Google não quer que extensões para o Chrome possam comprometer estabilidade e desempenho
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Durante a Conferência Google I/O, realizada esta semana na California, o Google aproveitou para apresentar detalhes sobre como será a arquitetura de extensões do seu navegador Chrome, que naturalmente não deixará de seguir a tendência de permitir que o público em geral agregue funcionalidades ao aplicativo por meio deste recurso.
Não assisti a apresentação, mas a Info divulgou vários detalhes, incluindo um que me interesseou bastante, pois a situação oposta me desagrada em outros navegadores:
“O Chrome suportará add-ons em várias tecnologias, como JavaScript, HTML e Ajax, mas tomará cuidados para não permitir que os plug-ins deixem o navegador lento demais. (…) alguns critérios de qualidade do código serão exigidos, a fim de garantir a estabilidade e performance do aplicativo. Um manual com recomendações de “melhores práticas” foi publicado pelo Google no fórum do Chrome.”
O posicionamento inclui itens como não exigir que o navegador seja reiniciado após a instalação de uma extensão, e obter atualizações das extensões automaticamente.
O ars technica testou comparativamente a versão em desenvolvimento do Chrome para Linux ontem, e concluiu que ela está indo na direção certa. Se desejar, inscreva-se para ser avisado sobre o lançamento da versão para Linux, quando ela ocorrer – ou saiba mais sobre o projeto Chromium.
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Concordo com a posição tomada. Acredito que é mais ou menos que a Apple faz com a App Store.
Chrome for the win! /o/
Mas nada vai impedir que seja criado um repositório de extensões desvinculados da Google. Ou o navegador só permitirá a instalação a partir da “google-store”?