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Contra “adoção por decreto” e “religião”: TCU e SLTI falam sobre software livre no governo

Nem bom, nem ruim. O Software livre é visto pelo Tribunal de Contas da União como uma ferramenta que pode e deve ser utilizada, sempre que os órgãos federais tenham um planejamento estratégico para sua implementação.

Segundo o Auditor, André Pacheco, tem sido adotada como uma política de governo e, portanto, deve ser respeitada. Porém, ele alertou que naqueles locais onde o software livre entrou “por decreto”, os resultados não foram satisfatórios e os órgãos acabaram assumindo custos para a retomada da plataforma proprietária.

Por sua vez, o Secretário de Logística e TI, Rogério Santanna, destacou alguns benefícios obtidos pelo governo com a adoção das soluções em código aberto. Porém, deixou claro que é e sempre foi contra o uso de software livre no governo, como se ele fosse uma “religião”. (via softwarelivre.org)

Saiba mais (softwarelivre.org).

• Publicado por Augusto Campos em 28/08/2009 às 5:00 pm
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Comentários dos leitores para “Contra “adoção por decreto” e “religião”: TCU e SLTI falam sobre software livre no governo”

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  1. tobias (usuário não registrado) em 28/08/2009 às 5:23 pm

    Mais um candidato pro troféu “Capitão Óbvio”.

  2. ssss (usuário não registrado) em 28/08/2009 às 5:23 pm

    A verdade é que mesmo quando uma solução livre precisa ser complementada ou customizada para uso no governo, cada órgão pensa individualmente em vez de se unirem e compartilharem código ou contratarem alguma consultoria para fazer o trabalho e pagarem esse custo de maneira compartilhada.

    O custo de aperfeiçoar ou customizar uma solução livre pode ser alto para um único cliente mas geralmente seria bem menor se fosse compartilhado de maneira inteligente por vários clientes, ou seja, por vários órgãos do governo federal e mesmo entre as várias esferas de governo 9estadual, municipal, federal).

    O BrOffice por exemplo. Será que o que TODOS os órgãos do governo federal e mesmo os das outras esferas pagam de licença de MS Office todo ano não pagariam o desenvolvimento e customização do BrOffice ?! será que não dava para pagar alguém para desenvolver as macros que tanto emperram algumas migrações ?

    Mas para o governo e para o TCU é muito mais fácil comprar licenças de sw proprietário, mesmo que de um único fornecedor e a preços abusivos. É fácil: coloca-se em licitação e a disputa fica em torno de centavos em volta do preço tabelado dos produtos.

    Fiscalizar contratos de serviço de consultoria e desenvolvimento de sw deve dar mesmo muito mais trabalho para o TCU.

  3. Renato (usuário não registrado) em 28/08/2009 às 8:39 pm

    Bastante sensata a opinião do membro do TCU. A adoção de software livre pela administração deveria se dar por mérito e qualidade desses programas e não simplesmente por que é “de-graça”.

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