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	<title>Comments on: Revista Veja dedica 2 páginas aos laptops educacionais que o Brasil quer comprar</title>
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		<title>By: Revista Veja dedica 2 páginas aos laptops educacionais que o Brasil quer comprar &#171; Info Felix7&#8217;s</title>
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		<dc:creator>Revista Veja dedica 2 páginas aos laptops educacionais que o Brasil quer comprar &#171; Info Felix7&#8217;s</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 14:53:43 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Fonte: BR-Linux.org [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Fonte: BR-Linux.org [...]</p>
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		<title>By: Mat3us</title>
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		<dc:creator>Mat3us</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 15:41:24 +0000</pubDate>
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		<description>Sinceramente, não dou muito crédito a quem aponta o eventual problema mas não propõe solução.
O Brasil está cheio disso desde abril de 1500. Todo mundo diz que tá errado e não propõe nada. Admiro principalmente a INICIATIVA, a tentativa de melhorar a vida da maioria da população. Alguns dizem que a máquina é péssima, que o S.O é ruim, mas o que eles indicam? Notebooks com processador de quatro cores com 2gb de ram, hd de 160gb, wimax, internet via satélite dedicada de 2mb por aluno além de um gabinete à prova d&#039;água e choques? Sinceramente, não levo fé em quem apenas procura problema...O Brasil já tem o seu PT e o seu PSDB que tanto falam e não fazem nada ou muito pouco.
Toda caminhada, por maior que seja, começa com o primeiro passo.
Quanto ao preço, infelizmente isso é Brasil, onde um dono de posto de gasolina lucra R$ 0,45 por litro de gasolina, que faz cartel, grila terra...O mesmo que utiliza o fator imposto como justificativa pra tudo...
Ou acham que a Positivo tá pensando em alguma coisa além do lucro?
Eles desenvolvem e revendem softwares educacionais, por que não migrar alguns para a plataforma dos laptops educacionais?
Enquanto a falta de educação de uma nação der lucro, ninguém mudará nada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sinceramente, não dou muito crédito a quem aponta o eventual problema mas não propõe solução.<br />
O Brasil está cheio disso desde abril de 1500. Todo mundo diz que tá errado e não propõe nada. Admiro principalmente a INICIATIVA, a tentativa de melhorar a vida da maioria da população. Alguns dizem que a máquina é péssima, que o S.O é ruim, mas o que eles indicam? Notebooks com processador de quatro cores com 2gb de ram, hd de 160gb, wimax, internet via satélite dedicada de 2mb por aluno além de um gabinete à prova d&#8217;água e choques? Sinceramente, não levo fé em quem apenas procura problema&#8230;O Brasil já tem o seu PT e o seu PSDB que tanto falam e não fazem nada ou muito pouco.<br />
Toda caminhada, por maior que seja, começa com o primeiro passo.<br />
Quanto ao preço, infelizmente isso é Brasil, onde um dono de posto de gasolina lucra R$ 0,45 por litro de gasolina, que faz cartel, grila terra&#8230;O mesmo que utiliza o fator imposto como justificativa pra tudo&#8230;<br />
Ou acham que a Positivo tá pensando em alguma coisa além do lucro?<br />
Eles desenvolvem e revendem softwares educacionais, por que não migrar alguns para a plataforma dos laptops educacionais?<br />
Enquanto a falta de educação de uma nação der lucro, ninguém mudará nada.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Sergio J Dias</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/veja-dedica-2-paginas-aos-laptops-educacionais-que-o-brasil-quer-comprar/comment-page-2/#comment-1141</link>
		<dc:creator>Sergio J Dias</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 10:53:31 +0000</pubDate>
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		<description>Os momentos de catarse e a mídia

    por Luís Nassif 

    Estilo neocon, política e negócios

     

    O maior fenômeno de anti-jornalismo dos últimos anos foi o que ocorreu com a revista Veja.  Gradativamente, o maior semanário brasileiro foi se transformando em um pasquim sem compromisso com o jornalismo, recorrendo a ataques desqualificadores contra quem atravessasse seu caminho, envolvendo-se em guerras comerciais e aceitando que suas páginas e sites abrigassem matérias e colunas do mais puro esgoto jornalístico.

     

    Para entender o que se passou com a revista nesse período, é necessário juntar um conjunto de peças.

     

    O primeiro, são as mudanças estruturais que a mídia vem atravessando em todo mundo.

     

    O segundo, a maneira como esses processos se refletiram na crise política brasileira e nas grandes disputas empresariais, a partir do advento dos banqueiros de negócio que sobem à cena política e econômica na última década..

     

    A terceira, as características específicas da revista Veja, e as mudanças pelas quais passou nos últimos anos.

     

    O estilo neocon

     

    De um lado, há fenômenos gerais, que modificaram profundamente a imprensa mundial nos últimos anos. A linguagem ofensiva, herança dos “neocons” americanos foi adotada por parte da imprensa brasileira, como se fosse a última moda.

     

    Durante todos os anos 90, Veja havia desenvolvido um estilo jornalístico onde campeavam alusões a defeitos físicos, agressões e manipulação de declarações de fonte. Quando o estilo “neocon” ganhou espaço nos EUA, não foi difícil à revista radicalizar seu próprio estilo.

     

    Um segundo fenômeno desse período foi a identificação de uma profunda antipatia da chamada classe média mídiatica em relação ao governo Lula, fruto dos escândalos do “mensalão”, do deslumbramento inicial dos petistas que ascenderam ao poder, agravado por um forte preconceito de classe. Esse sentimento combinava com a catarse proporcionada pelo estilo “neocon”. Outros colunistas utilizaram com talento – como Arnaldo Jabor -, nenhum com a fúria grosseira com que Veja enveredou pelos novos caminhos jornalísticos.

     

    O jornalismo e os negócios

     

    Outro fenômeno recorrente – esse ainda nos anos 90 -- foi o da terceirização das denúncias e o uso de notas como ferramenta para disputas empresariais e jurídicas. 

     

    A marketinização da notícia, a falta de estrutura e de talento para a reportagem tornaram muitos jornalistas meros receptadores de dossiês preparados por lobistas. 

     

    Ao longo de toda a década, esse tipo de jogo criou uma promiscuidade perigosa entre jornalistas e lobistas. Havia um círculo férreo, que afetou em muitos as revistas semanais. E um personagem que passou a cumprir, nas redações, o papel sujo antes desempenhado pelos repórteres policiais: os chamados repórteres de dossiês.

     

    Consistia no seguinte:


    O lobista procurava o repórter com um dossiê que interessava para seus negócios.


    O jornalista levava a matéria à direção, e, com a repercussão da denúncia, ganhava status profissional.


    Com esse status ele ganhava liberdade para novas denúncias. E aí passava a entrar no mundo de interesses do lobista.


    O caso mais exemplar ocorreu na própria Veja, com o lobista APS (Alexandre Paes Santos).

     

    Durante muito tempo abasteceu a revista com escândalos. Tempos depois, a Policia Federal deu uma batida em seu escritório e apreendeu uma agenda com telefones de muitos políticos. Resultou em uma capa escandalosa na própria Veja em 24 de janeiro de 2001 (clique aqui) em que se acusavam desde assessores do Ministro da Saúde José Serra de tentar achacar o presidente da Novartis, até o banqueiro Daniel Dantas e o empresário Nelson Tanure de atuarem através do lobista.

     

    Na edição seguinte, todos os envolvidos na capa enviaram cartas negando os episódios mencionados. As cartas foram publicadas sem que fossem contestadas.

     

    O que a matéria deixou de relatar é que, na agenda do lobista, aparecia o nome de uma editora da revista - a mesma que publicara as maiores denúncias fornecidas por ele. A informação acabou vazando através do Correio Braziliense, em matéria dos repórteres Ugo Brafa e Ricardo Leopoldo.

     

    A editora foi demitida no dia 9 de novembro, mas só após o escândalo ter se tornado público. 

     

    Antes disso, em 27 de junho de 2001(clique aqui) Veja produziu uma capa com a transcrição de grampos envolvendo Nelson Tanure. Um dos “grampeados” era o jornalista Ricardo Boechat. O grampo chegou à revista através de lobistas e custou o emprego de Boechat, apesar do grampo não ter revelado nenhuma irregularidade de sua parte. 

     

    Graças ao escândalo, o editor responsável pela matéria ganhou prestígio profissional na editora e foi nomeado diretor da revista Exame. Tempos depois foi afastado, após a Abril ter descoberto que a revista passou a ser utilizada para notas que não seguiam critérios estritamente jornalísticos.

     

    Um dos boxes da matéria falava sobre as relações entre jornalismo e judiciário.

     

    O box refletia, com exatidão, as relações que, anos depois, juntariam Dantas e a revista, sob nova direção: notas plantadas servindo como ferramenta para guerras empresariais, policiais e disputas jurídicas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os momentos de catarse e a mídia</p>
<p>    por Luís Nassif </p>
<p>    Estilo neocon, política e negócios</p>
<p>    O maior fenômeno de anti-jornalismo dos últimos anos foi o que ocorreu com a revista Veja.  Gradativamente, o maior semanário brasileiro foi se transformando em um pasquim sem compromisso com o jornalismo, recorrendo a ataques desqualificadores contra quem atravessasse seu caminho, envolvendo-se em guerras comerciais e aceitando que suas páginas e sites abrigassem matérias e colunas do mais puro esgoto jornalístico.</p>
<p>    Para entender o que se passou com a revista nesse período, é necessário juntar um conjunto de peças.</p>
<p>    O primeiro, são as mudanças estruturais que a mídia vem atravessando em todo mundo.</p>
<p>    O segundo, a maneira como esses processos se refletiram na crise política brasileira e nas grandes disputas empresariais, a partir do advento dos banqueiros de negócio que sobem à cena política e econômica na última década..</p>
<p>    A terceira, as características específicas da revista Veja, e as mudanças pelas quais passou nos últimos anos.</p>
<p>    O estilo neocon</p>
<p>    De um lado, há fenômenos gerais, que modificaram profundamente a imprensa mundial nos últimos anos. A linguagem ofensiva, herança dos “neocons” americanos foi adotada por parte da imprensa brasileira, como se fosse a última moda.</p>
<p>    Durante todos os anos 90, Veja havia desenvolvido um estilo jornalístico onde campeavam alusões a defeitos físicos, agressões e manipulação de declarações de fonte. Quando o estilo “neocon” ganhou espaço nos EUA, não foi difícil à revista radicalizar seu próprio estilo.</p>
<p>    Um segundo fenômeno desse período foi a identificação de uma profunda antipatia da chamada classe média mídiatica em relação ao governo Lula, fruto dos escândalos do “mensalão”, do deslumbramento inicial dos petistas que ascenderam ao poder, agravado por um forte preconceito de classe. Esse sentimento combinava com a catarse proporcionada pelo estilo “neocon”. Outros colunistas utilizaram com talento – como Arnaldo Jabor -, nenhum com a fúria grosseira com que Veja enveredou pelos novos caminhos jornalísticos.</p>
<p>    O jornalismo e os negócios</p>
<p>    Outro fenômeno recorrente – esse ainda nos anos 90 &#8212; foi o da terceirização das denúncias e o uso de notas como ferramenta para disputas empresariais e jurídicas. </p>
<p>    A marketinização da notícia, a falta de estrutura e de talento para a reportagem tornaram muitos jornalistas meros receptadores de dossiês preparados por lobistas. </p>
<p>    Ao longo de toda a década, esse tipo de jogo criou uma promiscuidade perigosa entre jornalistas e lobistas. Havia um círculo férreo, que afetou em muitos as revistas semanais. E um personagem que passou a cumprir, nas redações, o papel sujo antes desempenhado pelos repórteres policiais: os chamados repórteres de dossiês.</p>
<p>    Consistia no seguinte:</p>
<p>    O lobista procurava o repórter com um dossiê que interessava para seus negócios.</p>
<p>    O jornalista levava a matéria à direção, e, com a repercussão da denúncia, ganhava status profissional.</p>
<p>    Com esse status ele ganhava liberdade para novas denúncias. E aí passava a entrar no mundo de interesses do lobista.</p>
<p>    O caso mais exemplar ocorreu na própria Veja, com o lobista APS (Alexandre Paes Santos).</p>
<p>    Durante muito tempo abasteceu a revista com escândalos. Tempos depois, a Policia Federal deu uma batida em seu escritório e apreendeu uma agenda com telefones de muitos políticos. Resultou em uma capa escandalosa na própria Veja em 24 de janeiro de 2001 (clique aqui) em que se acusavam desde assessores do Ministro da Saúde José Serra de tentar achacar o presidente da Novartis, até o banqueiro Daniel Dantas e o empresário Nelson Tanure de atuarem através do lobista.</p>
<p>    Na edição seguinte, todos os envolvidos na capa enviaram cartas negando os episódios mencionados. As cartas foram publicadas sem que fossem contestadas.</p>
<p>    O que a matéria deixou de relatar é que, na agenda do lobista, aparecia o nome de uma editora da revista &#8211; a mesma que publicara as maiores denúncias fornecidas por ele. A informação acabou vazando através do Correio Braziliense, em matéria dos repórteres Ugo Brafa e Ricardo Leopoldo.</p>
<p>    A editora foi demitida no dia 9 de novembro, mas só após o escândalo ter se tornado público. </p>
<p>    Antes disso, em 27 de junho de 2001(clique aqui) Veja produziu uma capa com a transcrição de grampos envolvendo Nelson Tanure. Um dos “grampeados” era o jornalista Ricardo Boechat. O grampo chegou à revista através de lobistas e custou o emprego de Boechat, apesar do grampo não ter revelado nenhuma irregularidade de sua parte. </p>
<p>    Graças ao escândalo, o editor responsável pela matéria ganhou prestígio profissional na editora e foi nomeado diretor da revista Exame. Tempos depois foi afastado, após a Abril ter descoberto que a revista passou a ser utilizada para notas que não seguiam critérios estritamente jornalísticos.</p>
<p>    Um dos boxes da matéria falava sobre as relações entre jornalismo e judiciário.</p>
<p>    O box refletia, com exatidão, as relações que, anos depois, juntariam Dantas e a revista, sob nova direção: notas plantadas servindo como ferramenta para guerras empresariais, policiais e disputas jurídicas.</p>
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	<item>
		<title>By: Frederico</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/veja-dedica-2-paginas-aos-laptops-educacionais-que-o-brasil-quer-comprar/comment-page-2/#comment-1107</link>
		<dc:creator>Frederico</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 16:15:19 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados colegas,

Acompanho a discussão do projeto UCA com muito interesse porque sou professor da rede pública municipal de Belo Horizonte e trabalho também com o uso de software livre nas nossas escolas. Pra quem não sabe TODAS as escolas municipais de Belo Horizonte utilizam GNU/Linux tanto nos laboratórios de informática quanto na parte administrativa e um projeto como o UCA serviria como um complemento ideal para nossas atividades. Assim gostaria de discutir algumas falas, na minha opinião, equivocadas e esclarecer outros pontos. Peço perdão pela extensão da mensagem.

O primeiro equívoco é considerar o XO um &quot;laptop pequeno&quot;. O objetivo dele é outro e quem já usou o Sugar, seu sistema operacional, vai entender o que estou falando. A idéia é que ele funcione como um &quot;caderno digital&quot;, uma ferramenta de exploração e interatividade. Laptops tem outro objetivo, que é o de serem ferramentas de produção. Além disso, muitos adultos o acham chato ou pouco funcional. E isso tem uma explicação bem simples: ele NÃO foi feito para ser usados por adultos. Seu foco são as crianças. Já tive a oportunidade de conversar com algumas que fizeram parte de projetos pilotos e elas ADORAM o XO. NENHUMA delas questionou o teclado ou o touchpad. É muito complicado um adulto analisar ergonomia de um equipamento feito para crianças. Isso porque, mesmo que seja um adulto pequeno, suas proporções corporais são diferentes das de uma criança.

Em segundo lugar, parem de achar que educação é algo linear e progressivo, onde uma coisa tem que ser aprendida para depois se aprender outra. NÃO é assim que a coisa funciona. O aprendizado ocorre em paralelo. Obviamente que a compreensão de determinados conceitos depende de outros aprendidos previamente, mas nas séries iniciais o processo é muito mais dinâmico. Além disso é um argumento no mínimo ingênio defender que as crianças precisam aprender a ler antes de usar computadores. Por que elas não podem aprender a ler USANDO computadores? Existem vários softwares livres de cunho educacional, voltado para crianças, que podem colaborar com esse processo de aprendizagem. Temos, por exemplo, o GCompris, só para citar um exemplo.

Em terceiro lugar, a escola pública não é uma sucursal do inferno, onde tudo é roubado e destruído, como a imprensa adora mostrar. Se os livros estão destruídos ao final do ano (e isso não é uma regra), isso se deve à relação que os alunos estabelecem com o material e à postura do professor diante disso. Em minhas aulas, por exemplo, eu sempre trabalhei esse cuidado e a responsabilidade dos alunos com seu material. Além disso, só porque eles tratam os livros dessa maneira, não quer dizer que irão fazer o mesmo com computadores. 

Por fim, como já foi dito por várias pessoas, o objetivo não é ficar com o computador em uso durante todo o período de aulas. Primeiro porque uma aula em que o aluno fique digitando textos o tempo todo é insana (tão insana quanto aquelas em que o professor insiste em encher o quadro de coisas para serem copiadas). Como eu disse antes, a idéia é que esse equipamento seja um &quot;caderno digital&quot; a ser usado somente quando necessário. E para isso, não precisa ter um &quot;material didático digital&quot; disponível. Esse inclusive é um dos erros que as pessoas tendem a cometer quando discutem informática educativa. Uma planilha eletrônica pode ser muito mais &quot;didática&quot; do que vários &quot;softwares educacionais&quot; disponíveis por aí, desde que bem utilizada. Nessa linha, o ideal é que as aulas esjam espaços de interação, onde esse material vai ser construído coletivamente. Portanto, temos que tirar o foco da máquina. Ela é somente um instrumento e deve ser vista como tal. E como instrumento, ela deve ser manipulada, experimentada. Por isso não funcionaria a idéia de um computador projetando na parede. Afinal se for algo só pra ser visto, não precisamos de computador. Podemos gravar tudo em um DVD ou fita de vídeo-cassete e projetar para os alunos. É o mesmo efeito. Acreditem, eu já tentei usar um computador para mostrar coisas para uma turma de 35 alunos. Não foi uma experiência muito agradável...  ;-)

Portanto, amigos, antes de criticarmos a educação e as medidas tomadas para melhorá-la, é bom nos inteiramos do que REALMENTE acontece em nossas escolas. Existem equívocos nas políticas educacionais dos governos? Com certeza. Os professores são mau-remunerados? São sim. Mas temos que fazer lutas paralelas para resolver os nossos problemas e não esperar resolver um de cada vez na seqüência. Infelizmente vários dos argumentos que eu usei aqui se aplicam ao XO e não ao Classmate, que foi o vencedor. Eu não o considero uma escolha adequada justamente porque, ele sim, é um &quot;laptop pequeno&quot;. Mas ainda assim seu uso tem seus méritos. Bom, paro por aqui... Mais uma vez peço desculpas pelo tamanho da mensagem e agradeço a quem leu até o final...  :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados colegas,</p>
<p>Acompanho a discussão do projeto UCA com muito interesse porque sou professor da rede pública municipal de Belo Horizonte e trabalho também com o uso de software livre nas nossas escolas. Pra quem não sabe TODAS as escolas municipais de Belo Horizonte utilizam GNU/Linux tanto nos laboratórios de informática quanto na parte administrativa e um projeto como o UCA serviria como um complemento ideal para nossas atividades. Assim gostaria de discutir algumas falas, na minha opinião, equivocadas e esclarecer outros pontos. Peço perdão pela extensão da mensagem.</p>
<p>O primeiro equívoco é considerar o XO um &#8220;laptop pequeno&#8221;. O objetivo dele é outro e quem já usou o Sugar, seu sistema operacional, vai entender o que estou falando. A idéia é que ele funcione como um &#8220;caderno digital&#8221;, uma ferramenta de exploração e interatividade. Laptops tem outro objetivo, que é o de serem ferramentas de produção. Além disso, muitos adultos o acham chato ou pouco funcional. E isso tem uma explicação bem simples: ele NÃO foi feito para ser usados por adultos. Seu foco são as crianças. Já tive a oportunidade de conversar com algumas que fizeram parte de projetos pilotos e elas ADORAM o XO. NENHUMA delas questionou o teclado ou o touchpad. É muito complicado um adulto analisar ergonomia de um equipamento feito para crianças. Isso porque, mesmo que seja um adulto pequeno, suas proporções corporais são diferentes das de uma criança.</p>
<p>Em segundo lugar, parem de achar que educação é algo linear e progressivo, onde uma coisa tem que ser aprendida para depois se aprender outra. NÃO é assim que a coisa funciona. O aprendizado ocorre em paralelo. Obviamente que a compreensão de determinados conceitos depende de outros aprendidos previamente, mas nas séries iniciais o processo é muito mais dinâmico. Além disso é um argumento no mínimo ingênio defender que as crianças precisam aprender a ler antes de usar computadores. Por que elas não podem aprender a ler USANDO computadores? Existem vários softwares livres de cunho educacional, voltado para crianças, que podem colaborar com esse processo de aprendizagem. Temos, por exemplo, o GCompris, só para citar um exemplo.</p>
<p>Em terceiro lugar, a escola pública não é uma sucursal do inferno, onde tudo é roubado e destruído, como a imprensa adora mostrar. Se os livros estão destruídos ao final do ano (e isso não é uma regra), isso se deve à relação que os alunos estabelecem com o material e à postura do professor diante disso. Em minhas aulas, por exemplo, eu sempre trabalhei esse cuidado e a responsabilidade dos alunos com seu material. Além disso, só porque eles tratam os livros dessa maneira, não quer dizer que irão fazer o mesmo com computadores. </p>
<p>Por fim, como já foi dito por várias pessoas, o objetivo não é ficar com o computador em uso durante todo o período de aulas. Primeiro porque uma aula em que o aluno fique digitando textos o tempo todo é insana (tão insana quanto aquelas em que o professor insiste em encher o quadro de coisas para serem copiadas). Como eu disse antes, a idéia é que esse equipamento seja um &#8220;caderno digital&#8221; a ser usado somente quando necessário. E para isso, não precisa ter um &#8220;material didático digital&#8221; disponível. Esse inclusive é um dos erros que as pessoas tendem a cometer quando discutem informática educativa. Uma planilha eletrônica pode ser muito mais &#8220;didática&#8221; do que vários &#8220;softwares educacionais&#8221; disponíveis por aí, desde que bem utilizada. Nessa linha, o ideal é que as aulas esjam espaços de interação, onde esse material vai ser construído coletivamente. Portanto, temos que tirar o foco da máquina. Ela é somente um instrumento e deve ser vista como tal. E como instrumento, ela deve ser manipulada, experimentada. Por isso não funcionaria a idéia de um computador projetando na parede. Afinal se for algo só pra ser visto, não precisamos de computador. Podemos gravar tudo em um DVD ou fita de vídeo-cassete e projetar para os alunos. É o mesmo efeito. Acreditem, eu já tentei usar um computador para mostrar coisas para uma turma de 35 alunos. Não foi uma experiência muito agradável&#8230;  ;-)</p>
<p>Portanto, amigos, antes de criticarmos a educação e as medidas tomadas para melhorá-la, é bom nos inteiramos do que REALMENTE acontece em nossas escolas. Existem equívocos nas políticas educacionais dos governos? Com certeza. Os professores são mau-remunerados? São sim. Mas temos que fazer lutas paralelas para resolver os nossos problemas e não esperar resolver um de cada vez na seqüência. Infelizmente vários dos argumentos que eu usei aqui se aplicam ao XO e não ao Classmate, que foi o vencedor. Eu não o considero uma escolha adequada justamente porque, ele sim, é um &#8220;laptop pequeno&#8221;. Mas ainda assim seu uso tem seus méritos. Bom, paro por aqui&#8230; Mais uma vez peço desculpas pelo tamanho da mensagem e agradeço a quem leu até o final&#8230;  :-)</p>
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	<item>
		<title>By: tenchi</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/veja-dedica-2-paginas-aos-laptops-educacionais-que-o-brasil-quer-comprar/comment-page-1/#comment-1093</link>
		<dc:creator>tenchi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 13:01:27 +0000</pubDate>
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		<description>Hum... Temos - há tempos - então um dilema: os laptops são mesmo necessários? Será que a única maneira de levar educação digital às escolas públicas é dando um computador para cada aluno?
Acredito que cada aluno ter um computador não seja a solução real. Como foi dito acima, a maioria dos docentes não tem treinamento suficiente para utilizar um computadores em sala de aula. E é muito provável que as crianças não se interessem tanto em ter um treinamento para utilizarem o computador como algo útil e produtivo, visto que o ensino público não incentiva a pessoa a estudar, mas só &quot;a passar de ano&quot;. Assim se o laptop for adotado será nada mais que um caderno high-tech. As crianças continuarão a arrancar folhas para fazer bolinhas de papel e jogar no outro (só não me perguntem como fazer isso com &quot;papel digital&quot; ;-)).
Não querendo ser pessimista, mas é provável que boa parte dos laptops sejam &quot;desviados&quot;, roubados, desmontados, dentre outras coisas, simplesmente pelo fato de as pessoas - eu, provavelmente você e a maioria das crianças - ainda não vêem o que é público como sendo de todos. Pelo contrário, vêem como sendo &quot;do governo&quot;, não tendo o respeito necessário por estes bens.
Aí vem gente dizer que defeq... falei besteira, pois nos testes que fizeram com o XO em escolas públicas não mostraram nenhum dos comportamentos citados acima, mas vejam que foram testes, e não usos reais, e provavelmente em escolas &quot;comportadas&quot;, diferentes da maioria das brasileiras. 
Para demonstrar a falta de visão do &#039;público&#039;, vejam mesmo os livros que são devolvidos pelas crianças nos finais de ano, para serem utilizados por outras. Se as crianças são capazes de fazer aquilo com livros, o que farão com os computadores?
É falta de confiança nas nossas crianças? Sim, de certa maneira, mas maior desconfiança na educação que, não somente na escola, damos à elas.

Qual é a minha visão do ideal uso de computadores na escola? Vou dizer com o uso de exemplos.
Quando eu era pequeno, queria ser astrônomo. Quem nunca quis? Olhar as estrelas, as belezas do cosmo. Ou astronauta? quem também nunca quis?
Mas não há incentivo para as crianças cultivarem estes sonhos - não que eu seja um não-astrônomo frustrado ;-). O que eles usam para ensinar astronomia? Livros? Livros são chatos. São antigos, são estáticos. Não são capazes de mostrar com perfeição a beleza do universo.
Aí pergunto aos presentes: Quem aqui já utilizou dois maravilhosos, chamados &lt;a href=&quot;http://www.shatters.net/celestia/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Celestia&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.stellarium.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Stellarium&lt;/a&gt;? Minha nossa, mesmo depois de &#039;grande&#039;, eu fiquei maravilhado quando vi tais ferramentas. Imaginem se os professores utilizassem estes softwares em vez de livros para ensinarem ciências? Imaginem uma sala com SOMENTE UM computador - equipado com uma boa placa-de-vídeo, é claro - projetando as animações num telão? As crianças ficariam maravilhadas e não faltariam à aula nunca. Isto sim seria um incentivo para estudarem.
Imaginem aprender química em animações que simulem a interação entre átomos e moléculas nas reações químicas de forma totalmente interativa e animada, ao invés de livros? 

Lembrando que isso não se aplica somente às duas matérias citadas acima, pois temos excelentes softwares - livres - para as mais diversas disciplinas.

E, para isso não é necessário um computador especial para cada aluno. Basta um por sala, mas desde que seja bem-equipado - não um K6-500 com Windows 98 - e que os professores sejam treinados para os utilizarem.

Posteriormente, quando &quot;a poeira baixar&quot;, diminuírem os casos de repetência - oh não, no Brasil não se reprova! - melhorarem o ensino com professores mais motivados, não ganhando um salário mínimo, com escolas mais seguras, onde um aluno não precise espancar a própria professora, nem vender drogas para os &quot;coleguinhas&quot; e depois assassinar d ois deles (...) aí quem sabe possamos pensar em colocar um computador em cada carteira.

Ou seja: independente se a veja faz ou não bom jornalismo, seja ou não inviável o preço por cada computador, o projeto fracassaria, por fatores já apontados acima e que todos já estão cansados de ouvir.

PS: Acredito que boa parte deste sentimento que temos do público como sendo algo &quot;do governo&quot;, e não nosso, seja conseqüência da visão que temos do governo como mandante do povo, quando a essência desta instituição é ser a representante do povo. Vemos o governo como &quot;um bando de políticos ladrões&quot;, e não respeitamos nada que &quot;venha deles&quot;. Uma pena.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hum&#8230; Temos &#8211; há tempos &#8211; então um dilema: os laptops são mesmo necessários? Será que a única maneira de levar educação digital às escolas públicas é dando um computador para cada aluno?<br />
Acredito que cada aluno ter um computador não seja a solução real. Como foi dito acima, a maioria dos docentes não tem treinamento suficiente para utilizar um computadores em sala de aula. E é muito provável que as crianças não se interessem tanto em ter um treinamento para utilizarem o computador como algo útil e produtivo, visto que o ensino público não incentiva a pessoa a estudar, mas só &#8220;a passar de ano&#8221;. Assim se o laptop for adotado será nada mais que um caderno high-tech. As crianças continuarão a arrancar folhas para fazer bolinhas de papel e jogar no outro (só não me perguntem como fazer isso com &#8220;papel digital&#8221; ;-)).<br />
Não querendo ser pessimista, mas é provável que boa parte dos laptops sejam &#8220;desviados&#8221;, roubados, desmontados, dentre outras coisas, simplesmente pelo fato de as pessoas &#8211; eu, provavelmente você e a maioria das crianças &#8211; ainda não vêem o que é público como sendo de todos. Pelo contrário, vêem como sendo &#8220;do governo&#8221;, não tendo o respeito necessário por estes bens.<br />
Aí vem gente dizer que defeq&#8230; falei besteira, pois nos testes que fizeram com o XO em escolas públicas não mostraram nenhum dos comportamentos citados acima, mas vejam que foram testes, e não usos reais, e provavelmente em escolas &#8220;comportadas&#8221;, diferentes da maioria das brasileiras.<br />
Para demonstrar a falta de visão do &#8216;público&#8217;, vejam mesmo os livros que são devolvidos pelas crianças nos finais de ano, para serem utilizados por outras. Se as crianças são capazes de fazer aquilo com livros, o que farão com os computadores?<br />
É falta de confiança nas nossas crianças? Sim, de certa maneira, mas maior desconfiança na educação que, não somente na escola, damos à elas.</p>
<p>Qual é a minha visão do ideal uso de computadores na escola? Vou dizer com o uso de exemplos.<br />
Quando eu era pequeno, queria ser astrônomo. Quem nunca quis? Olhar as estrelas, as belezas do cosmo. Ou astronauta? quem também nunca quis?<br />
Mas não há incentivo para as crianças cultivarem estes sonhos &#8211; não que eu seja um não-astrônomo frustrado ;-). O que eles usam para ensinar astronomia? Livros? Livros são chatos. São antigos, são estáticos. Não são capazes de mostrar com perfeição a beleza do universo.<br />
Aí pergunto aos presentes: Quem aqui já utilizou dois maravilhosos, chamados <a href="http://www.shatters.net/celestia/" rel="nofollow">Celestia</a> e <a href="http://www.stellarium.org/" rel="nofollow">Stellarium</a>? Minha nossa, mesmo depois de &#8216;grande&#8217;, eu fiquei maravilhado quando vi tais ferramentas. Imaginem se os professores utilizassem estes softwares em vez de livros para ensinarem ciências? Imaginem uma sala com SOMENTE UM computador &#8211; equipado com uma boa placa-de-vídeo, é claro &#8211; projetando as animações num telão? As crianças ficariam maravilhadas e não faltariam à aula nunca. Isto sim seria um incentivo para estudarem.<br />
Imaginem aprender química em animações que simulem a interação entre átomos e moléculas nas reações químicas de forma totalmente interativa e animada, ao invés de livros? </p>
<p>Lembrando que isso não se aplica somente às duas matérias citadas acima, pois temos excelentes softwares &#8211; livres &#8211; para as mais diversas disciplinas.</p>
<p>E, para isso não é necessário um computador especial para cada aluno. Basta um por sala, mas desde que seja bem-equipado &#8211; não um K6-500 com Windows 98 &#8211; e que os professores sejam treinados para os utilizarem.</p>
<p>Posteriormente, quando &#8220;a poeira baixar&#8221;, diminuírem os casos de repetência &#8211; oh não, no Brasil não se reprova! &#8211; melhorarem o ensino com professores mais motivados, não ganhando um salário mínimo, com escolas mais seguras, onde um aluno não precise espancar a própria professora, nem vender drogas para os &#8220;coleguinhas&#8221; e depois assassinar d ois deles (&#8230;) aí quem sabe possamos pensar em colocar um computador em cada carteira.</p>
<p>Ou seja: independente se a veja faz ou não bom jornalismo, seja ou não inviável o preço por cada computador, o projeto fracassaria, por fatores já apontados acima e que todos já estão cansados de ouvir.</p>
<p>PS: Acredito que boa parte deste sentimento que temos do público como sendo algo &#8220;do governo&#8221;, e não nosso, seja conseqüência da visão que temos do governo como mandante do povo, quando a essência desta instituição é ser a representante do povo. Vemos o governo como &#8220;um bando de políticos ladrões&#8221;, e não respeitamos nada que &#8220;venha deles&#8221;. Uma pena.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Hugo Branquinho de Carvalho</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/veja-dedica-2-paginas-aos-laptops-educacionais-que-o-brasil-quer-comprar/comment-page-1/#comment-1090</link>
		<dc:creator>Hugo Branquinho de Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 11:26:52 +0000</pubDate>
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		<description>A minha idéia sobre esse projeto está mudando, antes eu era a favor dele, mas estou vendo que tem muitas outras coisas a serem analisadas primeiro. Para começar o valor que é um absurdo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A minha idéia sobre esse projeto está mudando, antes eu era a favor dele, mas estou vendo que tem muitas outras coisas a serem analisadas primeiro. Para começar o valor que é um absurdo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Paulo Pontes</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/veja-dedica-2-paginas-aos-laptops-educacionais-que-o-brasil-quer-comprar/comment-page-1/#comment-1089</link>
		<dc:creator>Paulo Pontes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 11:23:56 +0000</pubDate>
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		<description>O XO foi uma boa idéia, não funcionou mas fomentou várias outras iniciativas pelo mercado como o Eee.

não acho que a melhora do ensino público passe pela compra de notebooks para todas as salas. mais vale ter um bom laboratótio com bons desktops do que um montao de XO´s.
que gastem essa verba com treinamento e remuneração dos professores. Ou com manutenção e expansão das escolas eu é melhor.


Tive uma experiência muito boa recentemente com informática aplicada ao ensino. Ocurso de inglês que eu fiz a muitos anos colocou um super &quot;quadro negro digital&quot; (não sei qual o nome do equipamento), o professor passou a poder ilustrar muito melhor a aula e isso teve um custo (alto, mas) muito inferior a dar um notebook para cada aluno.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O XO foi uma boa idéia, não funcionou mas fomentou várias outras iniciativas pelo mercado como o Eee.</p>
<p>não acho que a melhora do ensino público passe pela compra de notebooks para todas as salas. mais vale ter um bom laboratótio com bons desktops do que um montao de XO´s.<br />
que gastem essa verba com treinamento e remuneração dos professores. Ou com manutenção e expansão das escolas eu é melhor.</p>
<p>Tive uma experiência muito boa recentemente com informática aplicada ao ensino. Ocurso de inglês que eu fiz a muitos anos colocou um super &#8220;quadro negro digital&#8221; (não sei qual o nome do equipamento), o professor passou a poder ilustrar muito melhor a aula e isso teve um custo (alto, mas) muito inferior a dar um notebook para cada aluno.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Leitura Tech</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/veja-dedica-2-paginas-aos-laptops-educacionais-que-o-brasil-quer-comprar/comment-page-1/#comment-1083</link>
		<dc:creator>Leitura Tech</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 10:09:34 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;Revista Veja: Laptops Educacionais&lt;/strong&gt;

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Revista Veja: Laptops Educacionais</strong></p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: lalala</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/veja-dedica-2-paginas-aos-laptops-educacionais-que-o-brasil-quer-comprar/comment-page-1/#comment-1081</link>
		<dc:creator>lalala</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 05:19:07 +0000</pubDate>
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		<description>Quem não tem argumento critica a Veja.

Sempre assim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não tem argumento critica a Veja.</p>
<p>Sempre assim.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Clesio Luis</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/veja-dedica-2-paginas-aos-laptops-educacionais-que-o-brasil-quer-comprar/comment-page-1/#comment-1078</link>
		<dc:creator>Clesio Luis</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 02:47:52 +0000</pubDate>
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		<description>yamane

Deu pra notar que sua visão negativa do projeto se deve a um, assim digamos, preconceito com o mesmo. Mesmo que as outras pessoas dêem explicações extensas disso e daquilo do laptop infantil você simplesmente as rejeitará, como rejeitou as que eu dei, que obviamente não foram explanadas de forma muito amigável.

Então, eu vou tocar nos pontos que você citou de uma forma não agressiva, para que talvês você abra a sua mente e aceite que o OLPC é um projeto viável.

- Eu não sou professor do ensino primário, então não posso te dizer com exatidão como um notebook vai ser utilizado nas salas de aula. Sua pergunta será melhor respondida se você procurar informações sobre o OLPC na internet, escritas por quem está envolvido diretamente com ele;

- Com relação ao desenvolvimento de software, o que eu posso dizer é que o Brasil participou do desenvolvimento dele, pelo menos na parte de software. Então existem pessoas aqui no Brasil que desenvolveram e desenvolvem pra ele. O governo federal tem orgãos capazes de fazê-lo. Qual, você pode me perguntar. Eu não sei exatamente qual, mas universidades podem prover isso, não vejo impossibilidades para isso;

- Com relação a energia, o XO foi pensado para funcionar em lugares onde não existe energia elétrica, dái você pode ter uma idéia do que eu quero dizer sobre a questão da instalação elétrica não ser um problema. A manivela não precisa ser girada enquanto o XO está em funcionamento. Você pode dar uma olhada por aí para ver quantos giros são necessários pra carregar a bateria dele. E não são muitos. Mais uma vêz eu quero te lembrar que esse aparelho não precisa ficar ligado 5 horas direto, sua utilização numa sala de aula não será por tanto tempo assim. Lembre que as atividades dentro de uma sala de aula não se restringem em ficar escrevendo ou lendo textos. Procure conversar com professores primários para que eles te descrevam como é o decorrer de um dia de aula;

- Lembre-se que você (pela altura pelo menos) não é mais uma criança em idade do primário. Crianças de 6 a 10 anos são bem menores que você. E como o augusto citou, o XO foi feito após extensas pesquisas em cima do seu público alvo. Só porque um adulto como você achou desconfortável não significa que uma criança achará. Afinal, ficar 2 horas numa cadeira que elas usam não é nada confortável para um adulto, não concorda?

- Quanto ao ensino de professores, não necessáriamente precisa ser feito em Universidades Federais. Qualquer estado possui centros de capacitação de professores, ou qualquer coisa do tipo, afinal, professores vem de algum lugar. Existem várias instituições públicas em qualquer estado que pode prover o treinamento necessário para os professores;

- Existe aqui no Brasil todas as condições necessárias para se implantar um projeto como o OLPC. Muitas vezes o que acontece é que a gente vê uma escola nos confins do Brasil onde uma professora semi-analfabeta dá aulas para crianças, e acaba achando que é assim no país todo, isso está longe de ser verdade. Claro que cituações extremas acontecem, mas não são a regra. Eu conheço a cituação aqui no meu estado, a Paraíba, e não vejo o porque de não termos a possibilidade de implantar o projeto do OLPC aqui. E se nós, um dos estados mais pobres da federação podemos, porque um estado como São Paulo ou o Rio de Janeiro não podem?

-Eu sugiro fortemente que você dê uma pesquisada no projeto do XO, procurando conhecer mais a fundo as suas características e daí fazer uma reflexão sobre o assunto, para depois ter uma opinião formada em bases sólidas. Pelo que eu vi de seus comentários, você ficou com uma má impressão do aparelho depois de experimentá-lo e acabou achando que &quot;aquilo&quot; não tem serventia para as crianças brasileiras. Dê uma pesquisada no assunto que eu garanto que você vai mudar de opinião.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>yamane</p>
<p>Deu pra notar que sua visão negativa do projeto se deve a um, assim digamos, preconceito com o mesmo. Mesmo que as outras pessoas dêem explicações extensas disso e daquilo do laptop infantil você simplesmente as rejeitará, como rejeitou as que eu dei, que obviamente não foram explanadas de forma muito amigável.</p>
<p>Então, eu vou tocar nos pontos que você citou de uma forma não agressiva, para que talvês você abra a sua mente e aceite que o OLPC é um projeto viável.</p>
<p>- Eu não sou professor do ensino primário, então não posso te dizer com exatidão como um notebook vai ser utilizado nas salas de aula. Sua pergunta será melhor respondida se você procurar informações sobre o OLPC na internet, escritas por quem está envolvido diretamente com ele;</p>
<p>- Com relação ao desenvolvimento de software, o que eu posso dizer é que o Brasil participou do desenvolvimento dele, pelo menos na parte de software. Então existem pessoas aqui no Brasil que desenvolveram e desenvolvem pra ele. O governo federal tem orgãos capazes de fazê-lo. Qual, você pode me perguntar. Eu não sei exatamente qual, mas universidades podem prover isso, não vejo impossibilidades para isso;</p>
<p>- Com relação a energia, o XO foi pensado para funcionar em lugares onde não existe energia elétrica, dái você pode ter uma idéia do que eu quero dizer sobre a questão da instalação elétrica não ser um problema. A manivela não precisa ser girada enquanto o XO está em funcionamento. Você pode dar uma olhada por aí para ver quantos giros são necessários pra carregar a bateria dele. E não são muitos. Mais uma vêz eu quero te lembrar que esse aparelho não precisa ficar ligado 5 horas direto, sua utilização numa sala de aula não será por tanto tempo assim. Lembre que as atividades dentro de uma sala de aula não se restringem em ficar escrevendo ou lendo textos. Procure conversar com professores primários para que eles te descrevam como é o decorrer de um dia de aula;</p>
<p>- Lembre-se que você (pela altura pelo menos) não é mais uma criança em idade do primário. Crianças de 6 a 10 anos são bem menores que você. E como o augusto citou, o XO foi feito após extensas pesquisas em cima do seu público alvo. Só porque um adulto como você achou desconfortável não significa que uma criança achará. Afinal, ficar 2 horas numa cadeira que elas usam não é nada confortável para um adulto, não concorda?</p>
<p>- Quanto ao ensino de professores, não necessáriamente precisa ser feito em Universidades Federais. Qualquer estado possui centros de capacitação de professores, ou qualquer coisa do tipo, afinal, professores vem de algum lugar. Existem várias instituições públicas em qualquer estado que pode prover o treinamento necessário para os professores;</p>
<p>- Existe aqui no Brasil todas as condições necessárias para se implantar um projeto como o OLPC. Muitas vezes o que acontece é que a gente vê uma escola nos confins do Brasil onde uma professora semi-analfabeta dá aulas para crianças, e acaba achando que é assim no país todo, isso está longe de ser verdade. Claro que cituações extremas acontecem, mas não são a regra. Eu conheço a cituação aqui no meu estado, a Paraíba, e não vejo o porque de não termos a possibilidade de implantar o projeto do OLPC aqui. E se nós, um dos estados mais pobres da federação podemos, porque um estado como São Paulo ou o Rio de Janeiro não podem?</p>
<p>-Eu sugiro fortemente que você dê uma pesquisada no projeto do XO, procurando conhecer mais a fundo as suas características e daí fazer uma reflexão sobre o assunto, para depois ter uma opinião formada em bases sólidas. Pelo que eu vi de seus comentários, você ficou com uma má impressão do aparelho depois de experimentá-lo e acabou achando que &#8220;aquilo&#8221; não tem serventia para as crianças brasileiras. Dê uma pesquisada no assunto que eu garanto que você vai mudar de opinião.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Morvan</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/veja-dedica-2-paginas-aos-laptops-educacionais-que-o-brasil-quer-comprar/comment-page-1/#comment-1076</link>
		<dc:creator>Morvan</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 02:24:39 +0000</pubDate>
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		<description>Resposta a bebeto-maya: a &quot;sacada&quot; do LTSP é genial. O lixão, digo, terra, agradeceria penhoradamente. Mas, depois que o PIG (&lt;strong&gt;Partido da Imprensa Golpista&lt;/strong&gt;, direito autoral atribuído a Paulo Hemrique Amorim) soube do UCA, só interessa (ao PIG) o laptop; respondendo também (e corroborando idem) ao pessoal que releva, que destaca o problema do profissional do grupo MAG, penso que, mesmo sendo uma questão hiper-relevante (por formação acadêmica, sou pedagogo, devo conhecer um pouco do problema), temos que começar. Esta discussão está no pé que está porque o Governo comprou a briga sobre o UCA. É um começo. O Governo trouxe para o primeiro plano a questão da educação - sentido latu. Isto é mérito! Cabe a todos os brasileiros encontrar o melhor modo de implementar as mudanças que surtirão efeito - quiçá - daqui a duas, três décadas. Parabéns pela lembrança do Projeto LTSP, bebeto-maya.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Resposta a bebeto-maya: a &#8220;sacada&#8221; do LTSP é genial. O lixão, digo, terra, agradeceria penhoradamente. Mas, depois que o PIG (<strong>Partido da Imprensa Golpista</strong>, direito autoral atribuído a Paulo Hemrique Amorim) soube do UCA, só interessa (ao PIG) o laptop; respondendo também (e corroborando idem) ao pessoal que releva, que destaca o problema do profissional do grupo MAG, penso que, mesmo sendo uma questão hiper-relevante (por formação acadêmica, sou pedagogo, devo conhecer um pouco do problema), temos que começar. Esta discussão está no pé que está porque o Governo comprou a briga sobre o UCA. É um começo. O Governo trouxe para o primeiro plano a questão da educação &#8211; sentido latu. Isto é mérito! Cabe a todos os brasileiros encontrar o melhor modo de implementar as mudanças que surtirão efeito &#8211; quiçá &#8211; daqui a duas, três décadas. Parabéns pela lembrança do Projeto LTSP, bebeto-maya.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Barna Nabex</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/veja-dedica-2-paginas-aos-laptops-educacionais-que-o-brasil-quer-comprar/comment-page-1/#comment-1075</link>
		<dc:creator>Barna Nabex</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 01:53:18 +0000</pubDate>
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		<description>De acordo com matéria publicada pelo IDGNow em dezembro &lt;a href=&quot;http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2007/12/07/idgnoticia.2007-12-07.4591069116/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2007/12/07/idgnoticia.2007-12-07.4591069116/&lt;/a&gt;, alguns dias antes do pregão, o valor que o governo esperava gastar por laptop seria US$ 200 ou US$ 30M no total, ou seja pouco mais da metade da melhor oferta conseguida ao final do pregão.

Tem uma apresentação, do Prof. Simão Pedro Marinho, sobre o Projeto UCA em &lt;a href=&quot;http://www.authorstream.com/player.swf?u=http://www.authorstream.com/&amp;p=marinhos-34165-projeto-UCA-laptop-computador-educa-o-escola-classmate-XO-mobilis-smedpbh-071221ol-Education-ppt-powerpoint.xml&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.authorstream.com/player.swf?u=http://www.authorstream.com/&amp;p=marinhos-34165-projeto-UCA-laptop-computador-educa-o-escola-classmate-XO-mobilis-smedpbh-071221ol-Education-ppt-powerpoint.xml&lt;/a&gt;

O IDGNow tem um galeria de imagens sobre o Classmate em &lt;a href=&quot;http://idgnow.uol.com.br/galerias/classmatepc2&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://idgnow.uol.com.br/galerias/classmatepc2.&lt;/a&gt;  Dá para sanar bem algumas dúvidas sobre a questão da ergonomia, por exemplo.  A distância entre as teclas no Classmate é 16 mm enquanto que em note comum é de 19 mm.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com matéria publicada pelo IDGNow em dezembro <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2007/12/07/idgnoticia.2007-12-07.4591069116/" rel="nofollow">http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2007/12/07/idgnoticia.2007-12-07.4591069116/</a>, alguns dias antes do pregão, o valor que o governo esperava gastar por laptop seria US$ 200 ou US$ 30M no total, ou seja pouco mais da metade da melhor oferta conseguida ao final do pregão.</p>
<p>Tem uma apresentação, do Prof. Simão Pedro Marinho, sobre o Projeto UCA em <a href="http://www.authorstream.com/player.swf?u=http://www.authorstream.com/&amp;p=marinhos-34165-projeto-UCA-laptop-computador-educa-o-escola-classmate-XO-mobilis-smedpbh-071221ol-Education-ppt-powerpoint.xml" rel="nofollow">http://www.authorstream.com/player.swf?u=http://www.authorstream.com/&#038;p=marinhos-34165-projeto-UCA-laptop-computador-educa-o-escola-classmate-XO-mobilis-smedpbh-071221ol-Education-ppt-powerpoint.xml</a></p>
<p>O IDGNow tem um galeria de imagens sobre o Classmate em <a href="http://idgnow.uol.com.br/galerias/classmatepc2" rel="nofollow">http://idgnow.uol.com.br/galerias/classmatepc2.</a>  Dá para sanar bem algumas dúvidas sobre a questão da ergonomia, por exemplo.  A distância entre as teclas no Classmate é 16 mm enquanto que em note comum é de 19 mm.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: bebeto-maya</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/veja-dedica-2-paginas-aos-laptops-educacionais-que-o-brasil-quer-comprar/comment-page-1/#comment-1073</link>
		<dc:creator>bebeto-maya</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 00:56:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/2008/veja-dedica-2-paginas-aos-laptops-educacionais-que-o-brasil-quer-comprar/#comment-1073</guid>
		<description>Bom, ao meu ver, o único problema do laptop é o preço...Inclusos os impostos, o que denota má vontade por parte das entidades públicas e privadas...Ou seja todo mundo quer lucrar com algo que deveria ser filantrópico por natureza...O que eu acho? Acho a mobilidade do laptop perfeita...Mas se não for possível, LTSP, terminais magros, para reaproveitar computadores que iriam para o lixo e pontos de acesso com  multiterminais...Isso ainda é muito pouco explorado nesse país.

Enquanto isso Lixo Tecnológico intóxica gente miserável na índia, com chumbo e outros petardos tóxicos.Lixo que nós geramos, toda vez que jogamos fora um monitor de CRT semi-novo, porque a moda é o LCD. Lixo que geramos quando jogamos um computador inteiro na vala, pra fazer valer a lei estúpida do Bill Gates e seu Vista, ou ainda do Jobs e seu Leopard, que tornou obsoletos computadores como Macs G4.

Porque não reciclamos nosso lixo tecnológico, já que não podemos nos dá ao luxo de fornecer gadgets educacionais para crianças em situação de risco?...Muito embora eu prefira o notebook.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, ao meu ver, o único problema do laptop é o preço&#8230;Inclusos os impostos, o que denota má vontade por parte das entidades públicas e privadas&#8230;Ou seja todo mundo quer lucrar com algo que deveria ser filantrópico por natureza&#8230;O que eu acho? Acho a mobilidade do laptop perfeita&#8230;Mas se não for possível, LTSP, terminais magros, para reaproveitar computadores que iriam para o lixo e pontos de acesso com  multiterminais&#8230;Isso ainda é muito pouco explorado nesse país.</p>
<p>Enquanto isso Lixo Tecnológico intóxica gente miserável na índia, com chumbo e outros petardos tóxicos.Lixo que nós geramos, toda vez que jogamos fora um monitor de CRT semi-novo, porque a moda é o LCD. Lixo que geramos quando jogamos um computador inteiro na vala, pra fazer valer a lei estúpida do Bill Gates e seu Vista, ou ainda do Jobs e seu Leopard, que tornou obsoletos computadores como Macs G4.</p>
<p>Porque não reciclamos nosso lixo tecnológico, já que não podemos nos dá ao luxo de fornecer gadgets educacionais para crianças em situação de risco?&#8230;Muito embora eu prefira o notebook.</p>
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		<title>By: Brasil+500</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/veja-dedica-2-paginas-aos-laptops-educacionais-que-o-brasil-quer-comprar/comment-page-1/#comment-1071</link>
		<dc:creator>Brasil+500</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 00:05:58 +0000</pubDate>
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		<description>Façamos assim, como já esperamos 500 anos, vamos esperar mais 500, afinal deve ser este o tempo que o Brasil vai levar para ensinar as crianças a ler e escrever, até lá vamos ficar reclamando dos governantes (atuais e anteriores, conforme suas tendencias politicas partidárias) e até vamos levantar teorias conspiratórias, afinal a culpa é sempre de terceiros e não nossa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Façamos assim, como já esperamos 500 anos, vamos esperar mais 500, afinal deve ser este o tempo que o Brasil vai levar para ensinar as crianças a ler e escrever, até lá vamos ficar reclamando dos governantes (atuais e anteriores, conforme suas tendencias politicas partidárias) e até vamos levantar teorias conspiratórias, afinal a culpa é sempre de terceiros e não nossa.</p>
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		<title>By: Sergio J Dias</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/veja-dedica-2-paginas-aos-laptops-educacionais-que-o-brasil-quer-comprar/comment-page-1/#comment-1070</link>
		<dc:creator>Sergio J Dias</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 23:56:55 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo plenamente com o André Machado. Não devemos dar qualquer crédito a Revista Veja. Esta revista não produz jornalismo de qualidade há muito tempo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente com o André Machado. Não devemos dar qualquer crédito a Revista Veja. Esta revista não produz jornalismo de qualidade há muito tempo.</p>
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