está havendo opções de OS para os cadistas, e isto é muito bom.” [referência: ]

• Publicado por Augusto Campos em 8/09/2010 às 6:00 am
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Comentários dos leitores para “Bricscad para Linux”

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  1. Sérgio Stein (usuário não registrado) em 8/09/2010 às 8:35 am

    Não vejo nenhuma vantagem nisso. Quem já experimentou esses “sabores” de Intelicad já viu que muitos bugs continuam. Além disso, o próprio AutoCAD está atrasadíssimo em relação aos concorrentes. É um software arcaico, falho e de interface tosca e adaptada, verdadeiras gambiarras. Não tem recursos específicos, depende de aplicativos e tem arquitetura de software da década de 80. Quem já tentou fazer uma simples hachura no AutoCAD sabe que não funciona direito. Bricscad e outros “intelicads” são clones derivados da antiga Softdesk (“google it”). Usar um MAC, por exemplo, para Autocad é comprar um carro com preço de Ferrari para carregar lenha.
    Para fazer o que se faz no AutoCAD, que é desenhar na unha, tem vários softwares no Linux. Quero ver é portar softwares de verdade, como CATIA, SolidEdge ou SolidWorks para mecânica, ArchiCAD, Vectorworks ou mesmo o complicado Revit, da Autodesk, para arquitetura.

  2. Lauro César (usuário não registrado) em 8/09/2010 às 8:59 am

    @Sérgio, concordo com vc em vários pontos, menos na sua opinião de que não há vantagem nenhuma em se ter um software de CAD (e bastante parecido com o AutoCAD) frodando no Linux. O AutoCAD, mesmo com todos os seus defeitos, é hoje o software mais usado entre engenheiros, e um software compatível com seu formato de arquivos e com muitas semelhanças de interface (da versão 2007 para trás) pode trazer vários usuários para o Linux.
    Obs.: Que coisa idiota a nova interface do AutoCAD! Ao invés de se aproveitar o espaço das novas telas, que em sua maior parte são wide, copia a a péssima ideia de agrupar os menus no topo da tela…

  3. Lauro César (usuário não registrado) em 8/09/2010 às 9:01 am

    @Sérgio, concordo com vc em vários pontos, menos na sua opinião de que não há vantagem nenhuma em se ter um software de CAD (e bastante parecido com o AutoCAD) rodando no Linux. O AutoCAD, mesmo com todos os seus defeitos, é hoje o software mais usado entre engenheiros, e um software compatível com seu formato de arquivos e com muitas semelhanças de interface (da versão 2007 para trás) pode trazer vários usuários para o Linux.
    Obs.: Que coisa idiota a nova interface do AutoCAD! Ao invés de se aproveitar o espaço das novas telas, que em sua maior parte são wide, copia a a péssima ideia de agrupar os menus no topo da tela…

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