Visite também: UnderLinux ·  VivaOLinux ·  Dicas-L ·  NoticiasLinux ·  SoftwareLivre.org ·  [mais] ·  Currículo ·  Efetividade

O que é LinuxDownload LinuxApostila LinuxEnviar notícia


É o Kongoni: FSF atualiza a lista das distribuições que ela chama de livres

A Free Software Foundation anunciou a atualização da sua listagem “Free GNU/Linux distributions“, dando mais uma opção aquem queira rodar uma distribuição que a FSF genuinamente chama de ‘free’.

Para quem está nesta trilha há pouco tempo, vale esclarecer: a lista não inclui nomes como Debian, Slackware, Ubuntu, Mandriva e Fedora – e a FSF até diz o motivo por que ela deixa cada uma destas de fora da sua listagem. Por outro lado, a lista inclui nomes como BLAG, Dragora, gNewSense, Ututo e Venenux.

E é a estes nomes que vem se juntar a africana Kongoni, derivada do Slackware e adotando o portpkg. Boa sorte a ela! (via lwn.net)

Saiba mais (lwn.net).

• Publicado por Augusto Campos em 15/09/2009 às 9:30 am
• Link direto para este post: http://br-l.org/!14231
• Siga no Twitter: @brlinuxblog e @augustocc
• Mais posts do mesmo tema: Chave de fenda, Distribuições, Variedades

Comentários dos leitores para “É o Kongoni: FSF atualiza a lista das distribuições que ela chama de livres”

Os comentários são responsabilidade de seus autores, e não são analisados ou aprovados pelo BR-Linux. Em algumas notícias os comentários são exibidos de forma paginada, com links abaixo do formulário de inserção de novo comentário. Leia os Termos de uso do BR-Linux.

  1. Paulo Pontes (usuário não registrado) em 15/09/2009 às 10:17 am

    me pergunto o que uma lista dessas ajuda?
    olha o critério que eles seguem para excluir as distros mais populares:
    ” *

    They do not have a policy of only including free software, and removing nonfree software if it is discovered. Most of them have no clear policy on what software they’ll accept or reject at all. The distributions that do have a policy unfortunately aren’t strict enough, as explained below.
    *

    The version of the kernel Linux that they distribute includes blobs: pieces of object code, distributed without source, usually to help operate some device.

    nada se fala de usabilidade e compatibilidade com o que o usuário quer. Se eu tenho uma placa de video proprietária cujo driver livre não existe, eu não poderia prover suporte por meio dos drivers proprietários do fabricante.

    Free software não pode ser bitolação. Tem que englobar as necessidades proprietárias também. Com cuidado para impedir os comportamentos do tipo “extend and exterminate”.

    Por essas e outras que prefiro me definir como pró-open source do que pró software livre

  2. Welington (usuário não registrado) em 15/09/2009 às 10:38 am

    Eu não conseguiria usar uma distribuição 100% livre em nenhum dos meus computadores, visto que os drivers de vídeo abertos Openchrome e nvidia são umas drogas e que não funcionam direito. Isso só pra começar.

    Juntemos ai algumas placas wifi que dependem de drivers pendurados via ndiswrapper e o que não dizer da necessidade de programas que rodem pelo Wine…

    Não usaria, mas sou totalmente a favor da publicação de listas extremistas como esta bem como do direito do Mr Stalman cantar de galo de expor seu radicalismo. Pelo simples motivo que se não existissem estes pontos de vista, hoje nós teriamos verdeiros GNUs Windows em nossos computadores.

    Concordando ou não, tenho certeza que os lideres de projetos e até os desenvolvedores vez por outra olham para estas coisas e ficam se mordendo de raiva e pensando: “O que eu posso fazer para tirar aquele maldito blob?”

    Para nós usuários finais a listagem é inútil, mas acredito na sua utilidade como referêncial para que o movimento opensource e free-software não saia do rumo.

  3. Vini (usuário não registrado) em 15/09/2009 às 10:53 am

    Perda de tempo..acho que ninguém em sã consciência utiliza 100 % livre. O negócio é o seguinte. Parem de desenvolver distros e desenvolvam ou aperfeiçoem os programs atuais.. Deem um gás no Openoffice, GIMP, Inkscape,etc.

    Abraços

O prazo para comentar neste post já expirou - visite a capa do site para posts mais recentes.