Segundo a descrição do alegado malware publicada pelo eWeek, ele opera de várias maneiras, inclusive por intermédio de um servidor proxy que o injeta em scripts e makefiles contidos em arquivos tar. E, uma vez executado pelo usuário, ele encarrega de tentar se inserir nas crontabs, arquivos de inicialização da shell e ambiente gráfico, e mais.
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
“Um desenvolvedor que diz que está cansado do argumento “Linux é seguro” se expôs para desenvolver um “pacote de malwares para Unix/Linux” a fim de ajudar hackers éticos a demonstrar a vulnerabilidade do sistema de código aberto. “Eu estava farto com o consenso geral que Linux é oh-tão-seguro” e não tinha malwares”, escreveu um desenvolvedor chamado buchner.johannes no Ask Slashdot, na postagem arquivada pelo usuário kdawson. “Após uma semana de trabalho, eu terminei um pacote de malwares para Unix/Linux”, Johannes escreveu. “Sua proposta integral é ajudar hackers white-hat assinalarem que um sistema Linux pode se tornar em um cliente de botnet (…)” [
referência: keepgeek.com.br]
Os comentários são responsabilidade de seus autores, e não são
analisados ou aprovados pelo BR-Linux. Em algumas notícias os comentários são exibidos de forma paginada,
com links abaixo do formulário de inserção de novo comentário.
Leia os Termos de uso do BR-Linux.
Só não venham me dizer que para ser efetivo o malware deve ser executado com privilégio do usuário root.
O argumento é “Linux é mais seguro”. O dia que eu pegar um virus apenas navegando em um website sem qualquer tipo de interação(Win+IE). Ai sim este argumento morre.