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	<title>Comments on: A multiplicidade de distribuições prejudica a adoção do software livre?</title>
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	<description>Linux levado a sério desde 1996</description>
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		<title>By: sem@email.org</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-2/#comment-41801</link>
		<dc:creator>sem@email.org</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 02:27:20 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Eu podia estar roubando, mas estou aqui criando uma distro&quot;

Ja li uma frase semelhante aqui neste blog. E ela eh auto-sustentavel!

Viva as novas distros! Viva o dia do orgulho dos criadores de distros  :) !

    &quot;Allons enfants de la Patrie,
    Le jour de gloire est arrivé
    Contre nous de la tyrannie
    L&#039;étendard sanglant est levé.
    L&#039;étendard sanglant est levé:
    Entendez-vous dans les campagnes
    Mugir ces féroces soldats!
    Ils viennent jusque dans vos bras
    Égorger vos fils et vos compagnes.
    ...&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Eu podia estar roubando, mas estou aqui criando uma distro&#8221;</p>
<p>Ja li uma frase semelhante aqui neste blog. E ela eh auto-sustentavel!</p>
<p>Viva as novas distros! Viva o dia do orgulho dos criadores de distros  :) !</p>
<p>    &#8220;Allons enfants de la Patrie,<br />
    Le jour de gloire est arrivé<br />
    Contre nous de la tyrannie<br />
    L&#8217;étendard sanglant est levé.<br />
    L&#8217;étendard sanglant est levé:<br />
    Entendez-vous dans les campagnes<br />
    Mugir ces féroces soldats!<br />
    Ils viennent jusque dans vos bras<br />
    Égorger vos fils et vos compagnes.<br />
    &#8230;&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Damarinho</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-2/#comment-41799</link>
		<dc:creator>Damarinho</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 01:59:51 +0000</pubDate>
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		<description>(*_*) 
&lt;b&gt;Retransmitindo, sem erros de datilografia.

Multiplicidade
&lt;/b&gt;
1. Condição essencial para liberdade produtiva e propulsão de viabilidades seletivas.
Qualquer usuário avalia e elege um produto, baseando-se em informações,que são abundantes na Net-web.
Outros não se dispõem em pesquisar e ouvem opiniões, que variam exaustivamente, e complica por causa da passionalidade ou academicismo.

2. Observa-se um produto novo e surgem requisitos e dúvidas.
Exemplo: Para adquirir um DVD-player, acoplado em TV, pesquisa modelo que permita reproduzir na TV um DVD gravado em computador (MP3, VOB…, MPEG4), porque há modelos incompatíveis.
A escolha de utensíliso difere de optar por um computador ou sistema operacional e seus programas auxiliares difusos.

3. Há um público que não se dispõe a mergulhar em detalhes técnico-operacionais.
Outro que, após a instalação do Linux e avaliação de recursos disponíveis, lança-se em busca de últimas versões otimizadas.
Exemplo: O recurso mais utilizado é o EDITOR. Muitos não usam o Gedit (não usavam) porque havia inoperâncias ou insuficiências. Hoje, o Gedit “explodiu” com recursos optativos adicionais (addons), complementos (plugins), como em:
http://live.gnome.org/Gedit/Plugins

Muitos desses recursos foram observados no editor (IDE) GEANY.

3.1 - Esses recrusos atuais não constam das distribuições Linux, em extensão.
Forma-se, então, uma corrente de interesse coletivo desse grupo de usuários, a fim de apoiar e implementar os novos recursos, alguns até “sonhados”.

4. Esses elementos idealistas expandem-se para a filosofia do Linux e suas diversas distros, cada qual com sua tendencia ou fuga.
Há alguns anos, ninguem optaria pelo Slackware, que nem interface gráfica tinha adequadamente.

5. O “software livre” universaliza conceitos de qualidade, pois impulsiona progressiva e geométricamente novas soluções, adequações, portabilidade, ubiquidade e equanimidade, pois não há fronteiras nem absolutismo.

Na colisão de culturas, não há mais o comodismo, pois o futuro começa agora e todos percebem a Nova Era.

\o/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(*_*)<br />
<b>Retransmitindo, sem erros de datilografia.</p>
<p>Multiplicidade<br />
</b><br />
1. Condição essencial para liberdade produtiva e propulsão de viabilidades seletivas.<br />
Qualquer usuário avalia e elege um produto, baseando-se em informações,que são abundantes na Net-web.<br />
Outros não se dispõem em pesquisar e ouvem opiniões, que variam exaustivamente, e complica por causa da passionalidade ou academicismo.</p>
<p>2. Observa-se um produto novo e surgem requisitos e dúvidas.<br />
Exemplo: Para adquirir um DVD-player, acoplado em TV, pesquisa modelo que permita reproduzir na TV um DVD gravado em computador (MP3, VOB…, MPEG4), porque há modelos incompatíveis.<br />
A escolha de utensíliso difere de optar por um computador ou sistema operacional e seus programas auxiliares difusos.</p>
<p>3. Há um público que não se dispõe a mergulhar em detalhes técnico-operacionais.<br />
Outro que, após a instalação do Linux e avaliação de recursos disponíveis, lança-se em busca de últimas versões otimizadas.<br />
Exemplo: O recurso mais utilizado é o EDITOR. Muitos não usam o Gedit (não usavam) porque havia inoperâncias ou insuficiências. Hoje, o Gedit “explodiu” com recursos optativos adicionais (addons), complementos (plugins), como em:<br />
<a href="http://live.gnome.org/Gedit/Plugins" rel="nofollow">http://live.gnome.org/Gedit/Plugins</a></p>
<p>Muitos desses recursos foram observados no editor (IDE) GEANY.</p>
<p>3.1 &#8211; Esses recrusos atuais não constam das distribuições Linux, em extensão.<br />
Forma-se, então, uma corrente de interesse coletivo desse grupo de usuários, a fim de apoiar e implementar os novos recursos, alguns até “sonhados”.</p>
<p>4. Esses elementos idealistas expandem-se para a filosofia do Linux e suas diversas distros, cada qual com sua tendencia ou fuga.<br />
Há alguns anos, ninguem optaria pelo Slackware, que nem interface gráfica tinha adequadamente.</p>
<p>5. O “software livre” universaliza conceitos de qualidade, pois impulsiona progressiva e geométricamente novas soluções, adequações, portabilidade, ubiquidade e equanimidade, pois não há fronteiras nem absolutismo.</p>
<p>Na colisão de culturas, não há mais o comodismo, pois o futuro começa agora e todos percebem a Nova Era.</p>
<p>\o/</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Damarinho</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-2/#comment-41797</link>
		<dc:creator>Damarinho</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 01:48:15 +0000</pubDate>
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		<description>(*_*)

&lt;b&gt; Multiplicidade &lt;/b&gt; 
1. Condição essencial para liberdade produtiva e propulsão de viabildiades seletivas.
Qualquer usuário avalia e elege um produto, baseando-se em informações,que são abundantes no Net-web.
Outros não se dispõem em pesquisar e ouve opiniões, que variam exaustivamente, e complica por causa da passionalidade ou academicismo.

2.  Observa-se um produto novo e surgem requisitos e dúvidas. 
Exemplo:  Para adquirir um DVD-player, acoplado em TV, pesquisa modelo que permita reproduzir na TV um  DVD gravado em computador (MP3, VOB..., MPEG4), porque há modelos incompatíveis.
A descolha de utensíliso difere de optar por um computador ou sismtema opercional e seus programas auxiliares difusos.

3.  Há um público que não se dispõe a mergulhar em detalhes técnico-operacionais.
Outro que, após a instalação do Linux e avaliação de recursos disponíveis, lança-se em busca de últimas versões otimidadas.
Exemplo:  O recurso mais utilizado é o EDITOR. Muitos não usam o Gedit (não usavam) porque havia inoperâncias ou insuficiências. Hoje, o Gedit &quot;explodiu&quot; com recursos optativos adicionais (addons), complementos (plugins), como em:
http://live.gnome.org/Gedit/Plugins

Muitos desses recursos coram observados no editor (IDE) GEANY.

3.1 - Esses recrusos atuais não constam das distribuições Linux, em entensão. 
Forma-se, então, um corrente de interesse coletivo desse grupo de usuários, a fim de apoiar e implementar os novos recursos, alguns até &quot;sonhados&quot;.

4. Esses elementos idealistas expandem-se para a filosofia do Linux e suas diversas distros, cada qual com sua tendencia ou fuga.
Há alguns anos, ninguem optaria pelo Slackware, que nem interface gráfica tinha adequadamente.

5. O &quot;software livre&quot; universaliza conceitos de qualidade, pois impulsiona progressiva e geométricamente novas soluções, adequações, portabilidade, ubiquidade e equanimidade, pois não há fronteiras nem absolutismo.

Na colisão de culturas, não há mais o comodismo, pois o futuro começa agora e todos percebem a Nova Era.

\o/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(*_*)</p>
<p><b> Multiplicidade </b><br />
1. Condição essencial para liberdade produtiva e propulsão de viabildiades seletivas.<br />
Qualquer usuário avalia e elege um produto, baseando-se em informações,que são abundantes no Net-web.<br />
Outros não se dispõem em pesquisar e ouve opiniões, que variam exaustivamente, e complica por causa da passionalidade ou academicismo.</p>
<p>2.  Observa-se um produto novo e surgem requisitos e dúvidas.<br />
Exemplo:  Para adquirir um DVD-player, acoplado em TV, pesquisa modelo que permita reproduzir na TV um  DVD gravado em computador (MP3, VOB&#8230;, MPEG4), porque há modelos incompatíveis.<br />
A descolha de utensíliso difere de optar por um computador ou sismtema opercional e seus programas auxiliares difusos.</p>
<p>3.  Há um público que não se dispõe a mergulhar em detalhes técnico-operacionais.<br />
Outro que, após a instalação do Linux e avaliação de recursos disponíveis, lança-se em busca de últimas versões otimidadas.<br />
Exemplo:  O recurso mais utilizado é o EDITOR. Muitos não usam o Gedit (não usavam) porque havia inoperâncias ou insuficiências. Hoje, o Gedit &#8220;explodiu&#8221; com recursos optativos adicionais (addons), complementos (plugins), como em:<br />
<a href="http://live.gnome.org/Gedit/Plugins" rel="nofollow">http://live.gnome.org/Gedit/Plugins</a></p>
<p>Muitos desses recursos coram observados no editor (IDE) GEANY.</p>
<p>3.1 &#8211; Esses recrusos atuais não constam das distribuições Linux, em entensão.<br />
Forma-se, então, um corrente de interesse coletivo desse grupo de usuários, a fim de apoiar e implementar os novos recursos, alguns até &#8220;sonhados&#8221;.</p>
<p>4. Esses elementos idealistas expandem-se para a filosofia do Linux e suas diversas distros, cada qual com sua tendencia ou fuga.<br />
Há alguns anos, ninguem optaria pelo Slackware, que nem interface gráfica tinha adequadamente.</p>
<p>5. O &#8220;software livre&#8221; universaliza conceitos de qualidade, pois impulsiona progressiva e geométricamente novas soluções, adequações, portabilidade, ubiquidade e equanimidade, pois não há fronteiras nem absolutismo.</p>
<p>Na colisão de culturas, não há mais o comodismo, pois o futuro começa agora e todos percebem a Nova Era.</p>
<p>\o/</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Gustavo Tondello</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-2/#comment-41777</link>
		<dc:creator>Gustavo Tondello</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 17:55:57 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei do comentário do Monge:

&lt;cite&gt;A aderência a padrões abertos, portanto, é fundamental para a redução do risco. Por que ninguém discute sobre a multiplicidade de marcas e modelos de TVs, nem de automóveis? - porque é irrelevante! - não importa qual TV você compre, todas elas funcionarão perfeitamente com os demais aparelhos de sua casa, independente de suas diferenças tecnológicas internas; do mesmo modo, os automóveis.&lt;/cite&gt;

Parece-me que isto seria interessante de conseguir; não importa qual o modelo interno de cada distribuição, desde que as coisas &lt;b&gt;funcionem&lt;/b&gt; da mesma maneira do ponto de vista de quem está usando.

Pensando do ponto de vista do usuário, é complicado, e não é só para o usuário leigo, não. Mesmo para o usuário um pouco mais experiente, que busca na Internet em fóruns, etc. por alguma solução quando encontra um problema e tenta resolver por conta, às vezes ele se depara com uma solução relatada para uma determinada distribuição que não é a mesma que ele usa e por isso a solução não funciona.

Então, a solução para cada problema possível muitas vezes tem que ser descoberta e documentada uma vez para cada distribuição existente e eu entendo que neste aspecto é que os pesquisadores quiseram dizer que a multiplicidade (exagerada e sem nenhum padrão) atrapalha, pois cada esforço tem que ser feito várias vezes.

Um outro exemplo é a compilação de programas; eu sou desenvolvedor (java), portanto, não vejo a princípio nenhum problema em baixar o fonte de um programa e digitar &quot;make; make install&quot;. O problema é que em 90% das vezes que eu já tentei compilar um programa deu erro, ou porque faltava dependência, ou não sei porquê, e daí eu desisti, pois para compilar um programa tudo bem, mas para ter que ficar lendo o código do programa ou pesquisando para tentar entender porque não compilou, muitas vezes não há tempo, não é nem questão de querer ou não...

Portanto, vejo que o ideal seria que a maioria das coisas simplesmente funcionassem em diferentes distros/versões sempre da mesma forma do ponto de vista de quem está usando. Não acho que seja possível ou necessário resolver isto 100%, mas melhorar um tanto já ajudaria.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei do comentário do Monge:</p>
<p><cite>A aderência a padrões abertos, portanto, é fundamental para a redução do risco. Por que ninguém discute sobre a multiplicidade de marcas e modelos de TVs, nem de automóveis? &#8211; porque é irrelevante! &#8211; não importa qual TV você compre, todas elas funcionarão perfeitamente com os demais aparelhos de sua casa, independente de suas diferenças tecnológicas internas; do mesmo modo, os automóveis.</cite></p>
<p>Parece-me que isto seria interessante de conseguir; não importa qual o modelo interno de cada distribuição, desde que as coisas <b>funcionem</b> da mesma maneira do ponto de vista de quem está usando.</p>
<p>Pensando do ponto de vista do usuário, é complicado, e não é só para o usuário leigo, não. Mesmo para o usuário um pouco mais experiente, que busca na Internet em fóruns, etc. por alguma solução quando encontra um problema e tenta resolver por conta, às vezes ele se depara com uma solução relatada para uma determinada distribuição que não é a mesma que ele usa e por isso a solução não funciona.</p>
<p>Então, a solução para cada problema possível muitas vezes tem que ser descoberta e documentada uma vez para cada distribuição existente e eu entendo que neste aspecto é que os pesquisadores quiseram dizer que a multiplicidade (exagerada e sem nenhum padrão) atrapalha, pois cada esforço tem que ser feito várias vezes.</p>
<p>Um outro exemplo é a compilação de programas; eu sou desenvolvedor (java), portanto, não vejo a princípio nenhum problema em baixar o fonte de um programa e digitar &#8220;make; make install&#8221;. O problema é que em 90% das vezes que eu já tentei compilar um programa deu erro, ou porque faltava dependência, ou não sei porquê, e daí eu desisti, pois para compilar um programa tudo bem, mas para ter que ficar lendo o código do programa ou pesquisando para tentar entender porque não compilou, muitas vezes não há tempo, não é nem questão de querer ou não&#8230;</p>
<p>Portanto, vejo que o ideal seria que a maioria das coisas simplesmente funcionassem em diferentes distros/versões sempre da mesma forma do ponto de vista de quem está usando. Não acho que seja possível ou necessário resolver isto 100%, mas melhorar um tanto já ajudaria.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Victor</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-2/#comment-41776</link>
		<dc:creator>Victor</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 17:49:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=8420#comment-41776</guid>
		<description>Quando comecei achei complexo demais tantas distros, mas comecei a ler a opinião de diversas pessoas sobre o assunto e acabei tomando uma decisão. Troquei de distro umas 6 vezes e agora estou pensando em testar algumas outras, no fundo acho que qualquer distro das mais populares podem satisfazer o usuáro final. Um prefere rpm outro deb, um gnome outro kde e ainda outro xfce, ou um *box. No fim o melhor mesmo é ir instalando distros como um louco até que você perceba que não pode mais viver sem aquela característica específica de uma. Daí você achou a melhor para você.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando comecei achei complexo demais tantas distros, mas comecei a ler a opinião de diversas pessoas sobre o assunto e acabei tomando uma decisão. Troquei de distro umas 6 vezes e agora estou pensando em testar algumas outras, no fundo acho que qualquer distro das mais populares podem satisfazer o usuáro final. Um prefere rpm outro deb, um gnome outro kde e ainda outro xfce, ou um *box. No fim o melhor mesmo é ir instalando distros como um louco até que você perceba que não pode mais viver sem aquela característica específica de uma. Daí você achou a melhor para você.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Elcides</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-2/#comment-41768</link>
		<dc:creator>Elcides</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 15:24:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=8420#comment-41768</guid>
		<description>Quero muito usar linux, testei varias distro e tive dificuldade com drive da placa de video e configuraração wi-fi principalmente pppoe. Por enquanto vou de xp.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quero muito usar linux, testei varias distro e tive dificuldade com drive da placa de video e configuraração wi-fi principalmente pppoe. Por enquanto vou de xp.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Elcides</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-2/#comment-41767</link>
		<dc:creator>Elcides</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 15:19:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=8420#comment-41767</guid>
		<description>Há algum tempo atrás queria muito usar linux no meu pc, testei várias distro, mas tive a dificuldade de instalar o drive da minha placa de vídeo pois as distro não incorporaram o mesmo por se tratar de uma nvidia. Além disso tive a dificuldade de configurar minha net wi-fi principalmente o pppoe. Por enquanto vou de xp.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo atrás queria muito usar linux no meu pc, testei várias distro, mas tive a dificuldade de instalar o drive da minha placa de vídeo pois as distro não incorporaram o mesmo por se tratar de uma nvidia. Além disso tive a dificuldade de configurar minha net wi-fi principalmente o pppoe. Por enquanto vou de xp.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Augusto Campos</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-2/#comment-41755</link>
		<dc:creator>Augusto Campos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 10:59:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=8420#comment-41755</guid>
		<description>É, os pacotes para o GoboLinux são o exemplo quintessencial. Mas qualquer pacote que use mal (ou deixe de usar) estruturas como /opt, /srv, ou diferencie mal o /bin, /usr/bin e /usr/local/bin (ou /lib, /usr/lib, /usr/local/lib), ou que precise ser adaptado a subdiretórios específicos criados pelo distribuidor no /etc ou no diretório de logs, ou que assuma um padrão de nomes de arquivos de logs ou de configurações diferentes do adotado pelo distribuidor é candidato a passar pelo mesmo bem-vindo processo de adaptação.

É natural que os desenvolvedores dos softwares não tenham que se comprometer com nenhuma estruturação de diretórios. Muitos dos projetos melhor estruturados seguem padrões genéricos, mas mesmo esses podem precisar de adaptação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É, os pacotes para o GoboLinux são o exemplo quintessencial. Mas qualquer pacote que use mal (ou deixe de usar) estruturas como /opt, /srv, ou diferencie mal o /bin, /usr/bin e /usr/local/bin (ou /lib, /usr/lib, /usr/local/lib), ou que precise ser adaptado a subdiretórios específicos criados pelo distribuidor no /etc ou no diretório de logs, ou que assuma um padrão de nomes de arquivos de logs ou de configurações diferentes do adotado pelo distribuidor é candidato a passar pelo mesmo bem-vindo processo de adaptação.</p>
<p>É natural que os desenvolvedores dos softwares não tenham que se comprometer com nenhuma estruturação de diretórios. Muitos dos projetos melhor estruturados seguem padrões genéricos, mas mesmo esses podem precisar de adaptação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Grobsch</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-2/#comment-41751</link>
		<dc:creator>Grobsch</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 10:08:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=8420#comment-41751</guid>
		<description>Nessa discussão toda o único ponto interessante é o tal padrão, porque para definir um padrão muitos terão que abrir mão de idéias proprias e utilizar algo idealizado por terceiros. Jamais vai existir uma entidade com autonomia e conceito para implementar um padrão as distribuições, até porque as comunidades não querem. 

O padrão é ter suporte aos pacotes rpm, e não usar rpm, então continuamos tendo uns 355 tipos diferentes de pacotes.

Eu sigo um padrão, a ordem é simples, em primeiro lugar vem o que eu quero e gosto, depois ouço usuários e comunidade, e sempre me mantenho perto do Slackware e Slax, as duas melhores bases. Simples assim.

A variedade de distribuições só ajuda os aplicativos. Quantos vocês acham que baixam aplicativos se comparados aos que baixam distribuições?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa discussão toda o único ponto interessante é o tal padrão, porque para definir um padrão muitos terão que abrir mão de idéias proprias e utilizar algo idealizado por terceiros. Jamais vai existir uma entidade com autonomia e conceito para implementar um padrão as distribuições, até porque as comunidades não querem. </p>
<p>O padrão é ter suporte aos pacotes rpm, e não usar rpm, então continuamos tendo uns 355 tipos diferentes de pacotes.</p>
<p>Eu sigo um padrão, a ordem é simples, em primeiro lugar vem o que eu quero e gosto, depois ouço usuários e comunidade, e sempre me mantenho perto do Slackware e Slax, as duas melhores bases. Simples assim.</p>
<p>A variedade de distribuições só ajuda os aplicativos. Quantos vocês acham que baixam aplicativos se comparados aos que baixam distribuições?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Henrique Lechner</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-2/#comment-41747</link>
		<dc:creator>Henrique Lechner</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 07:08:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=8420#comment-41747</guid>
		<description>este assunto é um tanto quanto explosivo,realmente se torna complexo de discuti-lo.apesar de eu ter uma opção formada a respeito ultimamente acabo deixando ela um pouco de lado que muitas vezes recebemos só criticas destrutivas.mas vou expor alguns pontos de minha idéia.
acho que há dois pontos distintos sendo discutidos,o extremismo de qualquer lado gera problema.como citou sabiamente o amigo Manoel Pinho tem uma moderação nesse ponto,os dois lados tem seus respectivos acertos e erros,o correto é tentar driblar eles seguindo um caminho não prejudicial que pode englobar o lado bom de cada um.

o que ocorre no caso de muitas distribuições é que usuários novos ficam perdidos com a quantidade de sistemas que eles não imaginavam existir e isso os confunde.mas o que eu digo que se pode buscar um meio termo quer ver como no windows há softwares com muitas variantes opensource e não causa transtorno? emule,um software opensource que tem diversos variantes do projeto original,porque estes não confundem o usuário? pois simplesmente ele é tratado diferentemente no nome,eles não são referenciados como mais um novo cliente P2P mas como um &quot;mod&quot; uma modificação do original emule.quem sabe a solução está por ai,quem sabe conscientizar as distribuições que praticamente são criadas modificando pouca coisa e mantando o sistema quase todo original ser chamada de modificação ou algo do gênero tentar uma solução menos problemática pra isso

sobre o problema da diversidade de pacotes isso poderia ser solucionado com um software de controle adicional,que em conjunto com o gerenciador de pacotes original do sistema irá pegar pacotes criados para serem multi-distro e &quot;transformar&quot; no respectivo arquivo padrão da distribuição.o sistema como todo funciona normalmente porem com o mesmo pacote seria possível instalar em qualquer distribuição sem modificar o sistema original de pacotes da distribuição

posso estar errado em algum ponto nessa minha idéia não nego, certamente algo estarei mas peço aos demais colegas aqui do br-linux que compreendam que meu único objetivo aqui foi expor meu ponto de vista mas não pretendo continuar a discussão deste meu comentário.grato a compreensão de todos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>este assunto é um tanto quanto explosivo,realmente se torna complexo de discuti-lo.apesar de eu ter uma opção formada a respeito ultimamente acabo deixando ela um pouco de lado que muitas vezes recebemos só criticas destrutivas.mas vou expor alguns pontos de minha idéia.<br />
acho que há dois pontos distintos sendo discutidos,o extremismo de qualquer lado gera problema.como citou sabiamente o amigo Manoel Pinho tem uma moderação nesse ponto,os dois lados tem seus respectivos acertos e erros,o correto é tentar driblar eles seguindo um caminho não prejudicial que pode englobar o lado bom de cada um.</p>
<p>o que ocorre no caso de muitas distribuições é que usuários novos ficam perdidos com a quantidade de sistemas que eles não imaginavam existir e isso os confunde.mas o que eu digo que se pode buscar um meio termo quer ver como no windows há softwares com muitas variantes opensource e não causa transtorno? emule,um software opensource que tem diversos variantes do projeto original,porque estes não confundem o usuário? pois simplesmente ele é tratado diferentemente no nome,eles não são referenciados como mais um novo cliente P2P mas como um &#8220;mod&#8221; uma modificação do original emule.quem sabe a solução está por ai,quem sabe conscientizar as distribuições que praticamente são criadas modificando pouca coisa e mantando o sistema quase todo original ser chamada de modificação ou algo do gênero tentar uma solução menos problemática pra isso</p>
<p>sobre o problema da diversidade de pacotes isso poderia ser solucionado com um software de controle adicional,que em conjunto com o gerenciador de pacotes original do sistema irá pegar pacotes criados para serem multi-distro e &#8220;transformar&#8221; no respectivo arquivo padrão da distribuição.o sistema como todo funciona normalmente porem com o mesmo pacote seria possível instalar em qualquer distribuição sem modificar o sistema original de pacotes da distribuição</p>
<p>posso estar errado em algum ponto nessa minha idéia não nego, certamente algo estarei mas peço aos demais colegas aqui do br-linux que compreendam que meu único objetivo aqui foi expor meu ponto de vista mas não pretendo continuar a discussão deste meu comentário.grato a compreensão de todos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: bebeto_maya</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-2/#comment-41742</link>
		<dc:creator>bebeto_maya</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 04:35:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=8420#comment-41742</guid>
		<description>Sim. É anarquia pura. Alguns desenvolvedores modificam a estrutura das distros de tal modo que nem o kernel pode ser chamado mais de Linux, Gobo Linux faz isso, mas pelo menos fazem direito...A quantidade de desktops péssimos mesclados a bons ambientes, formam um concreto onde torna-se impossível discernir o que é bom, especialmente para o usuário final. Ou seja, para o sujeito que senta e usa, é um péssimo negócio bater de frente com uma distro fundo de quintal, achando que aquilo lá é o &quot;Linux&quot; ipsu facto. É muita fragentação, principalmente devido ao fato de que temos 1% do mercado e 200 opções para uma percentagem tão diminuta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim. É anarquia pura. Alguns desenvolvedores modificam a estrutura das distros de tal modo que nem o kernel pode ser chamado mais de Linux, Gobo Linux faz isso, mas pelo menos fazem direito&#8230;A quantidade de desktops péssimos mesclados a bons ambientes, formam um concreto onde torna-se impossível discernir o que é bom, especialmente para o usuário final. Ou seja, para o sujeito que senta e usa, é um péssimo negócio bater de frente com uma distro fundo de quintal, achando que aquilo lá é o &#8220;Linux&#8221; ipsu facto. É muita fragentação, principalmente devido ao fato de que temos 1% do mercado e 200 opções para uma percentagem tão diminuta.</p>
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		<title>By: xspdf</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-2/#comment-41741</link>
		<dc:creator>xspdf</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 03:09:21 +0000</pubDate>
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		<description>Por exemplo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por exemplo?</p>
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	<item>
		<title>By: Augusto Campos</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-2/#comment-41740</link>
		<dc:creator>Augusto Campos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 03:03:56 +0000</pubDate>
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		<description>Como os desenvolvedores de cada pacote individual não têm (nem precisam ter, obviamente) compromisso nem com a organização padrão de diretórios proposta pelo LSB, nem com a organização de diretórios adotada por cada uma das distribuições, é sim o comportamento esperado (de quem empacota para distribuir) alterar os diretórios de destino e os arquivos de configuração para refletir a organização de diretórios adotada, sempre que necessário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como os desenvolvedores de cada pacote individual não têm (nem precisam ter, obviamente) compromisso nem com a organização padrão de diretórios proposta pelo LSB, nem com a organização de diretórios adotada por cada uma das distribuições, é sim o comportamento esperado (de quem empacota para distribuir) alterar os diretórios de destino e os arquivos de configuração para refletir a organização de diretórios adotada, sempre que necessário.</p>
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	<item>
		<title>By: xspdf</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-2/#comment-41736</link>
		<dc:creator>xspdf</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 02:44:39 +0000</pubDate>
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		<description>Eu não entendo de que &quot;padrão&quot; tanto se fala...

Quando um empacotador de uma distro empacota um pacote, ele mantém o pacote quase original (ou deveria fazê-lo a menos que estritamente necessário), ou seja, as coisas já ficam &quot;padrão&quot; naturalmente. O mesmo programa é o mesmo programa em qualquer distribuição. Eu encontro o vim em /usr/bin/vim no Debian, no Fedora, no Slackware ou seja onde for.

Por que isso? Porque quando o cara roda &quot;make install&quot;, que define os diretórios de destino é o próprio Makefile do programa, que não foi feito pela distribuição, e sim pelo autor do programa.

É claro que o cara que está empacotando para a distro pode patchear o Makefile e mudar isso, mas se ele está fazendo isso sem um bom motivo, o culpado na história é ele.

Agora, que outra padronização poderia haver?

Formato de pacotes binários? Mas aí vai padronizar qual? RPM? O LSB já tentou fazer e não gostaram justamente por isso. E no final, qual praticidade isso trás? A maioria dos softwares livres já estão disponíveis nos repositórios &quot;nativos&quot; da distribuição, e softwares proprietários para Linux geralmente vem em tarballs .tar.gz ou em instaladores, que já são independentes de distro.

Padronizar nomes de pacotes? Mas tem tanta diferença assim nos nomes? Xorg é xorg em qualquer distro. Vim é vim em qualquer distro. Por que não continuar dando os nomes dos programas aos pacotes e pronto? Acho que está bom desta forma.

A única coisa que eu vejo que não é tão padronizada entre as distribuições é o sistema de init. Mas aí vai dar outra briga se for padronizar. Imagina forçar o Slackware a usar o init do Ubuntu? Vão dizer que é lento e complicado demais. Imagina forçar o Ubuntu a usar o init do Slackware? Vão dizer que é simples demais e pouco flexível.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não entendo de que &#8220;padrão&#8221; tanto se fala&#8230;</p>
<p>Quando um empacotador de uma distro empacota um pacote, ele mantém o pacote quase original (ou deveria fazê-lo a menos que estritamente necessário), ou seja, as coisas já ficam &#8220;padrão&#8221; naturalmente. O mesmo programa é o mesmo programa em qualquer distribuição. Eu encontro o vim em /usr/bin/vim no Debian, no Fedora, no Slackware ou seja onde for.</p>
<p>Por que isso? Porque quando o cara roda &#8220;make install&#8221;, que define os diretórios de destino é o próprio Makefile do programa, que não foi feito pela distribuição, e sim pelo autor do programa.</p>
<p>É claro que o cara que está empacotando para a distro pode patchear o Makefile e mudar isso, mas se ele está fazendo isso sem um bom motivo, o culpado na história é ele.</p>
<p>Agora, que outra padronização poderia haver?</p>
<p>Formato de pacotes binários? Mas aí vai padronizar qual? RPM? O LSB já tentou fazer e não gostaram justamente por isso. E no final, qual praticidade isso trás? A maioria dos softwares livres já estão disponíveis nos repositórios &#8220;nativos&#8221; da distribuição, e softwares proprietários para Linux geralmente vem em tarballs .tar.gz ou em instaladores, que já são independentes de distro.</p>
<p>Padronizar nomes de pacotes? Mas tem tanta diferença assim nos nomes? Xorg é xorg em qualquer distro. Vim é vim em qualquer distro. Por que não continuar dando os nomes dos programas aos pacotes e pronto? Acho que está bom desta forma.</p>
<p>A única coisa que eu vejo que não é tão padronizada entre as distribuições é o sistema de init. Mas aí vai dar outra briga se for padronizar. Imagina forçar o Slackware a usar o init do Ubuntu? Vão dizer que é lento e complicado demais. Imagina forçar o Ubuntu a usar o init do Slackware? Vão dizer que é simples demais e pouco flexível.</p>
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		<title>By: sansimon</title>
		<link>http://br-linux.org/2009/a-multiplicidade-de-distribuicoes-prejudica-a-adocao-do-software-livre/comment-page-1/#comment-41735</link>
		<dc:creator>sansimon</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 02:33:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=8420#comment-41735</guid>
		<description>Não vejo nenhum problema com a multiplicidade de distribuições.
O Gnu/Linux nunca será padronizado. Pelo contrário, acho que existe é um excesso de padronização.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não vejo nenhum problema com a multiplicidade de distribuições.<br />
O Gnu/Linux nunca será padronizado. Pelo contrário, acho que existe é um excesso de padronização.</p>
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