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Ubuntu não trará mais o Gimp na sua instalação default

Concordo com a análise do ars technica: a decisão de remover da instalação default uma ferramenta profissional que acabava sendo exposta como a ferramenta disponível para a usuários que só queriam fazer um rotate e um crop é madura e coerente com a intenção de fazer uma instalação default voltada às necessidades do mítico “usuário final”.

Pessoalmente não aprecio – o Gimp me fará falta, mesmo para os momentos em que só quero fazer um crop e um rotate. Felizmente é fácil de reverter – basta acrescentar uns 5 ou 6 caracteres ao meu script de pós-instalação. Também não simpatizei com a escolha de programa que vai servir como substituto na instalação default, quero acompanhar com atenção se a decisão será mantida na íntegra. Detalhes descritos ricamente no post do OSNews. (via lwn.net)

Saiba mais (osnews.com).

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67 Comentários para “Ubuntu não trará mais o Gimp na sua instalação default”

Os comentários são responsabilidade de seus autores, e não são analisados ou aprovados pelo BR-Linux. Leia os Termos de uso do BR-Linux.

  1. Não vejo problema com isso, vai sair da default mas basta um apt-get na primeira vez que sentir necessidade do programa e não encontrar ele.

  2. Benjamim (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 5:19 pm

    Até que enfim a Canonical chegou a esta conclusão. O GIMP sem dúvida nenhuma é um aplicativo muito poderoso, mas também é muito complicado para o usuário doméstico e casual. Mas o verdadeiro problema é : “Quais são as alternativas” ? F-Spot ? Don’t make me laugh… Gpaint ?…even worst…

  3. Júlio Neto (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 5:32 pm

    @Benjamim
    TuxPaint, simples e suficiente.

  4. Weber Jr . (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 5:35 pm

    Achei a análise do Ars bem interessante mesmo, o problema que não mencionam o substituto.

    Problema maior que o substituto depende daquele famigerado ambiente do Icaza.

  5. Renata Rocha (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 6:09 pm

    Aprovo remover o Gimp, eu quase nunca o uso. Resta saber o que vem no lugar.

  6. Fellype (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 6:19 pm

    Boa decisão.

  7. Rafael Costa (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 6:20 pm

    Aprovo, nunca fui fã do gimp e a primeira coisa que eu fazia era removê-lo após a instalação.

  8. Frank (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 6:23 pm

    Os mais sudosistas ficarão entristecidos, afinal, o GIMP é um dos únicos softwares que estão em, virtualmente, todas as distribuições Linux disponíveis desde o seu lançamento.

    Entendo e dou razão à Canonical pela decisão de retirar o GIMP do Ubuntu, mas não aprovo a decisão de usar o F-Spot como substituto. Isso causará uma dependência cada vez maior ao Mono, trazendo com ele todos aqueles problemas que nós já conhecemos. Por outro lado, não há alternativas em outras linguagens.

  9. Frank (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 6:25 pm

    Só pra constar: sou usuário hobbyista do GIMP e ele me faria falta no caso de ter que usar um Live CD.

  10. Patola (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 6:32 pm

    O Krita seria uma boa alternativa (muito melhor que o F-Spot), mas o pessoal do Ubuntu tem preconceito com aplicações KDE.

  11. Weber Jr . (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 6:59 pm

    Patola,

    Se eles tem preconceito eu não sei. Mas um dos motivos de tirarem o Gimp é o espaço ocupado. Substituir então por algo que depende de muitos pacotes KDE não faria sentido algum.

  12. Igor Cavalcante (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 7:05 pm

    Agora eles tem mais espaço pra por outras coisas no livecd :D

  13. Shikasta (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 7:11 pm

    Uso Xubuntu e apoio a ideia. Tomara que ele deixe de vir no Xubuntu também. Não uso prá nada, desinstalo em seguida. Interface complicada, recursos demais… isso acaba atrapalhando, ao invés de ajudar.

    Por outro lado, Krita e TuxPaint são KDE, como já disseram aqui. Não faz sentido colocá-los numa distro com Gnome.

  14. Alexandre Thieme Reis (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 7:19 pm

    Não entendi o “mítico usuário final”?
    Sem o usuário final a informática não tem sentido, ela não sustenta-se por si só.
    Não pensemos nós que somos a locomotiva que move o mundo, somos meio!
    Mas acredito que o Gimp seria importante para quem trabalha com fotografia digital (todo mundo), acredito que o que falta para o gimp é uma interface mais simples e amigável.

  15. Guilherme Mac (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 7:30 pm

    Coerência com o público alvo da distribuição. Caso alguém queira, é só ir à Central de Programas do Ubuntu.

  16. Elton (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 7:37 pm

    Isso tá me cheirando falta de espaço no CD.

  17. Alexandre, de fato você não entendeu. Longe de mim pensar que “nós” (seja lá quem for este “nós”) somos a locomotiva que move o mundo da informática.

    Chamo de “mítico usuário final” esta figura difusa, porque a expressão “usuário final” muitas vezes se refere a um padrão inexistente, um conjunto de usuários com características comuns que na prática não existe. Eu e você também somos usuários finais, há usuários finais do próprio Gimp, do Photoshop, e do Paint.Net, cada um com suas características. Há usuários finais do desktop GNOME, usuários finais do Bash, usuários finais com necessidades especiais de acessibilidade – todos são usuários finais, e imaginar uma figura unificada de um “usuário final” exclui as especificidades.

    Não acho que dê para colocar todos no mesmo cesto – a idéia de um “usuário final” unificado para o desktop, necessariamente inapto e precisando ser ajudado em cada passo, é uma generalização baseada em um grupo que existe na realidade, mas não me parece suficiente nem apropriada para ser tratada como se fosse a única realidade existente no que tange à caracterização de usuários finais.

  18. Icozinha (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 7:49 pm

    o post original do osnews parece metade dedicado à justificar o porque do GIMP sair e metade para fazer propaganda do paint.net, onde o autor já deixa claro que é coisa do mundo windows. agora vai começar a guerrinha do clone dele e do f-spot entre a galera do mono.

    do mesmo jeito que não compensa adicionar muitos pacotes do kde, também não compensa adicionar o mono por causa dessas aplicações. mas parece que eles pensam diferente …

    engraçado justificar isso falando do usuário mais “simples”. qualquer um que venha do windows para o linux vai sair procurando um photoshop da vida, pois uma grande parte dessa turma tem a marca e até o verbo “photoshopar” enfiado na cabeça até mesmo para poucas manipulações de imagens. conseguem até comprar um CD do photoshop no camelô e aplicar o crack para destravar! aí quando uma pessoa dessa chega no Linux e dá de cara com um programa bem mais simples, pode ficar aquela impressão do linux ser inferior. a gente sabe que basta um apt-get para instalar o GIMP, mas e essa turma, que nem sabe que ele existe? sudo apt-get install photoshop?

  19. Poderiam ter cogitado um GQview, é pequeno, leve e extremamente fácil de usar…

  20. Decisão acertada, para quem precisa realmente é facil instalar. Para a maioria fica complicado usar uma ferramenta tão profissional.

  21. kristiang (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 9:10 pm

    nas instalações que faço do Ubuntu para conhecidos, sempre removo o GIMP e instalo o GNUPaint. Se a Canonical gera alguma estatística do que é instalado ou removido pelos seus repositórios, a resposta para ela fica fácil ao buscar um substituto…

  22. foobob (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 10:06 pm

    Tirar o Gimp, mas deixar o GCC para usuário final? Lembro de uma época que o Ubuntu vinha sem o GCC e deve ter tido críticas severas.

    Já fiz algumas edições de imagem simples — estilo usuário final — com o gThumb e ele se presta bem às edições típicas de usuário final: remoção de olhos vermelhos, resize, dessaturar, rotacionar, flip etc.

    Por falar nisso, para quem tem tablet (“mesa digitalizadora”, não TabletPC) e gostaria de simplesmente abrir um aplicativo, escolher pincéis e cores e desenhar e pintar — ao invés de editar bitmaps, gerenciar layers, colorspaces etc — a opção mais quente no mundo open-source no momento é:

    http://mypaint.intilinux.com/

    Sensacional! As tintas se misturam como se fosse de verdade…

  23. foobob (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 10:08 pm

    à propósito: é engraçado ver tantos chamando Gimp e Blender de profissionais quando eles são geralmente severamente criticados por não serem como seus respectivos negativos comerciais…

  24. Anderson Freitas (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 10:14 pm

    Como eu ja disse a primeira coisa ao instalar o 9.10 foi ”remover mono e suas tranqueiras” o Gimp para mim faz falta principalmente na confecções dos meus papéis de parede(mais nada que um aptitude não resolva para um uso de emergêcia via c ao vivo) como costume uso knaspshot+gqview+gimp+imagemagick e usando o ubuntu passei a usar o gthumb supre muitas de minhas necessidades ja que em materia de linux estou mais acostumado com big-linux!

    Anderson Freitas

  25. Moderação: Manter oculto um comentário moderado negativamente pelos leitores.
  26. Weber Jr . (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 10:24 pm

    @foobob

    Eu não sou da área gráfica, mas sempre que vejo alguém reclamando, sem queixa específica, do Blender e Gimp, parece a velha ladainha simplesmente por não querer algo diferente do que conhecem.

    Aliás, pelo volume de gente eu acho que o Brasil é campeão mundial de designers profissionais. Porque o coisa pra ter “profissional” dando palpite…

    Bem comum os tais profissionais dizerem que Gimp e Blender não servem pra nada.

    Como respostas são postados links para campanhas profissionais que usaram Blender no processo.

    Então eu, leigo em arte gráfica, me dou o direito de desconfiar que os tais profissionais devem ser os chorões de sempre, que criticam qualquer coisa que seja diferente do que trabalham.

  27. VinIPSmaker (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 10:35 pm

    E logo agora que o GIMP 2.8 está perto … e vai ter interface de janela única extremamente intuitiva (além de uma maior integração com a GEGL).

    Eu não reclamo dessa decisão desde que eles estejam falando sobre o GIMP 2.6 apenas.

  28. foobob (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 10:42 pm

    Exato. Chorões e viúvas. Mas não acho que foi falta de respeito tirarem o Gimp — ele realmente é demasiado complicado para o usuário querendo apenas tirar olhos vermelhos ou um ajuste de cores. E ocupa razoável espaço.

    Mas que é politicagem colocar F-Spot no lugar, isso é. Não que não tenha seus méritos…

  29. foobob (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 10:59 pm

    Outra coisa que me vem a cabeça lendo o artigo do OSNews: por que diabos Paint.NET não roda no mono? sempre correndo atrás…

  30. Moderação: Manter oculto um comentário moderado negativamente pelos leitores.
  31. Bem, poderiam incentivar o desenvolvimento do mtpaint, que é em minha opinião o aplicativo mais avançado que tem o mesmo nicho que o MS-Paint, mas que anda meio parado e precisa de muita coisa mesmo para ser um editor para o usuário final e acostumado ao Windows

    Eu mesmo nunca tinha visto o gimp como um equivalente ao editor padrão do Windows (Paint), justamente pelo fato de ser muito complexo. Eu mesmo demorei quatro anos pra aprender a fazer um círculo no Gimp, embora adore ele e use sempre :-)

    Ah sim o MyPaint é muito bom (pra não falar estupendo), mas não é exatamente um programa de edição de imagens, mas de criação, algo para artistas, e não para edições ocasionais.

  32. VonNaturAustreVe (usuário não registrado) em 26/11/2009 às 11:33 pm

    Foi uma decisão sensata do ubuntu, muitos usuários não conseguem utilizar o gimp, além de existir boas alternativas para trabalhar com edições simples em fotos e imagens.
    É caso o usuário precise do gimp sempre terá a sua disposição o apt-get :)

    []’s

  33. @Chrys, que Icaza o abençoe :-)

  34. foobob (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 12:07 am

    @VonNaturAustreVe

    Usuário final não usa apt-get, usa Aplicações -> Adicionar/Remover ;)

  35. Moderação: Manter oculto um comentário moderado negativamente pelos leitores.
  36. Quando eh soh pra dar um rotate ou resize, eu uso o Gwenview mesmo, ele faz essas coisas basicas entre outras. Mas esse eh o visualizador do KDE.
    Perceberam q todas as boas alternativas sao do KDE e nao do Gnomo?

  37. foobob (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 1:51 am

    Tem certeza que visualizador de KDE é “Gwenview” e não “Kwenview”? :P

    dito isso, gThumb é perfeitamente razoável para essas tarefas.

  38. VinIPSmaker (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 2:04 am

    @Chrys:
    Que ridículo. Você acha que o kernel linux seria bom se fosse escrito em C#? A qualidade do software não deve depender da linguagem. Na comunidade de software livre o conhecimento é livre e os programadores evoluem. (hoje mesmo na ufal o cara tava falando de scrum e perguntei a ele qual era o modelo de desenvolvimento de linux. ele respondeu que era um próprio, que não precisava desse tipo de coisa, pois há os programadores principais, que estão na elite. e o cara admitiu isso mesmo sendo fã do windows (adorou quando viu o 7)).

    Se todo mundo de repente desaprendesse como programar e só conseguisse programar em Python. Quem escreveria novas versões do python? Cada vez mais o desperdício de hardware seria ridículo. Falho não é a linguagem, é quem programa (e as vezes quem faz o compilador).

  39. alberto (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 2:43 am

    foobob, o Paint.NET poderia até rodar no mono, mas no mono no Windows. :-) O Paint.NET é uma app para Windows (o .NET permite apps cross plataform, mas só se você quiser).

    Há alguns meses/anos aqui no br-linux falou-se de um port para Linux, mas nunca mais ouvi falar.

    E há algumas semanas o autor decidiu que a nova versão não será mais open source. Qualquer port terá que ser com uma versão anterior.

  40. alberto (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 2:45 am

    Se o Google não fosse tão evil, bem que poderia abrir o Picasa. :-)

  41. Alex Góes Fuhrmann (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 2:59 am

    Agora vou ter que baixar o Gimp no lugar do KolourPaint.

  42. MaxRaven (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 3:55 am

    “Tem certeza que visualizador de KDE é “Gwenview” e não “Kwenview”? :P”
    @foobob pode ser incrivel, mas é este nome mesmo:
    http://gwenview.sourceforge.net/

  43. Bremm (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 4:25 am

    @alberto

    Estou contigo e não abro. Se é para fazer coisas realmente simples, coisa mais fácil que usar o Picasa não existe. F-Spot só é vantagem para quem usa o Ubuntu; para o Kubuntu, Xubuntu e Fluxbuntu, não.

    Se o CinePaint não estivesse “meio-morto” seria uma ótima alternativa ao Gimp. Mas claro, não para fazer coisas triviais como balanço de cores, rotação, recorte e outras coisas simples.

  44. Pessoal, não precisa polêmica para algo que se resolve com apt-get install gimp…..

  45. O gimp é excelente, uso bastante, mas não precisa vir por padrão.

  46. Daniel Bristot (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 8:06 am

    Eu acho que:

    O Gimp foi tirado para dar mais espaço para outras aplicações no “liveCD” do Ubuntu… Não por questões de qualidade/usuabilidade…

    Por isto que não gosto deste tipo de instalação onde o próprio método de instalação já impõe restrições ao sistema…

    /noflames …

  47. mdv (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 8:10 am

    Se instalassem o krita, o k3b, amarok e kile p.ex. que são sem dúvida os melhores nas suas respectivas categorias, a instalação das dependências desses programas já seriam plenamente justificadas.

    É uma besteira essa mania de querer colocar uma distribuição só com Gnome ou só com o KDE. O importante é colocar os melhores programas de cada categoria, sejam de que ambiente (ou não) forem. A prova disso é que o firefox e o openoffice são instalados em distribuições com o KDE e ninguém reclama. O koffice e o konqueror não têm a maturidade desses programas.

  48. mdv (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 9:14 am

    Concordo plenamente com o Daniel Bristot. Por que ficar preso no sistema de instalação por livecd e com a restrição de seiscentos e poucos megabytes ?

    Por que não partir logo para um livedvd ou usar um DVD com instalador gráfico tipo o anaconda ou o do debian ? Livecds são muito bons como versões “demo” do sistema e para fazer manutenções em micros mas na minha opinião é um retrocesso usar livecds como meio de instalação de sistemas operacionais. Usam muito mais memória e acabam tendo que conter muitos componentes desnecessários só porque o sistema tem que poder ser usado plenamente a partir de boot pelo cd.

    O ubuntu nesse quesito de instalação está bem atrás de outras distribuições como mandriva, fedora e opensuse, que ainda tem os velhos e bons instaladores tradicionais, gráficos e/ou texto, e inclusive com a opção de instalar a partir do DVD, pen drive ou através da rede por NFS, ftp, etc. Pelo que eu sei o ubuntu só oferece a alternativa do instalador modo texto, que é encarado como difícil pelos usuários novatos só por causa disso.

  49. beowulf (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 9:27 am

    Também acho que estes probleminhas básicos ja foram todos resolvidos no KDE a muito tempo atraz…

  50. PoolS (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 9:31 am

    Pessoal, hoje existe o visualizador de imagens do Gnome, por default no Ubuntu (e em outras distribuições tbm) – EoG – Eye of Gnome.

    Ele é padrão, abre quando clico 2x em uma imagem no Navegador de Arquivos.

    No Eog eu tenho como rotacionar, mudar o formato (BMP, JPEG etc) e ver em slides.

    Por que não adicionar outras funcionalidades como brilho, contraste, tamanho, crop, remover olhos vermelhos etc?

    Resolveria para 90% das pessoas que querem apenas dar uma pequena mexida em fotos ou imagens.

    E quem quer o Gimp, instala via apt-get, central de programas… sem crise!

    Até mais,

  51. Alexandre Thieme Reis (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 9:37 am

    Caro Augusto,
    a referência a “nós” é para os profissionais de informática. Fiz esta atribuição porque tenho observado, neste local, muitos comentários feitos por profissionais que são prejorativos em relação ao usuário final, que na minha avaliação é quem consome produto acabado.
    Com relação a “locomotiva que move o mundo”, tenho observado nos 32 anos que trabalho com informática (sou do tempo do cartão perfurado … rs ) que a maioria dos profissionais ainda acredita que informática é atividades fim, quando penso que somos apenas prestadores de serviço.
    Costumo não entrar em polêmica, e não é meu objetivo polemizar (acredito que existem coisas melhores para se fazer na vida), mas existem alguns conceitos que necessitam ser mudados.
    Espero ter esclarecido!
    Forte Abraço.

  52. Alexandre, e na condição de autor do trecho que você criticou, espero ter esclarecido que não cometi o pecado que você apontou. Sou usuário final, você também é, e o vizinho que ainda usa Windows 98 também é – e longe de mim fazer comentário pejorativo contra minha própria classe. Não acho que este conceito precisa ser mudado.

  53. self_liar (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 12:04 pm

    Isso é o pior absurdo que existe. Isso só está abrindo para a dependencia da API da microsoft. Quando a microsoft dita a API ,tome cuidado.

    Mono é um subconjunto do .NET .Sendo um subconjunto ,ele é dependente do superconjunto que é o .NET framework .A microsoft assim pode mudar a API completamente e o subconjunto terá que mudar .

  54. Weber Jr . (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 12:27 pm

    @Chrys

    “Que usem bem mais o mono, o mesmo fora feito para coisas deste tipo, tô pouco me lixando para tais ações irrelevantes focadas a apenas ações de licenciamento ilógicos e irracionais, onde o absurdo governa e o caos é rei.”

    Esse tipo de raciocínio, ainda que pareça progressista e pragmático(palavrinha da moda) no primeiro momento, na verdade é irresponsável.

    Quem tem responsabilidade de decidir o licenciamento de uma empresa ou cliente precisa pensar com o que se comprometerá.

    Pensando direito dá pra evitar muita dor de cabeça e perda de dinheiro.

  55. Moderação: Manter oculto um comentário moderado negativamente pelos leitores.
  56. self_liar (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 2:50 pm

    E o mais patético é que esse Paint.net usa windows forms ,que não entra na falsa community promise e ainda por cima é tão complexo quanto o gimp.

    Graças a deus distros 100% livres como trisquel e gnewsense se libertaram dessa coisa que se chama mono.

  57. Belverde (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 3:14 pm

    Puxa, o Gimp é uma das poucas coisas que prestam no universo GTK. Eles podiam aproveitar e tirar o openoffice (tá bom, tirar o gnome seria uma ótima idéia também, mas aí não seria mais ubuntu, afinal já existe o Kubuntu e Xubuntu).

  58. Webmarlin (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 4:07 pm

    Eu gostava das instalações das distros de antigamente, quando vc, na instalação, podia optar por escolher os pacotes. Tem gente que acha isso muito complicado. Mas, de qualquer forma, dá para descomplicar. Bastaria na instalação, ou até na inicialização do Live CD, perguntar ao usuário:

    Marque as opções desejadas para uso do Sistema Operacional:
    - Produção gráfica e editorial
    - Desenvolvimento Web
    - Multimídia
    - Jogos
    - Comunicação

    Cada opção teria um link para explicar seu conteúdo. Produção gráfica viria, por exemplo, Gimp, Inkscape, Scribus; Desenvolvimento Web: Apache + MySql + PHP, Quanta, Blue Fish; Multimídia: manipulação de vídeo e som, ripadores, animações;
    Lógico que estou dando apenas exemplos. Se não marcar nada, o computador será apenas uma estação de trabalho para office e navegação.

  59. anti-troll (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 6:41 pm

    Pessoal,

    Que coisa feia. Mais uma vez me deparo com usuários moderando negativamente vários comentários sérios, de pessoas oferecendo suas devidas opiniões sobre o tema. Tem mais de 10 comentários moderados negativamente aqui neste post… Acabei de moderá-los positivamente, e convoco todos os usuários sérios do BR-Linux a não deixarem que o uso da moderação seja feito de forma caótica por aqui. Ajudem a moderarem positivamente os comentários sérios que foram “censurados” indevidamente. Mesmo que eles sejam de opiniões diferentes das suas.

  60. MarcusJabber (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 6:42 pm

    @Webmarlin

    Todas as distribuições ainda possuem a opção de escolhas de pacote, ao menos que voce escolha a opção live cd.
    Nao estou certo quanto ao Ubuntu, mas todas as demais distros possuem essas opções de instalacao (via DVD por exemplo) que permitem escolher os pacotes.
    Eu também sou fã disso, ainda mais se for instalação tipo netinst. Por mim, todas as distribuições deveriam ter algo na linha netinstall do fedora e debian.

    Abs!

  61. foobob (usuário não registrado) em 27/11/2009 às 10:20 pm

    Moderem com moderação… rsrs

  62. Alexandre Thieme Reis (usuário não registrado) em 29/11/2009 às 1:03 am

    Caro Augusto,
    entendi perfeitamente sua colocação, obrigado.
    Agora, em ralação a minha afirmativa de que somos meio e não fim, acredito que tenhamos que mudar este conceito.
    Forte abraço,
    Alexandre

  63. Sobre sermos meio, concordo integralmente. Sobre “não sermos fim”, dito assim, de forma absoluta, sem qualificações adicionais, só posso discordar. Sou usuário final também, e público-alvo específico de bastante coisa.

  64. [...] Ubuntu não trará mais o Gimp na sua instalação default: Concordo com a análise do ars technica: a decisão de remover da instalação default uma ferramenta profissional que acabava sendo exposta como a ferramenta disponível para a usuários que só queriam fazer um rotate e um crop é madura e coerente com a intenção de fazer uma instalação default voltada às necessidades do mítico “usuário final”. [...]

  65. O Ubuntu não precisa retirar o GIMP dos pacotes de instalação padrão. Nem ele nem nenhuma outra distro. Basicamente basta tornar o GIMP a segunda ou terceira opção no menu que chama a aplicação de edição de imagens (clicar com o botão direito sobre ela mostra um menu com várias opções, por exemplo). Isso por si só já ajudaria bastante. Não colocando o GIMP na distro faz com que o a experiência do novo usuário seja inferior, sem uma segunda/terceira opção. Sem essas opções os novos usuários não vão conhecer o verdaderio Linux e rapidamente voltar para o Windows. Realmente a Canonical está pisando na bola. Felizmente não existe só Ubuntu como opção.

  66. @anti-troll

    Realmente deparei-me com muitos comentários válidos (apenas um era troll) nesta notícia. Parece que temos muitos Ubuntusers por aqui. E a atitude desses usuários é muito extremista. Tudo quanto é crítica válida ao Ubuntu é moderada negativamente. Acho que o Augusto deveria revisar e interferir para que o bom censo prevalecesse. Do contrário o BR-Linux vai se tornar BR-Ubuntu.

  67. Perles, dei uma olhada nos comentários moderados, e nenhum deles me pareceu uma crítica ao Ubuntu. Um deles até pode ser visto assim (na verdade é uma crítica à decisão de remover o Gimp), mas o restante não parece se encaixar na sua teoria.