Android já roda em netbooks – o que vem por aí?
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Uma matéria do The Inquirer trata do Android rodando em netbooks, com o relato de 2 usuários que, a partir do código-fonte do sistema do Google baseado no Linux e de 4 horas de trabalho, compilaram e rodaram o sistema em seu Asus EEE PC 1000H.

E não foi um daqueles típicos ports iniciais, com sérios problemas de suporte a hardware: não foi necessário fazer grande esforço além da compilação usual, e o desktop funcionou bem, com gráficos, áudio, conectividade, rede sem fio, aplicativos (incluindo o navegador) e tudo o mais. (via lwn.net)
Eles não foram os primeiros – um funcionário do Google já havia relatado ter rodado o Android em um EEE PC mais modesto. Mas como eles são externos ao Google, divulgaram bem mais detalhes, incluindo o bom suporte a telas maiores e o destaque para a existência de uma configuração interna do Android que define se ele vai rodar em “modo celular” ou “modo desktop” – o que já é visto por analistas como Steven J. Vaughan-Nichols como mais uma evidência de que o “desktop do Google” vem aí. Ou já está aí?
Meu palpite é de que o Google está preparado para a possível onda dos MIDs, aqueles aparelhinhos que ficam entre os smartphones e os netbooks, que outras empresas do mesmo mercado (como a Intel, com sua iniciativa Moblin, também baseada em Linux) também parecem estar esperando ver no mercado de massa em breve.
Saiba mais (lwn.net).
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Netbook
Esse é o futuro do Linux…
Grandes servidores de uma lado e Netbook’s e Smartphone do outro.
I want to believe. The truth is “a.out” there. :D
Hum… fiquei curioso, deu vontade de arranjar um EeePC só para testar. Fico pensando se a Google resolve “formalizar” o lançamento do Android para desktops… que impacto isso teria para a comunidade de software livre, principalmente para a comunidade do GNU/Linux?
Afinal, um “fork” GNU/Linux by Google poderia gerar uma expectativa muito grande, e talvez levasse consigo muitos usuários ou potenciais usuários do GNU/Linux…
Não sei, fico a divagar…
Acho que pode ser bem melhor caracterizado como distribuição do que como fork.