Quanto vale um software? Apenas seu custo?
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“Quando me refiro a valor não primo pelo seu tamanho e sim por um ponto que muitas vezes deixamos de considerar: na visão do comprador, quais os reais benefícios?
Em verdade, a criação de uma proposta de software com valor, pelo que considerado neste post, deve levar o cliente para dentro do universo de possibilidades que oferta-se a ele, e, quando não proibitivo, permitir que se avalie exaustivamente opções encontradas no mercado a fim de possibilitar comparações próximas para que não se cometa o erro de comparar “alhos com bugalhos”.”
Enviado por Jackson (faleΘprofissionaisti·com·br) – referência (profissionaisti.com.br).
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O valor dele é em relação ao retorno. Os clientes não se importam de pagar 500 mil reais em um software, desde que ele tenha um retorno proporcional.
Valor é relativo, isso é sabido desde a Revolução Marginalista, com Menger (1871), Jevons (1871) e Walras (1874). Citando a Wikipedia:
“Para exemplificar: para um consumidor que esteja com fome, a primeira fatia de pão tem uma utilidade enorme. Essa utilidade vai decrescendo à medida que se vai adicionando mais unidades. A décima fatia de pão já representará uma utilidade bem menor que a primeira. A trigésima fatia de pão terá uma utilidade quase nula e a centésima poderá até ter uma utilidade marginal negativa se causar, em nosso consumidor, uma indigestão.”
O exemplo da Wikpedia citado por Alexsander pra mim resume tudo.